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LFG é mais 49 termos básicos da comunidade de criptomoedas
Se recentemente descobriu o mundo das criptomoedas, provavelmente já se deparou com siglas misteriosas como GM, HODL, FOMO e LFG, que são usadas diariamente nas redes sociais e fóruns. Estes termos não são apenas abreviações, eles refletem a cultura da comunidade cripto. Vamos entender o que significam as expressões mais comuns e como navegar no universo dos ativos digitais.
Termos sociais e de negociação principais
Vamos começar com as frases mais frequentes que verá em qualquer plataforma de criptomoedas.
LFG é — uma das abreviações mais populares, que significa “Let’s F***ing Go!” (no contexto da comunidade, geralmente traduzido como um entusiasmo “Vamos lá!”). Expressa entusiasmo e apoio quando um projeto está prestes a lançar ou o preço começa a subir. É sinônimo de prontidão e espírito de luta dos investidores cripto.
GM significa “Bom dia” (Good Morning) e é usado como saudação na comunidade cripto. Não é apenas uma cortesia — é uma marca de pertença à cultura cripto.
HODL — erro ortográfico de “hold” (manter), que surgiu em 2013 e virou uma abreviação lendária. Representa a estratégia de manter criptomoedas a longo prazo, sem vendê-las, apesar das oscilações do mercado.
FOMO — medo de perder oportunidades de investimento (Fear Of Missing Out). É um fator psicológico que frequentemente leva os novatos a entrarem rapidamente na compra ao ver o preço subir.
ATH — máxima histórica (All Time High), indica o preço mais alto já atingido por um ativo.
ATL — mínima histórica (All Time Low), o oposto de ATH.
Whale — investidor que possui grande quantidade de criptomoeda, capaz de influenciar o mercado com seus movimentos.
Rekt — derivado de “wrecked” (destruído), significa uma perda severa de investimento devido a uma negociação mal-sucedida ou manipulação.
Termos técnicos e operações no mercado
Compreender esses termos é essencial para trabalhar com plataformas cripto modernas.
DeFi — finanças descentralizadas, ecossistema de aplicações financeiras que operam sem intermediários, baseadas em blockchain.
NFT — token não fungível (Non-Fungible Token), ativo digital único, que não pode ser trocado por outro de igual valor.
Staking — processo de bloquear criptomoedas para participar do consenso da rede, geralmente com recompensa.
Mining — mineração de criptomoedas, que consiste em resolver problemas matemáticos complexos e receber recompensas por isso.
Liquidity Pool — quando usuários depositam seus tokens para fornecer liquidez em exchanges descentralizadas (DEX).
Yield Farming — estratégia de obter rendimento ao fornecer liquidez ou colocar tokens em protocolos DeFi para receber recompensas.
Smart Contract — programa que executa automaticamente os termos de um acordo na blockchain, sem intermediários.
Gas Fees — taxas por transações na rede Ethereum, medidas em Gwei (uma unidade igual a 0,000000001 ETH).
Oracle — sistema que fornece dados do mundo real para contratos inteligentes, criando uma ponte entre blockchain e o mundo externo.
Termos de exchanges e estratégias
DEX — exchange descentralizada, onde não há autoridade central e as negociações ocorrem diretamente entre usuários.
CEX — exchange centralizada, com um operador central (exemplo: Gate.io).
ICO — oferta inicial de moedas (Initial Coin Offering), método de captação de recursos para projetos cripto.
Airdrop — distribuição gratuita de tokens para um grupo de usuários.
Pump and Dump — manipulação de preço: aumento artificial do valor seguido de venda rápida para lucro.
BTFD / BTD — comprar na baixa (Buy The Dip / Buy The F***ing Dip), estratégia de adquirir ativo durante queda de preço.
Rug Pull — fraude onde o desenvolvedor do projeto desaparece repentinamente após captar investimentos.
Cross-chain — interação entre diferentes blockchains, permitindo transferir ativos entre redes.
Termos de análise e indicadores financeiros
DYOR — faça sua própria pesquisa (Do Your Own Research), incentivo à responsabilidade na tomada de decisão.
FUD — medo, incerteza e dúvida (Fear, Uncertainty, Doubt), usado para descrever disseminação de informações negativas sobre um projeto.
