Perigo na Rússia! Europa, de repente, mudou o vento!


Aqui, a guerra entre EUA e Irã é complexa, a luta pelo Estreito de Hormuz continua a ficar mais intensa, ali do outro lado, uma notícia bombástica chega de surpresa — numa só noite, toda a direção do vento na Europa mudou completamente! No dia 12 de abril, horário local, veio uma notícia de peso da Hungria: como um dos poucos aliados próximos da Rússia na Europa, o primeiro-ministro húngaro, Orbán, que governou por 16 anos, reconheceu oficialmente a derrota nas eleições! Com a ascensão do grupo pró-Ucrânia ao poder, isso também significa que toda a Europa entrou numa fase de “mudança de vento”, e já não há mais vozes que desafiem a União Europeia ou apoiem a Rússia firmemente!
Para entender, ao observar toda a política europeia, Orbán é definitivamente um político de visão clara — ele nunca foi manipulado ou controlado pelo presidente da UE, Von der Leyen, sempre manteve sua posição, insistindo em manter relações próximas de comércio de energia com a Rússia. Quando vários países europeus começaram a abandonar a energia barata da Rússia, optando por comprar energia cara dos EUA, fazendo com que seus cidadãos suportem custos elevados, Orbán resistiu à enorme pressão da UE, ignorou as objeções, e continuou a aprofundar a cooperação energética com a Rússia, permitindo que o povo húngaro usufruísse de petróleo e gás russos a preços acessíveis por longo tempo, sem se preocupar com aquecimento ou eletricidade, beneficiando diretamente a vida das pessoas.
Ao mesmo tempo, Orbán foi claro ao se opor ao uso do dinheiro dos cidadãos europeus para preencher o buraco sem fundo da Ucrânia. Quando a UE planejou transferir 90 bilhões de euros para a Ucrânia, Orbán se posicionou várias vezes, vetando diretamente essa proposta. Por isso, na Europa toda, o sentimento anti-Rússia e pró-Ucrânia virou uma tendência e uma postura política correta, e Orbán quase virou uma “aberração” na Europa, além de se tornar alvo de Von der Leyen e outros pró-Ucrânia, que o veem como um obstáculo, uma pedra no caminho. Alguns políticos pró-Ucrânia até chegaram a declarar publicamente que querem expulsar a Hungria da UE, para eliminar esse “trambolho”. Enquanto alguns cidadãos húngaros desfrutam da energia barata proporcionada por Orbán, outros o acusam de ser cúmplice e aliado do presidente russo Putin, o que também deixou Orbán bastante desanimado.
Agora, com a derrota de Orbán, isso significa que na UE não há mais nenhum país disposto a resistir firmemente ao auxílio à Ucrânia, nem a suportar a pressão e continuar o comércio de energia com a Rússia. Esse resultado muda diretamente o cenário geopolítico europeu — provavelmente, a UE aumentará ainda mais sua ajuda econômica à Ucrânia, e talvez até ofereça apoio militar, enquanto a Rússia enfrentará uma pressão dupla da UE e da Ucrânia. Assim que a notícia se espalhou, o mais entusiasmado foi o presidente ucraniano, Zelensky, que imediatamente publicou uma mensagem comemorando essa “vitória”.
Na visão dele, com Orbán fora do caminho, ninguém mais poderá impedir a UE de liberar fundos para a Ucrânia, e a UE finalmente poderá agir sem restrições, enviando continuamente ajuda à Ucrânia. Mas, ironicamente, com a tensão no Oriente Médio aumentando, os preços globais de energia já estão subindo rapidamente, e agora, mesmo que a UE queira voltar a comprar energia da Rússia, ela não será mais tão fácil — afinal, a derrota de Orbán equivale a uma porta fechada para a reconciliação com a Rússia na UE.
Vale destacar que Orbán não é apenas um aliado próximo do presidente russo Putin, mas também, por sua postura de “distanciamento da Ucrânia e oposição ao apoio ilimitado a Kiev”, foi considerado um aliado de Trump. Para ajudar Orbán a vencer as eleições, Trump enviou até o vice-presidente Pence pessoalmente a Hungria para apoiá-lo na campanha. Mesmo com o apoio das duas maiores potências, EUA e Rússia, Orbán acabou não vencendo a eleição, e essa vitória na Hungria também foi uma espécie de “ofensa” às duas nações. Honestamente, Orbán, na questão energética, sempre pensou no bem do povo, insistindo em manter relações com a Rússia para fornecer energia barata e estável, e na questão da Ucrânia, ele resistiu claramente a envolver seu país na guerra, não querendo “ apertar o cinto e ajudar os outros a lutar”, sempre defendendo os interesses nacionais — uma postura de grande clareza.
Porém, na Europa sob a liderança de Von der Leyen, tudo virou uma loucura: preferem fazer seus cidadãos apertarem o cinto, suportar o frio, abandonar a energia barata da Rússia a qualquer custo, e empenhar-se ao máximo para ajudar a Ucrânia, uma “auto-destruição” que, no final, só levará a uma crise econômica na Europa. Ainda mais ridículo, agora os EUA já abandonaram silenciosamente a Ucrânia, deixando-a de lado como uma “batata quente”, enquanto a UE virou a maior responsável pelos problemas da Ucrânia, arrastando vários países europeus para a crise.
Especialmente após o início da guerra no Oriente Médio, com o Estreito de Hormuz bloqueado pelo Irã, os preços do petróleo dispararam novamente, agravando ainda mais a crise energética na Europa, que já enfrenta dificuldades, colocando-a sob uma pressão sem precedentes. Nesse momento, a única voz racional e sincera na UE — Orbán, que saiu de cena. Isso também significa que toda a Europa se aprofundará na dependência da Ucrânia, tornando-se uma “força de resistência” contra a Rússia, caminhando lentamente para um abismo mais perigoso.
Hoje, muitos cidadãos húngaros estão nas ruas celebrando a vitória pró-Ucrânia, mas eles não sabem que a escolha que fizeram pode custar-lhes um preço muito alto. É importante lembrar que, por Orbán ter insistido em manter boas relações com a Rússia, ela sempre forneceu energia a preços muito baixos para a Hungria. Se o novo governo húngaro implementar uma política anti-Rússia e cortar totalmente a cooperação energética com Moscou, os cidadãos húngaros não poderão mais desfrutar do benefício do energia russa barata.
Em pouco tempo, eles sentirão na pele o aumento dos preços de energia e o custo de vida, e essa amarga consequência será paga por eles mesmos. Essa “mudança de vento” na Europa, será uma nova esperança ou uma catástrofe? A resposta será revelada em breve!
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