Achas que sabes como usar o teu cartão de crédito? Uma pesquisa surpreendente revelou que a maioria dos titulares de cartões está a perder oportunidades de poupança significativa. A diferença entre o que as pessoas pensam que sabem e o que realmente as poupa dinheiro está a custar aos consumidores milhares anualmente. Aqui está o que os dados mostram — e o que precisas de saber para obter o melhor cartão de crédito para ti.
Transferências de saldo nem sempre são o teu herói de poupança
Uma das maiores ideias erradas? As pessoas assumem que transferir dívida para um cartão com juros a 0% poupa automaticamente dinheiro. A realidade é mais complicada. Sim, transferências de saldo podem acelerar o pagamento da dívida, mas aqui está o que os titulares de cartões deixam passar: a maioria das transferências cobra entre 3-5% do valor transferido de upfront. Faz as contas. Se estás a transferir 5.000€, isso equivale a 150-$250 em taxas logo aí. Tens de calcular se os juros que pagarías por ficar na mesma posição excedem essa taxa. Apenas 22% dos inquiridos compreenderam esta troca.
A verdadeira estratégia: Uma transferência de saldo só faz sentido se as poupanças totais (juros evitados menos a taxa de transferência) forem substanciais o suficiente para justificar a mudança — e se realmente usares esse espaço para pagar o principal mais rapidamente.
O teu limite de crédito é negociável (A maioria das pessoas não sabe isto)
Aqui está algo que os emissores não anunciam em voz alta: podes pedir um limite de crédito mais alto, e eles vão considerar. Eles vão olhar para o teu rendimento, dívidas e histórico de crédito. Sem garantia, mas perguntar não custa nada. Ainda assim, 76% dos inquiridos sabiam disto — o que significa que 24% das pessoas estão a deixar potencial de flexibilidade de crédito na mesa.
Por que é importante? Um limite mais alto melhora a tua taxa de utilização de crédito (a percentagem de crédito disponível que usas), o que impacta diretamente na tua pontuação de crédito.
Negociar a tua taxa de juros realmente funciona
Queres ouvir algo que ainda menos pessoas sabem? Podes ligar para o teu emissor de cartão e pedir uma taxa de juros mais baixa. Sério. Se tens sido um cliente fiável, especialmente com um bom histórico de pagamentos, os emissores às vezes dizem sim.
O impacto: Se normalmente manténs um saldo mensal, mesmo uma redução de 2-3% na taxa traduz-se em poupanças reais ao longo do tempo. Mas apenas metade dos inquiridos sabia que isto era possível. A outra metade? Provavelmente estão a pagar a mais sem sequer perceberem que tinham uma jogada.
Planos de dificuldades financeiras têm requisitos rigorosos
Durante tempos difíceis — perda de emprego, emergência médica, crise familiar — alguns emissores oferecem alívio temporário através de programas de dificuldades. Podem reduzir encargos de juros ou isentar taxas temporariamente. O problema? Tens de qualificar-te. Nem todos são aprovados, e os emissores não mencionam estes programas a menos que perguntas. Apenas 18% dos inquiridos entenderam a realidade aqui. A maioria das pessoas nem sequer sabe que a opção existe.
Podes mudar de cartão sem fechar a tua conta
Aqui está uma joia escondida: se queres passar de um cartão para outro do mesmo emissor (mesma estrutura de recompensas, taxa anual mais baixa, seja o que for), não precisas de fechar a conta antiga e começar do zero. Chama-se uma “alteração de produto”, e mantém a tua conta aberta sob um novo número de cartão.
Por que isto importa: A duração do teu histórico de crédito conta para a tua pontuação. Manter a conta aberta preserva esse histórico. Ainda assim, apenas 23% dos inquiridos sabiam sobre alterações de produto. A maioria assume que mudar significa fechar, o que prejudica as pontuações de crédito.
Taxas de atraso não estão fixas
Aqui está o que é surpreendente: os emissores podem isentar taxas de atraso, mas não vão voluntariamente divulgar essa informação. Se perguntas — e tens um bom histórico de pagamentos — muitos vão isentar pelo menos a primeira taxa de atraso (até $30 em poupanças). Apenas 37% dos inquiridos sabiam que isto era negociável.
