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‏"O que causou o grande colapso do Bitcoin? As provas apontam para o colapso de fundos de hedge em Hong Kong"

Por: Jeff Roberts, Revista Fortune
6 de fevereiro de 2026 Tradução adaptada

Resumo do artigo:
- Principais causas do colapso:
- Teoria dos fundos de Hong Kong: colapso de fundos de hedge que usaram "Trade de Carry do Yen" (Yen Carry Trade) para financiar posições alavancadas em opções de compra (call options) do fundo BlackRock para negociação de Bitcoin à vista ‎$ibit (o maior ETF de Bitcoin), com perdas adicionais no mercado de prata.
- Liquidação de posições: o valor das posições caiu com a queda do mercado, levando a uma venda forçada de ações do fundo IBIT e a uma queda de preço.
- Outros fatores contribuintes: venda de ativos de inteligência artificial, incerteza regulatória sobre blockchain, e ligação do Bitcoin a arquivos Epstein.

O artigo completo para quem desejar ler:
As mercados de criptomoedas tiveram uma forte turbulência nesta semana, com o preço do Bitcoin caindo cerca de 15.000 dólares em 24 horas — uma queda sem precedentes desde o colapso da plataforma FTX, império do famoso estelionatário Sam Bankman em 2022.
Na sexta-feira, o Bitcoin recuperou a maior parte das perdas, negociando agora perto de 70.000 dólares, mas o incidente deixou até os mais experientes especialistas em cripto se perguntando: "O que diabos aconteceu?!"

Existem várias teorias em circulação, mas uma delas parece extremamente convincente:
Vários indicadores sugerem que a causa do colapso foi o colapso de fundos de hedge em Hong Kong que fizeram apostas altamente alavancadas em Bitcoin, e acabaram explodindo e perdendo tudo.

- Teoria do colapso dos fundos de Hong Kong:
Essa teoria foi apresentada anteriormente na plataforma X (Twitter) pelo ex-operador "Parker White", atualmente vice-presidente executivo da DeFi Development Corporation.
Em uma longa série de tweets, White afirmou que há evidências de um colapso repentino de fundos de hedge em Hong Kong que possuíam opções de compra (Call Options) no fundo BlackRock IBIT, o maior ETF de Bitcoin do mundo.

White acredita que esses fundos usaram o que é conhecido como trade de carry do Yen (Yen Carry Trade) — uma forma de arbitragem baseada na diferença de taxas de juros — para financiar posições enormes em opções de compra (Out-of-the-Money Options) no fundo IBIT.
Essas posições eram apostas arriscadas na alta do Bitcoin, que esteve estagnado desde a grande onda de vendas de outubro passado. Mas a alta esperada não se concretizou.

Ao mesmo tempo, esses fundos enfrentaram custos de financiamento crescentes devido a turbulências no mercado do Yen japonês*+, além de perdas no mercado global de prata.
Como resultado, os fundos passaram por uma “tempestade perfeita” — e, com a contínua queda do mercado de cripto nesta semana, seu valor foi reduzido a zero, levando à liquidação total, obrigando-os a vender grandes quantidades de ações do IBIT e provocando uma queda catastrófica no preço do Bitcoin*+.

- “Explosão da alavancagem e risco”: explicação simplificada:
White escreveu em linguagem de trader:
> Posso imaginar que esses fundos gerenciavam posições de opções altamente alavancadas no IBIT (Opções de compra muito fora do dinheiro = gamma extremamente alto), financiadas por empréstimos em ienes japoneses.
> Talvez o dia 10 de outubro tenha causado um grande buraco em seus balanços, e tentaram compensar isso adicionando mais alavancagem na esperança de uma “recuperação clara”.
> Mas, com as perdas aumentando e os custos de financiamento subindo, talvez tenham ficado mais desesperados e mais propensos a arriscar, entrando na negociação de prata… E, quando essa também explodiu, o colapso do Bitcoin veio para destruí-los de vez.

White também apontou que esses fundos não operam diretamente com criptomoedas, mas apenas através de fundos ETF, o que os coloca fora do sistema tradicional de cripto.
Assim, não houve sinais de alerta nas redes sociais especializadas, como o "Crypto Twitter", nem contrapartes no mercado que lançassem avisos antecipados.

- Outros fatores que contribuíram para o colapso:
Essa teoria permanece uma hipótese bem fundamentada. A história mostra que os grandes colapsos do Bitcoin geralmente resultam da combinação de vários fatores ao mesmo tempo, e não de uma única causa.
De fato, o colapso desta semana coincidiu com vendas massivas de ações de IA, incerteza política sobre um novo projeto de lei regulatório para o mercado de blockchain, além de relatórios sensacionalistas envolvendo nomes do mundo cripto nos arquivos Epstein*+ — todos fatores que alimentaram o pânico na quinta-feira.

No entanto, a explicação de White continua sendo a mais convincente até agora, especialmente porque é apoiada por outras evidências circunstanciais, como a recente decisão da SEC (SEC) de aliviar restrições ao trading de opções de Bitcoin, o que aumentou o volume de posições.

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