Por que o armazenamento descentralizado tem sido sempre negligenciado? Para ser sincero, há duas palavras — lento. A latência na leitura de dados é absurdamente alta, aplicações sociais precisam de renderização instantânea, recursos de jogos exigem resposta em milissegundos; nesses cenários, o armazenamento descentralizado é praticamente um pesadelo. Mas o Walrus mudou esse panorama, permitindo leitura de dados em nível de milissegundos, quebrando o teto de desempenho que há muito tempo travava o setor.
O segredo está na inovação na solução de codificação. Os códigos de correção tradicionais usam cálculos complexos de polinômios para restaurar dados, tornando o processo de decodificação longo. O Walrus utiliza a codificação RedStuff 2D, que substitui esses cálculos por operações XOR, tornando a lógica de operação muito mais simples, e a velocidade de decodificação sobe drasticamente. Ainda melhor, seu design de fatias permite que você leia os dados sem precisar baixar uma cópia completa — basta recuperar algumas fatias principais e secundárias para fazer a restauração. Essa estratégia reduz bastante o tempo de transmissão.
Ter uma codificação eficiente não é suficiente, a arquitetura de rede também precisa acompanhar. O Walrus adota uma estratégia em camadas: os nós de borda são implantados próximos aos usuários, armazenando dados populares para acessos de alta frequência; os nós centrais armazenam dados "friamente" na parte de trás, responsáveis pela segurança a longo prazo. Quando o usuário faz a leitura, ele pega os dados diretamente do nó de borda mais próximo, sem precisar conectar-se a regiões diferentes, reduzindo drasticamente a latência da rede.
Com essa combinação, o armazenamento descentralizado finalmente deixou de ser apenas uma "ferramenta de backup frio" e começou a ter capacidade de suportar cenários de aplicações em tempo real.
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Por que o armazenamento descentralizado tem sido sempre negligenciado? Para ser sincero, há duas palavras — lento. A latência na leitura de dados é absurdamente alta, aplicações sociais precisam de renderização instantânea, recursos de jogos exigem resposta em milissegundos; nesses cenários, o armazenamento descentralizado é praticamente um pesadelo. Mas o Walrus mudou esse panorama, permitindo leitura de dados em nível de milissegundos, quebrando o teto de desempenho que há muito tempo travava o setor.
O segredo está na inovação na solução de codificação. Os códigos de correção tradicionais usam cálculos complexos de polinômios para restaurar dados, tornando o processo de decodificação longo. O Walrus utiliza a codificação RedStuff 2D, que substitui esses cálculos por operações XOR, tornando a lógica de operação muito mais simples, e a velocidade de decodificação sobe drasticamente. Ainda melhor, seu design de fatias permite que você leia os dados sem precisar baixar uma cópia completa — basta recuperar algumas fatias principais e secundárias para fazer a restauração. Essa estratégia reduz bastante o tempo de transmissão.
Ter uma codificação eficiente não é suficiente, a arquitetura de rede também precisa acompanhar. O Walrus adota uma estratégia em camadas: os nós de borda são implantados próximos aos usuários, armazenando dados populares para acessos de alta frequência; os nós centrais armazenam dados "friamente" na parte de trás, responsáveis pela segurança a longo prazo. Quando o usuário faz a leitura, ele pega os dados diretamente do nó de borda mais próximo, sem precisar conectar-se a regiões diferentes, reduzindo drasticamente a latência da rede.
Com essa combinação, o armazenamento descentralizado finalmente deixou de ser apenas uma "ferramenta de backup frio" e começou a ter capacidade de suportar cenários de aplicações em tempo real.