Recentemente noto que as tensões no Chifre da África estão a tornar-se cada vez mais críticas. A situação na Etiópia, em particular, está a piorar, com o risco concreto de recair em conflitos semelhantes aos já vividos. É interessante como os Estados da região se encontram numa posição tão delicada do ponto de vista geopolítico.



O que chama a atenção é o papel potencial dos Estados Unidos em tudo isto. Eles têm efetivamente uma posição privilegiada para intervir diplomaticamente e tentar conter hostilidades adicionais. A sua influência e os recursos disponíveis poderiam fazer realmente a diferença na prevenção de uma crise verdadeira.

A comunidade internacional está a observar muito atentamente o que está a acontecer. A estabilidade destes Estados africanos não é apenas uma questão local — tem implicações geopolíticas muito mais amplas que interessam a diversos atores globais. Por isso, medidas preventivas e uma diplomacia ativa são fundamentais agora mais do que nunca.

Sinceramente, acho que este é um daqueles momentos em que a proatividade conta mais do que a reatividade. Se não agirmos com rapidez para manter a paz, o custo poderá ser muito alto para toda a região.
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