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Em 15 de abril, os ministros dos Negócios Estrangeiros de 17 países, incluindo França e Espanha, emitiram uma declaração conjunta no dia 14 sobre a situação no Líbano, dando as boas-vindas às negociações diretas entre Israel e os representantes do governo libanês, e apelando às duas partes para aproveitarem a oportunidade.
A declaração afirmou que o Líbano deve ser incluído nos esforços para aliviar a situação regional, e que negociações diretas com o Líbano “abririam o caminho” para uma segurança duradoura na região.
As partes devem imediatamente reduzir a tensão, aproveitando a oportunidade de cessar-fogo entre os EUA e o Irã.
A declaração condenou os ataques do Hezbollah ao Israel, pedindo que cessem imediatamente; ao mesmo tempo, condenou os ataques aéreos em larga escala do Israel ao Líbano no dia 8, enfatizando que civis e instalações civis devem ser protegidos de acordo com o direito humanitário internacional.
A declaração também condenou os ataques às Forças de Manutenção da Paz das Nações Unidas no Líbano (FMPOL), e expressou solidariedade e apoio ao governo e ao povo libanês.
A declaração foi emitida conjuntamente pelos ministros dos Negócios Estrangeiros de França, Espanha, Austrália, Bélgica, Croácia, Chipre, Dinamarca, Finlândia, Grécia, Islândia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Portugal, Eslovênia, Suécia e Reino Unido.