Numa altura em que os bancos centrais mundiais repensam as suas políticas de reserva, assiste-se a uma situação de mercado incomum. Enquanto o ouro à vista e a prata demonstram um crescimento sustentado, o mercado de criptomoedas, em particular o Bitcoin, está a passar por uma correção. De acordo com os últimos dados, o BTC está a ser negociado na faixa dos 92 mil dólares, tendo recuado do máximo de 126 mil dólares, registado em outubro.
Divulgação do mecanismo de transferência de capitais
Esta divergência no mercado reflete processos mais profundos na economia global. Especialistas da GlobalData analisam a reestruturação dos ativos de reserva que os bancos centrais estão a realizar. A essência do fenómeno reside na redistribuição estratégica de carteiras, influenciada pela mudança na política monetária. As instituições estão a reduzir ativamente a concentração de ativos em dólares nas suas reservas, o que acelera objetivamente o processo de desdolarização da economia global.
Perspetivas para os metais preciosos
Ramnivas Mundada, analista principal da GlobalData, prevê um potencial de crescimento significativo para ativos tradicionais. Em 2026, espera-se um aumento no valor do ouro entre 8-15%, enquanto a prata pode subir entre 20-35%. Esta dinâmica assimétrica explica-se pelo aumento da procura dos investidores por ativos físicos em condições de crescente incerteza no mercado global.
Repensar das estratégias de investimento
A atual divergência entre os mercados tradicionais e as criptomoedas indica uma mudança de grande escala na gestão de carteiras. Os atores institucionais estão a reavaliar o papel dos ativos materiais escassos — desde o ouro à vista até à prata — como buffers contra as flutuações cambiais. Simultaneamente, a classe de ativos de criptomoedas está a ser revista à medida que os participantes do mercado se adaptam à nova realidade na macroeconomia global.
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Reavaliação global de ativos: por que os metais tradicionais estão a superar o Bitcoin
Numa altura em que os bancos centrais mundiais repensam as suas políticas de reserva, assiste-se a uma situação de mercado incomum. Enquanto o ouro à vista e a prata demonstram um crescimento sustentado, o mercado de criptomoedas, em particular o Bitcoin, está a passar por uma correção. De acordo com os últimos dados, o BTC está a ser negociado na faixa dos 92 mil dólares, tendo recuado do máximo de 126 mil dólares, registado em outubro.
Divulgação do mecanismo de transferência de capitais
Esta divergência no mercado reflete processos mais profundos na economia global. Especialistas da GlobalData analisam a reestruturação dos ativos de reserva que os bancos centrais estão a realizar. A essência do fenómeno reside na redistribuição estratégica de carteiras, influenciada pela mudança na política monetária. As instituições estão a reduzir ativamente a concentração de ativos em dólares nas suas reservas, o que acelera objetivamente o processo de desdolarização da economia global.
Perspetivas para os metais preciosos
Ramnivas Mundada, analista principal da GlobalData, prevê um potencial de crescimento significativo para ativos tradicionais. Em 2026, espera-se um aumento no valor do ouro entre 8-15%, enquanto a prata pode subir entre 20-35%. Esta dinâmica assimétrica explica-se pelo aumento da procura dos investidores por ativos físicos em condições de crescente incerteza no mercado global.
Repensar das estratégias de investimento
A atual divergência entre os mercados tradicionais e as criptomoedas indica uma mudança de grande escala na gestão de carteiras. Os atores institucionais estão a reavaliar o papel dos ativos materiais escassos — desde o ouro à vista até à prata — como buffers contra as flutuações cambiais. Simultaneamente, a classe de ativos de criptomoedas está a ser revista à medida que os participantes do mercado se adaptam à nova realidade na macroeconomia global.