Uma proposta de investimento significativa surgiu no setor energético. A administração dos EUA apresentou uma iniciativa de investimento de $100 bilhões destinada aos recursos petrolíferos da Venezuela. No entanto, a receção tem sido notavelmente morna entre os principais executivos do setor petrolífero, com compromissos concretos limitados a materializar-se. Entretanto, os stakeholders venezuelanos manifestaram posições firmes, priorizando a soberania nacional e o controlo sobre as reservas de petróleo domésticas, sinalizando resistência à influência de capitais externos. Esta divergência reflete tensões mais amplas entre interesses de investimento estrangeiro e o nacionalismo dos recursos — uma dinâmica que continua a moldar os mercados de energia e as estratégias geopolíticas na região.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
6 gostos
Recompensa
6
4
Republicar
Partilhar
Comentar
0/400
VCsSuckMyLiquidity
· 17h atrás
Os EUA querem novamente lucrar com os campos de petróleo na Venezuela, que rir, os donos do petróleo nem se interessam
Ver originalResponder0
SigmaValidator
· 17h atrás
Os Estados Unidos estão a fazer a mesma velha jogada, realmente a tratar a Venezuela como um pato manco
Ver originalResponder0
CryptoCross-TalkClub
· 17h atrás
Haha, investir 10 bilhões de dólares e nem uma gota de água sair, esta negociação é pior do que o nosso financiamento no mercado de criptomoedas.
Ver originalResponder0
DegenDreamer
· 17h atrás
Mais uma vez, o mesmo velho truque: os EUA gastam dinheiro para tentar controlar os campos petrolíferos, mas a Venezuela mantém-se firme e não compra a isca
Uma proposta de investimento significativa surgiu no setor energético. A administração dos EUA apresentou uma iniciativa de investimento de $100 bilhões destinada aos recursos petrolíferos da Venezuela. No entanto, a receção tem sido notavelmente morna entre os principais executivos do setor petrolífero, com compromissos concretos limitados a materializar-se. Entretanto, os stakeholders venezuelanos manifestaram posições firmes, priorizando a soberania nacional e o controlo sobre as reservas de petróleo domésticas, sinalizando resistência à influência de capitais externos. Esta divergência reflete tensões mais amplas entre interesses de investimento estrangeiro e o nacionalismo dos recursos — uma dinâmica que continua a moldar os mercados de energia e as estratégias geopolíticas na região.