A Tether está a expandir o seu alcance ao levar a sua stablecoin principal, o $USDT, para a rede Bitcoin através da Lightning Network, uma das principais soluções de escalabilidade Layer 2.
O anúncio foi feito a 30 de janeiro de 2025 na conferência focada em Bitcoin Plan B em San Salvador, El Salvador, onde o CEO da Tether, Paolo Ardoino, e a CEO da Lightning Labs, Elizabeth Stark, revelaram a parceria estratégica.
De acordo com a Tether, a Lightning Labs desenvolveu a integração usando o protocolo Taproot Assets, que desde 2022 tem melhorado a capacidade do Bitcoin de suportar ativos tokenizados.
Um Grande Passo para Transações com Stablecoins Baseadas em Bitcoin
O $USDT, a maior stablecoin do mundo, atualmente possui uma capitalização de mercado de 139,4 mil milhões de dólares, quase o triplo do seu concorrente mais próximo, o $USDC da Circle, com 53,1 mil milhões de dólares, segundo dados da CoinGecko.
A Tether tem registado um crescimento explosivo, processando 10 mil milhões de dólares em transações em 2024 – colocando-a ao alcance do volume de transações do VISA, que é de 16 mil milhões de dólares. A stablecoin já está disponível em várias redes blockchain, incluindo Ethereum, Tron, Solana e Avalanche.
A Lightning Network oferece uma escalabilidade quase infinita ao permitir que as transações ocorram fora da cadeia, sendo apenas liquidadas na rede Bitcoin quando necessário. Esta abordagem contrasta fortemente com as dificuldades de escalabilidade de blockchains de camada única, como Solana e Tron.
Com esta integração, empresas que aceitam pagamentos em Bitcoin via Lightning Network podem agora adicionar facilmente o $USDT como opção de pagamento usando a mesma infraestrutura.
“Milhões de pessoas poderão agora usar a blockchain mais aberta e segura para enviar dólares globalmente,” disse Elizabeth Stark.
Ela também destacou o impacto que isto pode ter nos mercados emergentes, onde as stablecoins servem como uma proteção crucial contra a desvalorização da moeda.
Para além dos Pagamentos: O Futuro do Lightning e do USDT
Para além de possibilitar transações rápidas e baratas em Bitcoin, a Lightning Labs imagina que esta atualização facilitará micropagamentos, transações impulsionadas por IA e até pagamentos máquina a máquina entre veículos autónomos.
A notícia surge pouco depois de a Tether ter transferido a sua sede para El Salvador, o primeiro e único país a adotar o Bitcoin como moeda legal.
El Salvador já implementou infraestruturas alimentadas pela Lightning Network, incluindo a carteira Chivo lançada em 2021. No entanto, a adoção tem sido mista, com o governo recentemente a alterar as políticas de aceitação do Bitcoin de obrigatórias para voluntárias, como parte de um acordo de 1,4 mil milhões de dólares com o FMI.
Com a Tether e a Lightning Labs a impulsionar a inovação na camada 2 do Bitcoin, os pagamentos baseados em stablecoins poderão estar a caminho de uma adoção massiva – borrando as linhas entre as finanças tradicionais e o futuro descentralizado.
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STABLECOINS | Tether Brings $USDT to Bitcoin via Lightning Network in Groundbreaking Integration
A Tether está a expandir o seu alcance ao levar a sua stablecoin principal, o $USDT, para a rede Bitcoin através da Lightning Network, uma das principais soluções de escalabilidade Layer 2.
O anúncio foi feito a 30 de janeiro de 2025 na conferência focada em Bitcoin Plan B em San Salvador, El Salvador, onde o CEO da Tether, Paolo Ardoino, e a CEO da Lightning Labs, Elizabeth Stark, revelaram a parceria estratégica.
De acordo com a Tether, a Lightning Labs desenvolveu a integração usando o protocolo Taproot Assets, que desde 2022 tem melhorado a capacidade do Bitcoin de suportar ativos tokenizados.
Um Grande Passo para Transações com Stablecoins Baseadas em Bitcoin
O $USDT, a maior stablecoin do mundo, atualmente possui uma capitalização de mercado de 139,4 mil milhões de dólares, quase o triplo do seu concorrente mais próximo, o $USDC da Circle, com 53,1 mil milhões de dólares, segundo dados da CoinGecko.
A Tether tem registado um crescimento explosivo, processando 10 mil milhões de dólares em transações em 2024 – colocando-a ao alcance do volume de transações do VISA, que é de 16 mil milhões de dólares. A stablecoin já está disponível em várias redes blockchain, incluindo Ethereum, Tron, Solana e Avalanche.
A Lightning Network oferece uma escalabilidade quase infinita ao permitir que as transações ocorram fora da cadeia, sendo apenas liquidadas na rede Bitcoin quando necessário. Esta abordagem contrasta fortemente com as dificuldades de escalabilidade de blockchains de camada única, como Solana e Tron.
Com esta integração, empresas que aceitam pagamentos em Bitcoin via Lightning Network podem agora adicionar facilmente o $USDT como opção de pagamento usando a mesma infraestrutura.
“Milhões de pessoas poderão agora usar a blockchain mais aberta e segura para enviar dólares globalmente,” disse Elizabeth Stark.
Ela também destacou o impacto que isto pode ter nos mercados emergentes, onde as stablecoins servem como uma proteção crucial contra a desvalorização da moeda.
Para além dos Pagamentos: O Futuro do Lightning e do USDT
Para além de possibilitar transações rápidas e baratas em Bitcoin, a Lightning Labs imagina que esta atualização facilitará micropagamentos, transações impulsionadas por IA e até pagamentos máquina a máquina entre veículos autónomos.
A notícia surge pouco depois de a Tether ter transferido a sua sede para El Salvador, o primeiro e único país a adotar o Bitcoin como moeda legal.
El Salvador já implementou infraestruturas alimentadas pela Lightning Network, incluindo a carteira Chivo lançada em 2021. No entanto, a adoção tem sido mista, com o governo recentemente a alterar as políticas de aceitação do Bitcoin de obrigatórias para voluntárias, como parte de um acordo de 1,4 mil milhões de dólares com o FMI.
Com a Tether e a Lightning Labs a impulsionar a inovação na camada 2 do Bitcoin, os pagamentos baseados em stablecoins poderão estar a caminho de uma adoção massiva – borrando as linhas entre as finanças tradicionais e o futuro descentralizado.
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