APY — rendimento percentual anual, indicador de lucro ao longo de um ano.
TVL — valor total bloqueado (Total Value Locked), métrica do tamanho de projetos DeFi, indicando quanto de fundos está travado no protocolo.
Liquidez — quantidade de fundos disponíveis para negociação no mercado.
To the Moon — indica crescimento rápido e significativo do preço de uma criptomoeda (do inglês “para a lua”).
Shill — promover ativamente um projeto cripto para atrair novos compradores, muitas vezes sem avaliação objetiva.
Bear Market — mercado de baixa, período de queda geral dos preços.
Bull Market — mercado de alta, período de crescimento geral dos preços.
Termos estruturais e de sistema
DAO — organização autônoma descentralizada, gerida por contratos inteligentes e decisões da comunidade.
PoS — Prova de Participação (Proof of Stake), mecanismo de consenso onde validadores oferecem seus tokens como garantia.
DPoS — Prova de Participação Delegada, usada em redes como EOS.
Layer 1 — plataforma base de blockchain, como Bitcoin ou Ethereum.
Layer 2 — soluções de segunda camada para escalabilidade de blockchains principais, exemplos: Arbitrum One, Optimism, Base.
Soft Fork — atualização compatível do blockchain, que mantém compatibilidade com versões antigas.
Hard Fork — atualização incompatível, que causa divisão na cadeia.
Block Reward — quantidade de criptomoeda recebida por minerar um bloco com sucesso.
Hashrate — medida de poder computacional da rede blockchain.
Satoshi (SATS) — menor unidade de Bitcoin, 1 BTC = 100.000.000 satoshis.
Seed Phrase — conjunto de palavras para recuperação ou backup de carteira cripto.
Conceitos adicionais
Fiat — moeda fiduciária, emitida por governos e bancos centrais.
Wallet — carteira digital para armazenamento e gerenciamento de criptomoedas.
Private Key — chave privada, senha de acesso seguro à sua criptomoeda (nunca compartilhe).
Public Key — chave pública, equivalente ao seu endereço de carteira.
KYC — Conheça seu Cliente, procedimento de verificação para conformidade regulatória.
AML — combate à lavagem de dinheiro (Anti-Money Laundering).
CBDC — moeda digital de banco central (Central Bank Digital Currency).
Classificação de ativos cripto
Altcoins: alternativa ao Bitcoin
Altcoins são todas as criptomoedas diferentes do Bitcoin. Criadas para melhorar suas funções ou oferecer novas possibilidades. Principais diferenças:
A variedade de altcoins oferece oportunidades, mas também riscos. Investir requer compreensão profunda da tecnologia, equipe e possíveis problemas.
Shitcoins: criptomoedas sem valor
Shitcoins é termo para criptomoedas sem conteúdo relevante ou aplicação prática. Características:
Investir em ativos assim geralmente leva a perdas significativas. Por isso, é fundamental fazer pesquisa independente antes de qualquer investimento.
Meme Coins: cultura e criptomoeda
Meme coins são criptomoedas criadas com base em memes da internet e cultura pop. Características:
A mais famosa é Dogecoin (DOGE), criada como uma brincadeira com o meme do cachorro Shiba Inu. Com o tempo, DOGE ganhou apoio sério da comunidade. Elon Musk apoiou publicamente o projeto, e alguns comerciantes começaram a aceitar DOGE como pagamento.
Memes coins ilustram o caráter instável e criativo do mercado cripto, onde cultura e finanças se entrelaçam.
Coins de ar (Aircoins): castelos de areia
Coins de ar são criptomoedas sem valor real, suporte ou aplicação, frequentemente usadas em esquemas fraudulentos. Características:
Coins de ar são um alerta aos investidores: antes de comprar qualquer ativo, pesquise adequadamente para proteger seu capital.
Conclusão
Compreender os termos básicos do universo cripto é o primeiro passo para um investimento responsável. Desde o jargão social (GM, LFG) até conceitos técnicos (DeFi, DAO) — cada expressão abre uma porta para a cultura da comunidade cripto. Lembre-se: sempre faça seu DYOR e invista apenas o que estiver disposto a perder.