A análise de fevereiro revela um padrão claro nos mercados de metais preciosos: o forte aumento dos preços do ouro e da prata após a liquidação em massa responde principalmente a reajustes de carteiras e impulsos temporários do mercado, não a uma mudança estrutural de tendência. Segundo a BlockBeats, embora os indicadores técnicos mostrem níveis de extremo otimista e posições altamente concentradas, os motores fundamentais que sustentam o mercado continuam sólidos.
Os ajustes de posições geram recuperações voláteis
Os analistas do Deutsche Bank apontam que a recente queda nas cotações foi mais profunda do que os fatores superficiais sugerem. No entanto, a capacidade dos investidores — tanto estatais quanto institucionais e de varejo — de realocar capital permanece robusta. Este contexto difere substancialmente dos períodos de fraqueza prolongada que caracterizaram os metais preciosos nas últimas décadas, como os anos 80 ou 2013.
Demanda estrutural resiste em contexto geopolítico incerto
A Barclays destaca que, diante da escalada de riscos políticos e da busca por diversificação de reservas, o ouro mantém uma demanda fundamentalmente estável. No caso da prata, seu mercado mais reduzido e volátil — marcado pela alta participação de investidores de varejo — encontra um novo suporte em suas propriedades industriais. Os especialistas ressaltam que os requisitos de prata em setores-chave como energia solar, infraestrutura de centros de dados e sistemas de inteligência artificial continuam em expansão acelerada.
Lacuna entre oferta e demanda favorece cenário de alta
A projeção do mercado de prata mostra um desequilíbrio crescente: nos próximos anos, o ritmo de aumento na oferta ficará atrás da aceleração da demanda industrial. Essa divergência entre oferta e demanda, que se espera se manter, fornece a base fundamental para sustentar o mercado de alta na prata, além dos ajustes técnicos que continuarão ocorrendo no curto prazo.
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Ouro e prata sobem novamente após ajustes técnicos enquanto os fundamentos de longo prazo se fortalecem
A análise de fevereiro revela um padrão claro nos mercados de metais preciosos: o forte aumento dos preços do ouro e da prata após a liquidação em massa responde principalmente a reajustes de carteiras e impulsos temporários do mercado, não a uma mudança estrutural de tendência. Segundo a BlockBeats, embora os indicadores técnicos mostrem níveis de extremo otimista e posições altamente concentradas, os motores fundamentais que sustentam o mercado continuam sólidos.
Os ajustes de posições geram recuperações voláteis
Os analistas do Deutsche Bank apontam que a recente queda nas cotações foi mais profunda do que os fatores superficiais sugerem. No entanto, a capacidade dos investidores — tanto estatais quanto institucionais e de varejo — de realocar capital permanece robusta. Este contexto difere substancialmente dos períodos de fraqueza prolongada que caracterizaram os metais preciosos nas últimas décadas, como os anos 80 ou 2013.
Demanda estrutural resiste em contexto geopolítico incerto
A Barclays destaca que, diante da escalada de riscos políticos e da busca por diversificação de reservas, o ouro mantém uma demanda fundamentalmente estável. No caso da prata, seu mercado mais reduzido e volátil — marcado pela alta participação de investidores de varejo — encontra um novo suporte em suas propriedades industriais. Os especialistas ressaltam que os requisitos de prata em setores-chave como energia solar, infraestrutura de centros de dados e sistemas de inteligência artificial continuam em expansão acelerada.
Lacuna entre oferta e demanda favorece cenário de alta
A projeção do mercado de prata mostra um desequilíbrio crescente: nos próximos anos, o ritmo de aumento na oferta ficará atrás da aceleração da demanda industrial. Essa divergência entre oferta e demanda, que se espera se manter, fornece a base fundamental para sustentar o mercado de alta na prata, além dos ajustes técnicos que continuarão ocorrendo no curto prazo.