O lingote do tamanho de um iPhone já atingiu os 30 mil dólares. Por trás deste número, reflete-se uma realidade cruel — o mundo futuro será dividido em apenas duas categorias de pessoas: aquelas que já possuem ouro e aquelas que nunca poderão comprá-lo.
A escala da dívida global atingiu um recorde na história da humanidade, e a monetização da dívida tornou-se uma tendência inevitável. Ao longo de 5000 anos de história, o ouro tem sido sempre a arma definitiva contra a depreciação da moeda. Uma vez que entra no cofre subterrâneo do banco central, o ouro nunca mais sai, e a quantidade em circulação no mercado só diminui. A reserva total de ouro mundial é de apenas 22 metros cúbicos, enquanto os bancos centrais de vários países aceleram suas compras. Os americanos comuns, com seus níveis atuais de poupança, 99% deles já não podem pagar por uma barra dessas.
O limiar para ativos essenciais está a aumentar de forma exponencial. Há 25 anos, a classe média ainda conseguia apertar os dentes e comprar uma casa em áreas centrais de cidades como Pequim, Xangai, Guangzhou e Shenzhen; há 40 anos, a classe média americana também tinha a chance de adquirir uma propriedade em Manhattan. Mas e hoje? Por mais que os preços das casas caiam, a classe média comum, mesmo se se esforçar ao máximo, só pode observar de longe.
A história do Bitcoin também dói. Há 10 anos, uma pessoa comum podia comprar facilmente dez Bitcoins; agora, nem um consegue adquirir sem esforço.
Sob o contexto da revolução tecnológica e da globalização, a riqueza mundial cresce de forma geométrica, mas a distribuição é extremamente desigual, levando a uma ampliação exponencial da disparidade de renda. Os ativos essenciais estão cada vez mais distantes do alcance das pessoas comuns. Quem tem, tem; quem não tem, talvez nunca tenha.
Ao longo da história da humanidade, cada crise financeira decorreu de uma má alocação de recursos, e cada turbulência social está enraizada em desequilíbrios na distribuição. No futuro, certamente, ocorrerá uma onda de redistribuição de riqueza, que pode acontecer daqui a 15 anos ou até daqui a 50 anos.
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O lingote do tamanho de um iPhone já atingiu os 30 mil dólares. Por trás deste número, reflete-se uma realidade cruel — o mundo futuro será dividido em apenas duas categorias de pessoas: aquelas que já possuem ouro e aquelas que nunca poderão comprá-lo.
A escala da dívida global atingiu um recorde na história da humanidade, e a monetização da dívida tornou-se uma tendência inevitável. Ao longo de 5000 anos de história, o ouro tem sido sempre a arma definitiva contra a depreciação da moeda. Uma vez que entra no cofre subterrâneo do banco central, o ouro nunca mais sai, e a quantidade em circulação no mercado só diminui. A reserva total de ouro mundial é de apenas 22 metros cúbicos, enquanto os bancos centrais de vários países aceleram suas compras. Os americanos comuns, com seus níveis atuais de poupança, 99% deles já não podem pagar por uma barra dessas.
O limiar para ativos essenciais está a aumentar de forma exponencial. Há 25 anos, a classe média ainda conseguia apertar os dentes e comprar uma casa em áreas centrais de cidades como Pequim, Xangai, Guangzhou e Shenzhen; há 40 anos, a classe média americana também tinha a chance de adquirir uma propriedade em Manhattan. Mas e hoje? Por mais que os preços das casas caiam, a classe média comum, mesmo se se esforçar ao máximo, só pode observar de longe.
A história do Bitcoin também dói. Há 10 anos, uma pessoa comum podia comprar facilmente dez Bitcoins; agora, nem um consegue adquirir sem esforço.
Sob o contexto da revolução tecnológica e da globalização, a riqueza mundial cresce de forma geométrica, mas a distribuição é extremamente desigual, levando a uma ampliação exponencial da disparidade de renda. Os ativos essenciais estão cada vez mais distantes do alcance das pessoas comuns. Quem tem, tem; quem não tem, talvez nunca tenha.
Ao longo da história da humanidade, cada crise financeira decorreu de uma má alocação de recursos, e cada turbulência social está enraizada em desequilíbrios na distribuição. No futuro, certamente, ocorrerá uma onda de redistribuição de riqueza, que pode acontecer daqui a 15 anos ou até daqui a 50 anos.