Tráfego de fundos negociados tem vindo a registar uma mudança significativa nos últimos meses. Segundo a análise de Erica Balchuna da Bloomberg Intelligence, a nova tendência refere-se principalmente a fundos focados em mercados emergentes, que acabaram de superar o seu máximo mensal histórico.
Crescimento dramático do fluxo de recursos para fundos
O influxo de capital nesses fundos triplicou em relação ao recorde mensal anterior. Embora esses fundos ETF tenham historicamente representado apenas 3 % do volume total de ativos sob gestão (AUM), conseguiram captar 13 % de todos os recursos recebidos. Esta proporção indica uma mudança significativa nas preferências dos investidores nos mercados globais.
Papel de destaque do IEMG e outros fundos
A análise detalhada do fluxo de capital revela uma distribuição interessante. A ferramenta mais popular tornou-se o iShares Core MSCI Emerging Markets (IEMG), que obteve aproximadamente duas quintas partes do influxo destinado a fundos de mercados emergentes. Vários outros fundos ETF também registaram um forte aumento de receitas, o que indica um interesse amplo de diferentes grupos de investidores nesta classe de ativos.
Expansão de carteiras em vez de substituição
Dados interessantes surgem da análise de como os recursos entrantes são distribuídos ao longo da vida dos portfólios. Novos fundos para mercados emergentes não representam uma concorrência para ações ou obrigações americanas, mas sim um complemento natural. Este fenómeno sugere que os investidores estão a orientar-se para uma estratégia de diversificação, em vez de reorientar os seus investimentos existentes.
Um forte argumento a favor de fundos focados fora dos mercados tradicionais ocidentais reflete, assim, uma mudança mais profunda na abordagem dos investidores à alocação de capital.
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Os fundos ETF em desenvolvimento atingem um fluxo de capital recorde
Tráfego de fundos negociados tem vindo a registar uma mudança significativa nos últimos meses. Segundo a análise de Erica Balchuna da Bloomberg Intelligence, a nova tendência refere-se principalmente a fundos focados em mercados emergentes, que acabaram de superar o seu máximo mensal histórico.
Crescimento dramático do fluxo de recursos para fundos
O influxo de capital nesses fundos triplicou em relação ao recorde mensal anterior. Embora esses fundos ETF tenham historicamente representado apenas 3 % do volume total de ativos sob gestão (AUM), conseguiram captar 13 % de todos os recursos recebidos. Esta proporção indica uma mudança significativa nas preferências dos investidores nos mercados globais.
Papel de destaque do IEMG e outros fundos
A análise detalhada do fluxo de capital revela uma distribuição interessante. A ferramenta mais popular tornou-se o iShares Core MSCI Emerging Markets (IEMG), que obteve aproximadamente duas quintas partes do influxo destinado a fundos de mercados emergentes. Vários outros fundos ETF também registaram um forte aumento de receitas, o que indica um interesse amplo de diferentes grupos de investidores nesta classe de ativos.
Expansão de carteiras em vez de substituição
Dados interessantes surgem da análise de como os recursos entrantes são distribuídos ao longo da vida dos portfólios. Novos fundos para mercados emergentes não representam uma concorrência para ações ou obrigações americanas, mas sim um complemento natural. Este fenómeno sugere que os investidores estão a orientar-se para uma estratégia de diversificação, em vez de reorientar os seus investimentos existentes.
Um forte argumento a favor de fundos focados fora dos mercados tradicionais ocidentais reflete, assim, uma mudança mais profunda na abordagem dos investidores à alocação de capital.