Quando percebi que os robôs precisavam de uma «Identidade»: OpenMind mostra-me o futuro
Quando ouvi pela primeira vez o que o fundador da OpenMind disse, fiquei completamente atónito.
«Quando um transeunte te perguntar se tens medo dos robôs, podes simplesmente mostrar-lhe o endereço do contrato Ethereum, provando que este robô segue as leis de Asimov.»
Esta frase foi como um relâmpago, destruindo completamente a minha perceção sobre robôs e blockchain.
Por que razão os robôs precisam de uma «Identidade»? Já pensaste nisso?
Os robôs atuais parecem pequenos reinos independentes — os robôs da Tesla só reconhecem o sistema da Tesla, os robôs da Boston Dynamics vivem no seu próprio mundo fechado. Um robô de entregas encontra um robô de limpeza, e nem conseguem dizer um "olá" básico.
Isto é absurdo!
O que a OpenMind está a fazer, na essência, é emitir uma «Identidade» para todos os robôs. Com uma identidade na blockchain, o robô de entregas da Empresa A pode dizer ao carregador da Empresa B: quem sou eu, quero carregar, aqui está o meu comprovativo de pagamento. Sem precisar de humanos a fazerem trocas durante horas, sem precisar de assinar um monte de contratos.
Não é uma rede social, é um sistema operativo para a nova era Muita gente compara a OpenMind com aquelas plataformas sociais Web3, mas eu acho que isso está completamente errado.
Ela é mais parecida com o Android de antigamente — um sistema universal para todos os fabricantes de telemóveis, para que ninguém precise reinventar a roda do zero. O sistema OM1 da OpenMind é exatamente esse papel, qualquer robô pode usar, quer tenha quatro patas ou duas.
E o protocolo FABRIC é a camada de "rede de confiança" que permite que esses robôs confiem uns nos outros e colaborem. Honestamente, essa é a verdadeira infraestrutura!
Mas ainda tenho alguma preocupação A ideia técnica é realmente genial, mas na prática? A dificuldade é enorme.
Os robôs precisam de responder em milissegundos, enquanto a confirmação na blockchain leva vários segundos. Como resolver essa contradição? Os hardwares dos diferentes fabricantes variam imenso, como garantir que eles realmente possam colaborar e não apenas fazer um teatro? E mais assustador ainda, se um hacker atacar e um robô ficar fora de controlo, causando danos, quem é responsável?
E não te esqueças, gigantes como Tesla e Google podem esmagar tudo a qualquer momento.
Mesmo assim, não consigo deixar de ficar entusiasmado com esta direção. Porque pode ser a primeira vez que o mundo cripto realmente entra no mundo físico, deixando de ser só sobre especulação com moedas e NFTs, para fazer com que os robôs possam estabelecer confiança e colaborar como humanos.
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Quando percebi que os robôs precisavam de uma «Identidade»: OpenMind mostra-me o futuro
Quando ouvi pela primeira vez o que o fundador da OpenMind disse, fiquei completamente atónito.
«Quando um transeunte te perguntar se tens medo dos robôs, podes simplesmente mostrar-lhe o endereço do contrato Ethereum, provando que este robô segue as leis de Asimov.»
Esta frase foi como um relâmpago, destruindo completamente a minha perceção sobre robôs e blockchain.
Por que razão os robôs precisam de uma «Identidade»?
Já pensaste nisso?
Os robôs atuais parecem pequenos reinos independentes — os robôs da Tesla só reconhecem o sistema da Tesla, os robôs da Boston Dynamics vivem no seu próprio mundo fechado. Um robô de entregas encontra um robô de limpeza, e nem conseguem dizer um "olá" básico.
Isto é absurdo!
O que a OpenMind está a fazer, na essência, é emitir uma «Identidade» para todos os robôs. Com uma identidade na blockchain, o robô de entregas da Empresa A pode dizer ao carregador da Empresa B: quem sou eu, quero carregar, aqui está o meu comprovativo de pagamento. Sem precisar de humanos a fazerem trocas durante horas, sem precisar de assinar um monte de contratos.
Não é uma rede social, é um sistema operativo para a nova era
Muita gente compara a OpenMind com aquelas plataformas sociais Web3, mas eu acho que isso está completamente errado.
Ela é mais parecida com o Android de antigamente — um sistema universal para todos os fabricantes de telemóveis, para que ninguém precise reinventar a roda do zero. O sistema OM1 da OpenMind é exatamente esse papel, qualquer robô pode usar, quer tenha quatro patas ou duas.
E o protocolo FABRIC é a camada de "rede de confiança" que permite que esses robôs confiem uns nos outros e colaborem. Honestamente, essa é a verdadeira infraestrutura!
Mas ainda tenho alguma preocupação
A ideia técnica é realmente genial, mas na prática? A dificuldade é enorme.
Os robôs precisam de responder em milissegundos, enquanto a confirmação na blockchain leva vários segundos. Como resolver essa contradição? Os hardwares dos diferentes fabricantes variam imenso, como garantir que eles realmente possam colaborar e não apenas fazer um teatro? E mais assustador ainda, se um hacker atacar e um robô ficar fora de controlo, causando danos, quem é responsável?
E não te esqueças, gigantes como Tesla e Google podem esmagar tudo a qualquer momento.
Mesmo assim, não consigo deixar de ficar entusiasmado com esta direção. Porque pode ser a primeira vez que o mundo cripto realmente entra no mundo físico, deixando de ser só sobre especulação com moedas e NFTs, para fazer com que os robôs possam estabelecer confiança e colaborar como humanos.
Este é o futuro que quero ver.
@openmind_agi