O sistema financeiro centralizado depende de múltiplos intermediários, o que resulta em baixa eficiência e altos custos; esse problema existe há muito tempo. Com o surgimento da blockchain, as características de descentralização e transparência trouxeram esperança, mas também novos desafios: transparência total significa que todos os detalhes das transações e informações dos participantes ficarão expostos, o que é um pesadelo para instituições financeiras que precisam proteger segredos comerciais.
Por um lado, é necessário transparência; por outro, privacidade — esse conflito é a principal razão pela qual muitas grandes instituições relutam em colocar seus dados na blockchain em grande escala. Uma equipe percebeu agudamente essa dor e não fez pequenos ajustes na blockchain existente, mas redesenhou do zero.
A solução central deles consiste em usar ferramentas criptográficas como provas de conhecimento zero, criando um estado engenhoso: **dados na cadeia, mas invisíveis para você**. Como isso é feito? Através de contratos inteligentes confidenciais, informações sensíveis como contraparte, valores específicos e termos do contrato permanecem criptografadas durante a execução, acessíveis apenas às partes envolvidas. Ao mesmo tempo, o sistema gera automaticamente provas criptográficas que permitem às autoridades reguladoras e auditores verificar se as transações cumprem as regras de combate à lavagem de dinheiro e regulamentos de valores mobiliários — sem precisar acessar os dados originais.
Isso é como quebrar uma questão impossível. As instituições financeiras agora podem, ao mesmo tempo em que protegem segredos comerciais, usar a blockchain para liquidação transfronteiriça, tokenização de ativos e automação de negociações de derivativos, aumentando a eficiência e reduzindo custos. Privacidade e conformidade deixam de ser opostos e passam a ser complementares.
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O sistema financeiro centralizado depende de múltiplos intermediários, o que resulta em baixa eficiência e altos custos; esse problema existe há muito tempo. Com o surgimento da blockchain, as características de descentralização e transparência trouxeram esperança, mas também novos desafios: transparência total significa que todos os detalhes das transações e informações dos participantes ficarão expostos, o que é um pesadelo para instituições financeiras que precisam proteger segredos comerciais.
Por um lado, é necessário transparência; por outro, privacidade — esse conflito é a principal razão pela qual muitas grandes instituições relutam em colocar seus dados na blockchain em grande escala. Uma equipe percebeu agudamente essa dor e não fez pequenos ajustes na blockchain existente, mas redesenhou do zero.
A solução central deles consiste em usar ferramentas criptográficas como provas de conhecimento zero, criando um estado engenhoso: **dados na cadeia, mas invisíveis para você**. Como isso é feito? Através de contratos inteligentes confidenciais, informações sensíveis como contraparte, valores específicos e termos do contrato permanecem criptografadas durante a execução, acessíveis apenas às partes envolvidas. Ao mesmo tempo, o sistema gera automaticamente provas criptográficas que permitem às autoridades reguladoras e auditores verificar se as transações cumprem as regras de combate à lavagem de dinheiro e regulamentos de valores mobiliários — sem precisar acessar os dados originais.
Isso é como quebrar uma questão impossível. As instituições financeiras agora podem, ao mesmo tempo em que protegem segredos comerciais, usar a blockchain para liquidação transfronteiriça, tokenização de ativos e automação de negociações de derivativos, aumentando a eficiência e reduzindo custos. Privacidade e conformidade deixam de ser opostos e passam a ser complementares.