Os mercados de petróleo estão sob uma pressão de venda renovada à medida que os traders navegam por uma mistura complexa de obstáculos. O crude Brent recuou mais de 1% para $60,13 por barril, enquanto o WTI caiu 1% para $56,73, ambos refletindo preocupações crescentes sobre condições de excesso de oferta e enfraquecimento da procura global.
OPEP+ Mantém Rumo Apesar da Fragilidade do Mercado
Na reunião de domingo, a OPEP+ optou por manter os níveis de produção estáveis até ao primeiro trimestre, uma decisão que reforça a confiança do grupo na gestão da dinâmica do mercado. No entanto, as oito nações membros—Arábia Saudita, Rússia, Emirados Árabes Unidos, Cazaquistão, Kuwait, Iraque, Argélia e Omã—continuam preparadas para aumentar a produção em 2,9 milhões de barris por dia de abril a dezembro de 2025. Este aumento de produção representa quase 3% da procura diária global e sinaliza vulnerabilidades potenciais à narrativa do excesso de oferta que já pressiona os preços.
A Desaceleração Económica da China Aumenta o Perfil Baixista
Do lado da procura, os obstáculos estão a aumentar. Um indicador do setor privado revelou que a atividade de serviços na China expandiu-se ao ritmo mais fraco em meio ano durante dezembro, com a criação de novos negócios e a procura externa a recuarem. A perspetiva económica mais ampla para o maior importador de crude do mundo permanece obscurecida por um consumo de consumidores moderado e por tensões comerciais crescentes, o que prejudica ainda mais as perspetivas de recuperação da procura de petróleo a curto prazo.
A Força do Dólar e a Incerteza na Venezuela Agravam as Perdas
A valorização do dólar americano—impulsionada por tensões geopolíticas aumentadas em torno de possíveis mudanças de liderança na Venezuela—adiciona uma camada adicional de pressão descendente sobre as avaliações do crude. Há uma crescente especulação de que a rápida revitalização da produção venezuelana, combinada com abordagens de política mais flexíveis, poderia agravar o cenário de excesso de oferta global, mantendo os mercados de crude sob pressão estrutural a curto prazo.
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Os mercados de crude enfrentam pressões multifacetadas em meio a riscos de excesso de oferta
Os mercados de petróleo estão sob uma pressão de venda renovada à medida que os traders navegam por uma mistura complexa de obstáculos. O crude Brent recuou mais de 1% para $60,13 por barril, enquanto o WTI caiu 1% para $56,73, ambos refletindo preocupações crescentes sobre condições de excesso de oferta e enfraquecimento da procura global.
OPEP+ Mantém Rumo Apesar da Fragilidade do Mercado
Na reunião de domingo, a OPEP+ optou por manter os níveis de produção estáveis até ao primeiro trimestre, uma decisão que reforça a confiança do grupo na gestão da dinâmica do mercado. No entanto, as oito nações membros—Arábia Saudita, Rússia, Emirados Árabes Unidos, Cazaquistão, Kuwait, Iraque, Argélia e Omã—continuam preparadas para aumentar a produção em 2,9 milhões de barris por dia de abril a dezembro de 2025. Este aumento de produção representa quase 3% da procura diária global e sinaliza vulnerabilidades potenciais à narrativa do excesso de oferta que já pressiona os preços.
A Desaceleração Económica da China Aumenta o Perfil Baixista
Do lado da procura, os obstáculos estão a aumentar. Um indicador do setor privado revelou que a atividade de serviços na China expandiu-se ao ritmo mais fraco em meio ano durante dezembro, com a criação de novos negócios e a procura externa a recuarem. A perspetiva económica mais ampla para o maior importador de crude do mundo permanece obscurecida por um consumo de consumidores moderado e por tensões comerciais crescentes, o que prejudica ainda mais as perspetivas de recuperação da procura de petróleo a curto prazo.
A Força do Dólar e a Incerteza na Venezuela Agravam as Perdas
A valorização do dólar americano—impulsionada por tensões geopolíticas aumentadas em torno de possíveis mudanças de liderança na Venezuela—adiciona uma camada adicional de pressão descendente sobre as avaliações do crude. Há uma crescente especulação de que a rápida revitalização da produção venezuelana, combinada com abordagens de política mais flexíveis, poderia agravar o cenário de excesso de oferta global, mantendo os mercados de crude sob pressão estrutural a curto prazo.