Com a prisão de Cao de Benos, a Espanha desempenhou um papel crucial na luta global contra a conspiração de criptomoedas da Coreia do Norte.
Em um desenvolvimento significativo, as autoridades espanholas prenderam Alejandro Cao de Benos, uma figura-chave em conexão com a conspiração de criptomoedas da Coreia do Norte. A detenção ocorreu quando Cao de Benos chegou de Barcelona à estação ferroviária de Atocha, em Madrid.
Detenções espanholas revelam fraude em criptomoedas
O fundador do grupo pró-Pyongyang, Cao de Benos, é acusado de colaborar com Virgil Griffith, um pesquisador americano de criptomoedas. Griffith já foi condenado nos Estados Unidos por usar criptomoedas para ajudar a Coreia do Norte a escapar das sanções dos EUA. A polícia espanhola prendeu Cao de Benos por usar uma identidade falsa como parte de um esforço mais amplo para combater a atividade ilegal de criptomoedas.
Em 2022, Griffith foi condenado a mais de cinco anos de prisão por sua participação no programa. O caso destaca preocupações crescentes sobre o uso de moedas digitais para escapar de sanções internacionais e atividades ilegais.
Os hackers norte-coreanos são suspeitos de estarem envolvidos em vários roubos de criptomoedas de alto perfil, acumulando grandes somas de dinheiro através de meios ilegais. Estas atividades incluem o branqueamento de capitais e o financiamento de programas nucleares, que põem em causa a segurança e a estabilidade financeiras mundiais. Só em 2022, a principal fonte de ganhos cambiais da Coreia do Norte foi identificada como roubo de criptomoedas, no valor de US$ 1,65 bilhão.
Esta questão internacional suscitou uma resposta concertada. Os EUA e seus aliados intensificaram os esforços para identificar e desmantelar o grupo de hackers de criptomoedas da Coreia do Norte. Eles impuseram sanções a exchanges de criptomoedas desonestas e confiscaram fundos obtidos ilegalmente. As recentes medidas tomadas pelas autoridades espanholas contra Cao de Benos fazem parte desta iniciativa global.
Espanha desempenha um papel fundamental na luta contra a fraude de criptomoedas
Após a sua detenção, Cao de Benos compareceu perante o juiz do Supremo Tribunal e foi libertado enquanto aguardava a extradição. Ele negou publicamente as acusações contra ele, alegando que são falsas. Se for condenado, o representante legal de Cao de Benos pode pegar 20 anos de prisão, mas sua identidade permanece desconhecida.
O caso também lança luz sobre os desafios mais amplos colocados pelo uso ilegal de criptomoedas, particularmente por atores estatais como a Coreia do Norte. Estes desenvolvimentos sublinham a necessidade de uma forte cooperação internacional e quadros regulamentares para lidar com os riscos associados às moedas digitais.
A prisão de Alejandro Cao de Benos pelas autoridades espanholas marca um passo importante na luta contínua contra o uso indevido de criptomoedas em crimes internacionais. À medida que a situação evolui, o foco permanece no fortalecimento dos esforços globais para garantir o uso responsável e legal das moedas digitais.
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Espanha reprime conspiração de criptomoedas norte-coreana
Com a prisão de Cao de Benos, a Espanha desempenhou um papel crucial na luta global contra a conspiração de criptomoedas da Coreia do Norte.
Em um desenvolvimento significativo, as autoridades espanholas prenderam Alejandro Cao de Benos, uma figura-chave em conexão com a conspiração de criptomoedas da Coreia do Norte. A detenção ocorreu quando Cao de Benos chegou de Barcelona à estação ferroviária de Atocha, em Madrid.
Detenções espanholas revelam fraude em criptomoedas
O fundador do grupo pró-Pyongyang, Cao de Benos, é acusado de colaborar com Virgil Griffith, um pesquisador americano de criptomoedas. Griffith já foi condenado nos Estados Unidos por usar criptomoedas para ajudar a Coreia do Norte a escapar das sanções dos EUA. A polícia espanhola prendeu Cao de Benos por usar uma identidade falsa como parte de um esforço mais amplo para combater a atividade ilegal de criptomoedas.
Em 2022, Griffith foi condenado a mais de cinco anos de prisão por sua participação no programa. O caso destaca preocupações crescentes sobre o uso de moedas digitais para escapar de sanções internacionais e atividades ilegais.
Os hackers norte-coreanos são suspeitos de estarem envolvidos em vários roubos de criptomoedas de alto perfil, acumulando grandes somas de dinheiro através de meios ilegais. Estas atividades incluem o branqueamento de capitais e o financiamento de programas nucleares, que põem em causa a segurança e a estabilidade financeiras mundiais. Só em 2022, a principal fonte de ganhos cambiais da Coreia do Norte foi identificada como roubo de criptomoedas, no valor de US$ 1,65 bilhão.
Esta questão internacional suscitou uma resposta concertada. Os EUA e seus aliados intensificaram os esforços para identificar e desmantelar o grupo de hackers de criptomoedas da Coreia do Norte. Eles impuseram sanções a exchanges de criptomoedas desonestas e confiscaram fundos obtidos ilegalmente. As recentes medidas tomadas pelas autoridades espanholas contra Cao de Benos fazem parte desta iniciativa global.
Espanha desempenha um papel fundamental na luta contra a fraude de criptomoedas
Após a sua detenção, Cao de Benos compareceu perante o juiz do Supremo Tribunal e foi libertado enquanto aguardava a extradição. Ele negou publicamente as acusações contra ele, alegando que são falsas. Se for condenado, o representante legal de Cao de Benos pode pegar 20 anos de prisão, mas sua identidade permanece desconhecida.
O caso também lança luz sobre os desafios mais amplos colocados pelo uso ilegal de criptomoedas, particularmente por atores estatais como a Coreia do Norte. Estes desenvolvimentos sublinham a necessidade de uma forte cooperação internacional e quadros regulamentares para lidar com os riscos associados às moedas digitais.
A prisão de Alejandro Cao de Benos pelas autoridades espanholas marca um passo importante na luta contínua contra o uso indevido de criptomoedas em crimes internacionais. À medida que a situação evolui, o foco permanece no fortalecimento dos esforços globais para garantir o uso responsável e legal das moedas digitais.