A forma como entendemos o que os gatos comem transformou-se radicalmente na última década. O que antes era considerado simplesmente alimento evoluiu para uma estratégia integral de bem-estar. Segundo dados do Dane, mais de 67% dos lares convivem com pelo menos uma mascote, e o investimento anual em produtos felinos duplicou-se nesses anos. Essa evolução reflete uma mudança profunda nas prioridades dos donos: já não basta alimentar; agora trata-se de nutrir de forma inteligente.
A revolução na alimentação dos gatos: quatro ingredientes que fazem a diferença
A nutrição felina deixou de ser um aspecto secundário nos lares para se tornar uma decisão estratégica. Especialistas e empresas do setor identificaram quatro componentes-chave que definem o que comem os gatos de nova geração: vitamina A, fibra funcional, betaglucanos e prebióticos. Cada um cumpre uma função específica no organismo felino, e juntos formam a base de uma alimentação verdadeiramente protetora e equilibrada.
Os quatro pilares nutricionais que o seu gato precisa
Vitamina A: a guardiã da saúde visual e das defesas
A vitamina A desempenha um papel determinante na nutrição felina. Sua presença é crucial para manter a acuidade visual do seu gato, proteger a integridade da sua pele e fortalecer os mecanismos de defesa do organismo. Especialmente em fases sensíveis como o crescimento ou a velhice, essa vitamina ajuda a prevenir infeções e garante o funcionamento ótimo das células responsáveis pela imunidade.
Fibra funcional: mais do que uma ajuda digestiva
Quando falamos do que os gatos comem, a fibra funcional representa muito mais do que um regulador do trânsito intestinal. Atua como facilitadora da absorção de nutrientes e promotora do equilíbrio da microbiota intestinal. Este ecossistema bacteriano interno é fundamental: garante uma digestão adequada e potencializa a resposta imune desde a origem, o sistema digestivo.
Betaglucanos: ativadores do sistema de defesa
Estes compostos bioativos, reconhecidos pela sua capacidade imunostimulante, trabalham reforçando a resistência frente a agentes patogénicos. Além disso, melhoram a estrutura das vilosidades intestinais, otimizando a absorção dos nutrientes presentes na dieta diária do seu gato. A sua presença é especialmente valiosa em momentos de stress ou mudanças no ambiente.
Prebióticos: os aliados invisíveis da saúde felina
Os prebióticos nutrem diretamente as bactérias benéficas do intestino, mantendo um equilíbrio microbiota saudável e melhorando a tolerância digestiva geral. O seu papel é fundamental para prevenir alergias alimentares e potenciar o efeito de probióticos complementares, reforçando a resposta imune desde o trato digestivo.
Vitamina A, fibra e muito mais: o poder dos componentes funcionais
Tradicionalmente, estes quatro elementos têm sido incorporados de forma isolada nos alimentos comerciais para gatos. No entanto, a inovação em biotecnologia permitiu identificar um ingrediente revolucionário capaz de reunir todos esses benefícios numa só fonte: o micélio seco.
O micélio seco provém do corpo do fungo Aspergillus niger, um microrganismo utilizado em processos fermentativos para transformar açúcares em ácido cítrico. Após completar esse processo químico, o fungo é filtrado, secado minuciosamente e convertido num pó de valor nutricional extraordinário. O notável é que este único ingrediente contém proteína, vitamina A, fibra funcional, quitina, betaglucanos e propriedades prebióticas simultaneamente.
Em outras palavras, o micélio seco concentra num só componente tudo o que se considera fundamental na nutrição funcional moderna. A sua origem orgânica e o seu perfil nutricional posicionam-no como uma das apostas mais promissoras na nova geração de alimentos desenhados para gatos e cães.
Micélio seco: a inovação que reúne todos os benefícios num só
Para além da sua riqueza nutricional, o micélio seco representa um avanço significativo em sustentabilidade. Transforma aquilo que antes era um resíduo descartável de um processo químico num insumo valioso para a saúde animal. Esta reconversão permite fechar ciclos produtivos completos e aproveitar quase a totalidade dos materiais utilizados, reduzindo o impacto ambiental da indústria.
Do laboratório ao comedouro: como a Sucroal revoluciona a nutrição felina
Na Colômbia, a empresa de biotecnologia Sucroal, com sede no Valle del Cauca, liderou a incorporação deste ingrediente no seu portefólio de soluções para nutrição animal. Desde 2007, a companhia comercializa este componente tanto no mercado nacional como internacional, com aplicações confirmadas em países como a Bélgica, onde se consolidou como um insumo-chave para desenvolver produtos orientados para a saúde integral e o bem-estar animal.
O futuro do que os gatos comem: critérios de compra orientados pela ciência
O crescimento do micélio seco coincide com uma mudança mais ampla nas decisões de compra dos donos de mascotes. Cada vez mais, esses critérios respondem a preocupações com a saúde, a rastreabilidade e o respeito pelos recursos naturais. Nesse cenário, a indústria de nutrição animal enfrenta o desafio de evoluir constantemente.
Ingredientes funcionais, de procedência sustentável e respaldados cientificamente estão ganhando terreno rapidamente num mercado que busca não só alimentar os felinos, mas cuidar ativamente do seu bem-estar. A questão do que os gatos comem já não é simplesmente uma questão de satisfazer a fome, mas de contribuir para uma vida mais longa e de melhor qualidade para os nossos companheiros felinos.