O segredo: taxas de atraso não são resultados obrigatórios. São pontos de negociação.
Podes evitar juros completamente
A dica mais simples para construir riqueza que a maioria das pessoas ignora: paga o saldo total todos os meses, e não pagas juros. Ainda tens proteção contra fraudes, recompensas, proteção de compras — todos os benefícios — sem pagar um único cêntimo em encargos financeiros. Surpreendentemente, 54% dos inquiridos sabiam disto, mas 46% não. Isso é quase metade dos titulares de cartões a pagar juros desnecessariamente.
Pagamentos mínimos são uma armadilha de dívida
A última ideia errada que mais prejudica as pessoas: pagar apenas o mínimo permite escapar rapidamente da dívida. Falso. O mínimo geralmente cobre juros mais uma fração do principal real. Pagar apenas o mínimo pode estender o pagamento da dívida por anos. A tua fatura mostra exatamente quanto tempo — verifica. 64% dos inquiridos entenderam esta matemática, mas um terço não percebeu quão lentamente os mínimos liquidam a dívida.
O verdadeiro custo da ignorância sobre cartões de crédito
Os dados da pesquisa contam uma história clara: lacunas significativas no conhecimento do consumidor traduzem-se diretamente em dinheiro desperdiçado. Seja pelas taxas de transferência de saldo que não calculaste, taxas de juros que nunca negociaste ou opções de dificuldades financeiras que não sabias que existiam, a falta de conhecimento é cara.
O teu emissor conta que não perguntas. Contam que não sabes o que é possível. O melhor cartão de crédito para ti não é só sobre recompensas ou cashback — é sobre entender o que podes pedir, o que podes negociar e que recursos podes realmente aproveitar.
Liga o telefone. Faz perguntas. Lê as tuas faturas. A diferença entre os titulares de cartões médios e os inteligentes financeiramente muitas vezes resume-se a isto: os inteligentes perguntam.
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8 Segredos do Cartão de Crédito que a Maioria das Pessoas Erra — E Como Eles Custam Dinheiro
Achas que sabes como usar o teu cartão de crédito? Uma pesquisa surpreendente revelou que a maioria dos titulares de cartões está a perder oportunidades de poupança significativa. A diferença entre o que as pessoas pensam que sabem e o que realmente as poupa dinheiro está a custar aos consumidores milhares anualmente. Aqui está o que os dados mostram — e o que precisas de saber para obter o melhor cartão de crédito para ti.
Transferências de saldo nem sempre são o teu herói de poupança
Uma das maiores ideias erradas? As pessoas assumem que transferir dívida para um cartão com juros a 0% poupa automaticamente dinheiro. A realidade é mais complicada. Sim, transferências de saldo podem acelerar o pagamento da dívida, mas aqui está o que os titulares de cartões deixam passar: a maioria das transferências cobra entre 3-5% do valor transferido de upfront. Faz as contas. Se estás a transferir 5.000€, isso equivale a 150-$250 em taxas logo aí. Tens de calcular se os juros que pagarías por ficar na mesma posição excedem essa taxa. Apenas 22% dos inquiridos compreenderam esta troca.
A verdadeira estratégia: Uma transferência de saldo só faz sentido se as poupanças totais (juros evitados menos a taxa de transferência) forem substanciais o suficiente para justificar a mudança — e se realmente usares esse espaço para pagar o principal mais rapidamente.
O teu limite de crédito é negociável (A maioria das pessoas não sabe isto)
Aqui está algo que os emissores não anunciam em voz alta: podes pedir um limite de crédito mais alto, e eles vão considerar. Eles vão olhar para o teu rendimento, dívidas e histórico de crédito. Sem garantia, mas perguntar não custa nada. Ainda assim, 76% dos inquiridos sabiam disto — o que significa que 24% das pessoas estão a deixar potencial de flexibilidade de crédito na mesa.
Por que é importante? Um limite mais alto melhora a tua taxa de utilização de crédito (a percentagem de crédito disponível que usas), o que impacta diretamente na tua pontuação de crédito.
