A incerteza macroeconómica por trás da queda geral é o verdadeiro diretor
O desempenho simultâneo de ouro, prata, ações nos EUA e criptomoedas raramente é uma coincidência. Geralmente indica que variáveis macroeconómicas estão a liderar. Os gatilhos comuns incluem: oscilações nas expectativas de juros, aumento do risco geopolítico, aperto na liquidez do dólar. #Situação atual: é hora de comprar na baixa ou esperar
Quando o mercado não consegue determinar o caminho futuro das taxas de juros, o capital tende a reduzir a exposição ao risco. Ativos de alta volatilidade são os primeiros a reagir, com as criptomoedas na linha de frente, seguidas pelas ações nos EUA, enquanto os metais preciosos oscilam entre “refúgio” e “corrida pela liquidez” — às vezes também são vendidos para cobrir margens.
Essa fase apresenta uma característica típica: boas notícias não impulsionam, más notícias caem rapidamente. Porque o capital está a reduzir posições, não a fazer julgamentos de direção.
Outro fator implícito é a estratégia quantitativa e CTA. Quando a tendência se forma, o capital programático aumenta a aposta, ampliando a volatilidade. É por isso que as quedas frequentemente acontecem de forma “acelerada”.
Portanto, esta rodada parece mais uma gestão de risco sistémica impulsionada por macro do que um colapso de mercado isolado.
Se o macro não estiver estável, o mercado também não estará. Sem uma recuperação na liquidez, as repostas de alta são na maioria técnicas.
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A incerteza macroeconómica por trás da queda geral é o verdadeiro diretor
O desempenho simultâneo de ouro, prata, ações nos EUA e criptomoedas raramente é uma coincidência. Geralmente indica que variáveis macroeconómicas estão a liderar. Os gatilhos comuns incluem: oscilações nas expectativas de juros, aumento do risco geopolítico, aperto na liquidez do dólar. #Situação atual: é hora de comprar na baixa ou esperar
Quando o mercado não consegue determinar o caminho futuro das taxas de juros, o capital tende a reduzir a exposição ao risco. Ativos de alta volatilidade são os primeiros a reagir, com as criptomoedas na linha de frente, seguidas pelas ações nos EUA, enquanto os metais preciosos oscilam entre “refúgio” e “corrida pela liquidez” — às vezes também são vendidos para cobrir margens.
Essa fase apresenta uma característica típica: boas notícias não impulsionam, más notícias caem rapidamente. Porque o capital está a reduzir posições, não a fazer julgamentos de direção.
Outro fator implícito é a estratégia quantitativa e CTA. Quando a tendência se forma, o capital programático aumenta a aposta, ampliando a volatilidade. É por isso que as quedas frequentemente acontecem de forma “acelerada”.
Portanto, esta rodada parece mais uma gestão de risco sistémica impulsionada por macro do que um colapso de mercado isolado.
Se o macro não estiver estável, o mercado também não estará. Sem uma recuperação na liquidez, as repostas de alta são na maioria técnicas.