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Nutrientes essenciais: o que comem os gatos modernos para uma saúde ótima
A forma como entendemos o que os gatos comem transformou-se radicalmente na última década. O que antes era considerado simplesmente alimento evoluiu para uma estratégia integral de bem-estar. Segundo dados do Dane, mais de 67% dos lares convivem com pelo menos uma mascote, e o investimento anual em produtos felinos duplicou-se nesses anos. Essa evolução reflete uma mudança profunda nas prioridades dos donos: já não basta alimentar; agora trata-se de nutrir de forma inteligente.
A revolução na alimentação dos gatos: quatro ingredientes que fazem a diferença
A nutrição felina deixou de ser um aspecto secundário nos lares para se tornar uma decisão estratégica. Especialistas e empresas do setor identificaram quatro componentes-chave que definem o que comem os gatos de nova geração: vitamina A, fibra funcional, betaglucanos e prebióticos. Cada um cumpre uma função específica no organismo felino, e juntos formam a base de uma alimentação verdadeiramente protetora e equilibrada.
Os quatro pilares nutricionais que o seu gato precisa
Vitamina A: a guardiã da saúde visual e das defesas
A vitamina A desempenha um papel determinante na nutrição felina. Sua presença é crucial para manter a acuidade visual do seu gato, proteger a integridade da sua pele e fortalecer os mecanismos de defesa do organismo. Especialmente em fases sensíveis como o crescimento ou a velhice, essa vitamina ajuda a prevenir infeções e garante o funcionamento ótimo das células responsáveis pela imunidade.
Fibra funcional: mais do que uma ajuda digestiva
Quando falamos do que os gatos comem, a fibra funcional representa muito mais do que um regulador do trânsito intestinal. Atua como facilitadora da absorção de nutrientes e promotora do equilíbrio da microbiota intestinal. Este ecossistema bacteriano interno é fundamental: garante uma digestão adequada e potencializa a resposta imune desde a origem, o sistema digestivo.
Betaglucanos: ativadores do sistema de defesa
Estes compostos bioativos, reconhecidos pela sua capacidade imunostimulante, trabalham reforçando a resistência frente a agentes patogénicos. Além disso, melhoram a estrutura das vilosidades intestinais, otimizando a absorção dos nutrientes presentes na dieta diária do seu gato. A sua presença é especialmente valiosa em momentos de stress ou mudanças no ambiente.
Prebióticos: os aliados invisíveis da saúde felina
Os prebióticos nutrem diretamente as bactérias benéficas do intestino, mantendo um equilíbrio microbiota saudável e melhorando a tolerância digestiva geral. O seu papel é fundamental para prevenir alergias alimentares e potenciar o efeito de probióticos complementares, reforçando a resposta imune desde o trato digestivo.
Vitamina A, fibra e muito mais: o poder dos componentes funcionais
Tradicionalmente, estes quatro elementos têm sido incorporados de forma isolada nos alimentos comerciais para gatos. No entanto, a inovação em biotecnologia permitiu identificar um ingrediente revolucionário capaz de reunir todos esses benefícios numa só fonte: o micélio seco.
O micélio seco provém do corpo do fungo Aspergillus niger, um microrganismo utilizado em processos fermentativos para transformar açúcares em ácido cítrico. Após completar esse processo químico, o fungo é filtrado, secado minuciosamente e convertido num pó de valor nutricional extraordinário. O notável é que este único ingrediente contém proteína, vitamina A, fibra funcional, quitina, betaglucanos e propriedades prebióticas simultaneamente.
Em outras palavras, o micélio seco concentra num só componente tudo o que se considera fundamental na nutrição funcional moderna. A sua origem orgânica e o seu perfil nutricional posicionam-no como uma das apostas mais promissoras na nova geração de alimentos desenhados para gatos e cães.
Micélio seco: a inovação que reúne todos os benefícios num só
Para além da sua riqueza nutricional, o micélio seco representa um avanço significativo em sustentabilidade. Transforma aquilo que antes era um resíduo descartável de um processo químico num insumo valioso para a saúde animal. Esta reconversão permite fechar ciclos produtivos completos e aproveitar quase a totalidade dos materiais utilizados, reduzindo o impacto ambiental da indústria.
Do laboratório ao comedouro: como a Sucroal revoluciona a nutrição felina
Na Colômbia, a empresa de biotecnologia Sucroal, com sede no Valle del Cauca, liderou a incorporação deste ingrediente no seu portefólio de soluções para nutrição animal. Desde 2007, a companhia comercializa este componente tanto no mercado nacional como internacional, com aplicações confirmadas em países como a Bélgica, onde se consolidou como um insumo-chave para desenvolver produtos orientados para a saúde integral e o bem-estar animal.
O futuro do que os gatos comem: critérios de compra orientados pela ciência
O crescimento do micélio seco coincide com uma mudança mais ampla nas decisões de compra dos donos de mascotes. Cada vez mais, esses critérios respondem a preocupações com a saúde, a rastreabilidade e o respeito pelos recursos naturais. Nesse cenário, a indústria de nutrição animal enfrenta o desafio de evoluir constantemente.
Ingredientes funcionais, de procedência sustentável e respaldados cientificamente estão ganhando terreno rapidamente num mercado que busca não só alimentar os felinos, mas cuidar ativamente do seu bem-estar. A questão do que os gatos comem já não é simplesmente uma questão de satisfazer a fome, mas de contribuir para uma vida mais longa e de melhor qualidade para os nossos companheiros felinos.