A Coreia do Sul Preside a Aliança para os Minerais Críticos: A Posição da China

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A 5 de fevereiro, os Estados Unidos formalizaram o estabelecimento de uma aliança dedicada aos minerais críticos, atribuindo à Coreia do Sul o papel de presidente do grupo até junho de 2025. Esta medida representa uma tentativa de consolidar o controlo ocidental sobre recursos estratégicos essenciais para as tecnologias futuras. A China respondeu prontamente através do seu Ministério dos Negócios Estrangeiros, sublinhando a importância de manter um sistema comercial internacional aberto e inclusivo.

Seul assume o cargo de Presidente na Iniciativa Global

A nomeação da Coreia do Sul como presidente da aliança para minerais críticos representa uma escolha significativa no cenário geopolítico asiático. De acordo com informações divulgadas pelo Jin10, esta liderança tem uma duração bem definida até junho, indicando uma abordagem estruturada e rotativa na gestão da iniciativa internacional. A decisão de confiar a coordenação a Seul reflete os atuais equilíbrios geopolíticos e o desejo ocidental de envolver parceiros asiáticos na salvaguarda das cadeias de abastecimento.

Resposta de Pequim ao Livre Comércio e Estabilidade da Cadeia de Abastecimento

O porta-voz Lin Jian, durante a conferência de imprensa rotineira do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, enfatizou a necessidade de preservar um ambiente comercial internacional baseado nos princípios de abertura, reciprocidade e benefício mútuo. Enfatizou fortemente que a estabilidade da cadeia global de abastecimento de minerais críticos constitui uma responsabilidade partilhada de todas as nações, exigindo contributos construtivos e coordenados. Esta posição destaca como Pequim considera os minerais críticos não como uma mercadoria de disputa geopolítica, mas como um recurso estratégico cuja disponibilidade deve ser regulada de acordo com princípios de equidade internacional.

Os Riscos da Fragmentação Económica Segundo Pequim

Lin Jian também expressou clara oposição a qualquer tentativa de um Estado de alterar a ordem económica e comercial internacional através da imposição de regras discriminatórias e exclusivas. O porta-voz referiu-se implicitamente às preocupações chinesas sobre a formação de blocos comerciais que poderiam fragmentar os mercados globais. Este comentário reflete as tensões subjacentes no contexto da competição sino-americana por minerais estratégicos, onde a China pretende manter a sua influência no setor ao reivindicar o princípio da transparência e inclusão nos mecanismos de comércio internacional de materiais críticos essenciais para a indústria tecnológica global.

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