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Trump assina e sua assinatura é estampada na nota de 100 dólares. O que isso significa para o mercado de criptomoedas?
O dólar americano está prestes a vivenciar um momento histórico raro — em 26 de março de 2026, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou oficialmente que, a partir de junho, as novas notas de 100 dólares terão a assinatura de Trump, e as demais denominações também serão substituídas progressivamente. Isso marca a primeira vez em mais de 160 anos que uma nota americana apresenta a assinatura de um presidente em exercício, quebrando uma tradição que perdura desde 1861.
Assim que a notícia foi divulgada, a reação do mercado de criptomoedas foi mais intensa do que a do setor financeiro tradicional. A razão é simples: na última semana, o mercado de criptomoedas já estava em turbulência.
No dia anterior ao anúncio, a gigante das stablecoins Circle passou por seu “momento mais sombrio” — um rascunho de lei de conformidade e transparência de reservas de stablecoins de pagamento foi vazado, fazendo o USDC despencar até 20% no mercado secundário, com bilhões de dólares em liquidez evaporando instantaneamente. Os pontos mais alarmantes do rascunho incluíam “proibir instituições não bancárias de possuírem juros sobre ativos de reserva” e “exigir que emissores de stablecoins aceitem orientação direta do Federal Reserve”. Isso significava que o modelo de lucro do Circle — usar o dinheiro dos usuários para comprar títulos do Tesouro dos EUA e ganhar juros — poderia ser legalmente confiscado, transformando a gigante de conformidade de uma empresa de tecnologia independente em uma “janela não oficial” do Federal Reserve.
No dia 27 de março, o Bitcoin caiu abaixo de US$ 69.000, um ponto crítico. A incerteza na região do Oriente Médio, o aumento dos preços do petróleo que alimenta preocupações inflacionárias, além do vencimento de opções de Bitcoin no valor de aproximadamente US$ 141,6 bilhões na Deribit, deixaram o mercado em alta tensão.
E, neste momento crucial, a assinatura de Trump será estampada no dólar.
Para o mercado de criptomoedas, o significado simbólico dessa ação é muito maior do que seu impacto prático. O ministro das Finanças, Bostick, declarou na nota oficial: “Não há maneira mais poderosa de demonstrar as realizações históricas do nosso país do que colocar o nome do presidente Trump na nota de dólar.” A mensagem é clara — o dólar está passando de uma “crença na credibilidade do Estado” para uma “marca pessoal”.
Isso encaixa perfeitamente na narrativa central do mundo cripto. O white paper do Bitcoin começa falando de um “sistema de dinheiro eletrônico ponto a ponto, sem necessidade de instituições financeiras”. Nos últimos anos, essa narrativa foi simplificada para “combater a emissão excessiva de moeda fiduciária” e “enfrentar a inflação”. Mas agora, com a assinatura do presidente na nota, a narrativa pode evoluir ainda mais: o dinheiro fiduciário está se politizando e personalizando, enquanto o Bitcoin se torna a única moeda “não personalizável”.
Mais interessante ainda é a mudança de postura de Trump em relação às criptomoedas. De criticar o Bitcoin como uma “fraude” no início, a lançar NFTs e projetos DeFi, até esta assinatura na nota de dólar — ele está, na prática, vinculando sua “marca pessoal” ao “dinheiro”. Em dezembro do ano passado, ele renomeou o American Peace Institute para “Trump Peace Institute”, incluiu seu nome no Kennedy Center e até planeja nomear a próxima geração de navios de guerra como “Classe Trump”. Agora, é a vez do dólar.
O governador da Califórnia, Newsom, zombou na plataforma X: “Hoje, quando os americanos pagarem mais contas no dia a dia, poderão claramente saber quem cobrar.” Essa frase tem sido amplamente compartilhada no mercado de criptomoedas, com comentários focados em Bitcoin e USDC.
Voltando ao aspecto de mercado, os efeitos práticos dessa mudança precisam ser analisados com cuidado. A curto prazo, a legislação americana garante que toda moeda em circulação mantenha sua força legal, e as novas notas de dólar não invalidarão as antigas nem afetarão o índice do dólar. Mas o sentimento do mercado de criptomoedas já foi impactado — nos fóruns de discussão do Eastmoney, investidores interpretaram o evento como uma “politização do dólar → aceleração do desdolarização global → aumento do interesse por RMB digital e stablecoins”.
No médio prazo, a regulamentação de stablecoins está se tornando mais rigorosa globalmente. Leis como o GENIUS nos EUA, o MiCA na UE e a nova regulamentação de stablecoins em Hong Kong competem pelo controle monetário na era digital. A queda de 20% da Circle já demonstra que quanto mais próximo do sistema financeiro tradicional, mais vulnerável ela é às disputas políticas. Quando o próprio dólar começa a adquirir forte conotação política pessoal, a preferência por ativos “descentralizados e baseados em código” pode aumentar silenciosamente.
Quanto à nota de 100 dólares com a assinatura de Trump, a impressão começará em junho. Se o governo quiser cancelar essa medida futuramente, só poderá parar de imprimir novas notas e deixar as antigas saírem de circulação naturalmente — um processo que levará bastante tempo. Assim, nos próximos anos, a assinatura de Trump estará presente, junto com o dólar, na carteira de inúmeras pessoas.
Para o mercado de criptomoedas, essa não será necessariamente uma catalisadora de crescimento imediato, mas pode se tornar uma nota de rodapé importante na narrativa de 2026: quando o dinheiro fiduciário se tornar cada vez mais uma extensão da pessoa, o Bitcoin se tornará a opção mais “neutra”.