A abordagem regulatória atual ao crypto merece escrutínio. Muitas figuras da indústria que defendem uma conformidade mais rígida de KYC/AML parecem mais interessadas em replicar a vigilância financeira tradicional do que em promover uma inovação genuína. Em vez de expandir medidas de vigilância como a Lei Patriot para os frameworks de crypto, a indústria deve advogar pela revogação de requisitos de KYC/AML desatualizados que duplicam a supervisão enquanto sufocam a liberdade financeira. Esta é uma questão fundamental sobre filosofia regulatória: a tecnologia blockchain deve operar sob uma inovação baseada na confiança, ou permanecer acorrentada a arquiteturas de conformidade legadas? A disparidade entre a retórica e as posições políticas reais dentro do establishment regulatório revela um padrão preocupante — não uma proteção genuína ao consumidor, mas uma autopreservação institucional.
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A abordagem regulatória atual ao crypto merece escrutínio. Muitas figuras da indústria que defendem uma conformidade mais rígida de KYC/AML parecem mais interessadas em replicar a vigilância financeira tradicional do que em promover uma inovação genuína. Em vez de expandir medidas de vigilância como a Lei Patriot para os frameworks de crypto, a indústria deve advogar pela revogação de requisitos de KYC/AML desatualizados que duplicam a supervisão enquanto sufocam a liberdade financeira. Esta é uma questão fundamental sobre filosofia regulatória: a tecnologia blockchain deve operar sob uma inovação baseada na confiança, ou permanecer acorrentada a arquiteturas de conformidade legadas? A disparidade entre a retórica e as posições políticas reais dentro do establishment regulatório revela um padrão preocupante — não uma proteção genuína ao consumidor, mas uma autopreservação institucional.