Negociar a tua taxa de juros realmente funciona
Queres ouvir algo que ainda menos pessoas sabem? Podes ligar para o teu emissor de cartão e pedir uma taxa de juros mais baixa. Sério. Se tens sido um cliente fiável, especialmente com um bom histórico de pagamentos, os emissores às vezes dizem sim.
O impacto: Se normalmente manténs um saldo mensal, mesmo uma redução de 2-3% na taxa traduz-se em poupanças reais ao longo do tempo. Mas apenas metade dos inquiridos sabia que isto era possível. A outra metade? Provavelmente estão a pagar a mais sem sequer perceberem que tinham uma jogada.
Planos de dificuldades financeiras têm requisitos rigorosos
Durante tempos difíceis — perda de emprego, emergência médica, crise familiar — alguns emissores oferecem alívio temporário através de programas de dificuldades. Podem reduzir encargos de juros ou isentar taxas temporariamente. O problema? Tens de qualificar-te. Nem todos são aprovados, e os emissores não mencionam estes programas a menos que perguntas. Apenas 18% dos inquiridos entenderam a realidade aqui. A maioria das pessoas nem sequer sabe que a opção existe.
Podes mudar de cartão sem fechar a tua conta
Aqui está uma joia escondida: se queres passar de um cartão para outro do mesmo emissor (mesma estrutura de recompensas, taxa anual mais baixa, seja o que for), não precisas de fechar a conta antiga e começar do zero. Chama-se uma “alteração de produto”, e mantém a tua conta aberta sob um novo número de cartão.
Por que isto importa: A duração do teu histórico de crédito conta para a tua pontuação. Manter a conta aberta preserva esse histórico. Ainda assim, apenas 23% dos inquiridos sabiam sobre alterações de produto. A maioria assume que mudar significa fechar, o que prejudica as pontuações de crédito.
Taxas de atraso não estão fixas
Aqui está o que é surpreendente: os emissores podem isentar taxas de atraso, mas não vão voluntariamente divulgar essa informação. Se perguntas — e tens um bom histórico de pagamentos — muitos vão isentar pelo menos a primeira taxa de atraso (até $30 em poupanças). Apenas 37% dos inquiridos sabiam que isto era negociável.
O segredo: taxas de atraso não são resultados obrigatórios. São pontos de negociação.
Podes evitar juros completamente
A dica mais simples para construir riqueza que a maioria das pessoas ignora: paga o saldo total todos os meses, e não pagas juros. Ainda tens proteção contra fraudes, recompensas, proteção de compras — todos os benefícios — sem pagar um único cêntimo em encargos financeiros. Surpreendentemente, 54% dos inquiridos sabiam disto, mas 46% não. Isso é quase metade dos titulares de cartões a pagar juros desnecessariamente.
Pagamentos mínimos são uma armadilha de dívida
A última ideia errada que mais prejudica as pessoas: pagar apenas o mínimo permite escapar rapidamente da dívida. Falso. O mínimo geralmente cobre juros mais uma fração do principal real. Pagar apenas o mínimo pode estender o pagamento da dívida por anos. A tua fatura mostra exatamente quanto tempo — verifica. 64% dos inquiridos entenderam esta matemática, mas um terço não percebeu quão lentamente os mínimos liquidam a dívida.
O verdadeiro custo da ignorância sobre cartões de crédito
Os dados da pesquisa contam uma história clara: lacunas significativas no conhecimento do consumidor traduzem-se diretamente em dinheiro desperdiçado. Seja pelas taxas de transferência de saldo que não calculaste, taxas de juros que nunca negociaste ou opções de dificuldades financeiras que não sabias que existiam, a falta de conhecimento é cara.
O teu emissor conta que não perguntas. Contam que não sabes o que é possível. O melhor cartão de crédito para ti não é só sobre recompensas ou cashback — é sobre entender o que podes pedir, o que podes negociar e que recursos podes realmente aproveitar.
Liga o telefone. Faz perguntas. Lê as tuas faturas. A diferença entre os titulares de cartões médios e os inteligentes financeiramente muitas vezes resume-se a isto: os inteligentes perguntam.