Quando as manchetes farmacêuticas dominam os ciclos de notícias financeiras, geralmente giram em torno de uma narrativa dominante. Atualmente, essa história centra-se nos medicamentos para perda de peso à base de GLP-1. Embora esta classe terapêutica represente uma verdadeira inovação, os observadores do setor frequentemente notam que os participantes do mercado tendem a concentrar-se excessivamente em setores em tendência, criando desequilíbrios de avaliação em todo o panorama farmacêutico mais amplo.
Eli Lilly encontra-se no epicentro desta tendência, tendo conquistado uma participação significativa no mercado de GLP-1 com medicamentos como Mounjaro e Zepbound. O preço das ações da empresa reflete essa proeminência—o seu rácio preço/lucro atual situa-se aproximadamente em 50, em comparação com uma média de cinco anos de 53. O que é particularmente notável é que estes dois medicamentos já representam mais da metade da receita da empresa, uma concentração que introduz vulnerabilidade caso a dinâmica competitiva mude.
Uma Perspetiva Contrária sobre Melhor Ação Farmacêutica para Comprar
Para investidores à procura de oportunidades de melhor ação farmacêutica para comprar fora do foco principal, Bristol Myers Squibb (NYSE: BMY) e Merck (NYSE: MRK) merecem consideração séria. Estes titãs farmacêuticos mantêm modelos de negócio e perfis de avaliação fundamentalmente diferentes.
A Merck concentra o seu pipeline em condições cardiovasculares, oncologia e tratamentos de doenças infecciosas. A Bristol Myers Squibb constrói igualmente o seu portfólio em torno de cardiologia, terapias contra o câncer e imunologia. Nenhuma das empresas persegue agressivamente a designação de melhor ação farmacêutica para comprar através da competição de GLP-1. Consequentemente, a atenção dos investidores desviou-se para outros setores, criando ineficiências de preço significativas.
Análise Comparativa de Avaliação
O caso numérico torna-se convincente ao examinar métricas lado a lado:
Perfil de avaliação da Merck:
Rácio P/E: 13 (negociando abaixo da sua média de cinco anos de 21)
Rendimento de dividendos: 3,4%
Taxa de pagamento de dividendos: aproximadamente 45%
Métricas da Bristol Myers Squibb:
Rácio P/E: 17,5
Rendimento de dividendos: 4,7%
Taxa de pagamento de dividendos: quase 85%
Eli Lilly, para referência:
Rácio P/E: ~50
Rendimento de dividendos: 0,6%
Esta divergência é bastante relevante. A política conservadora de pagamento de dividendos da Merck atrai investidores focados em rendimento e sustentabilidade, enquanto a Bristol Myers Squibb oferece um rendimento substancialmente mais alto para aqueles que aceitam níveis elevados de pagamento. Ambas as posições representam descontos consideráveis em relação ao líder de GLP-1.
O Fator Cliff das Patentes
Uma consideração crítica no investimento farmacêutico envolve compreender a dinâmica de proteção de patentes. Quando os medicamentos perdem a exclusividade, os lucros anteriormente elevados diminuem substancialmente—um fenómeno conhecido como o cliff das patentes. Esta realidade garante que todas as empresas farmacêuticas busquem continuamente novos tratamentos. Embora a Eli Lilly domine atualmente as manchetes, o precedente histórico demonstra que as posições de liderança podem mudar. A Novo Nordisk anteriormente liderava a corrida de GLP-1 antes de a Eli Lilly a superar, reforçando que o domínio de mercado permanece condicional.
Vantagens Competitivas Duradouras
Bristol Myers Squibb e Merck representam veteranos da indústria farmacêutica com resiliência demonstrada a longo prazo. Os seus portfólios terapêuticos diversificados—abrangendo múltiplas áreas de doença, em vez de depender fortemente de um único ativo—proporcionam vantagens estruturais durante rotações de mercado. Estas organizações possuem capacidades de I&D, expertise regulatória e infraestrutura global necessárias para competir eficazmente em cenários terapêuticos em mudança.
Para investidores desconfortáveis com os múltiplos de avaliação atualmente dominantes no sentimento de mercado para melhor ação farmacêutica para comprar, estes players estabelecidos oferecem alternativas convincentes, fundamentadas na excelência operacional demonstrada e numa renda de dividendos acessível.
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Gigantes farmacêuticas negligenciadas oferecem melhor valor do que os favoritos GLP-1
O Foco Restrito do Mercado
Quando as manchetes farmacêuticas dominam os ciclos de notícias financeiras, geralmente giram em torno de uma narrativa dominante. Atualmente, essa história centra-se nos medicamentos para perda de peso à base de GLP-1. Embora esta classe terapêutica represente uma verdadeira inovação, os observadores do setor frequentemente notam que os participantes do mercado tendem a concentrar-se excessivamente em setores em tendência, criando desequilíbrios de avaliação em todo o panorama farmacêutico mais amplo.
Eli Lilly encontra-se no epicentro desta tendência, tendo conquistado uma participação significativa no mercado de GLP-1 com medicamentos como Mounjaro e Zepbound. O preço das ações da empresa reflete essa proeminência—o seu rácio preço/lucro atual situa-se aproximadamente em 50, em comparação com uma média de cinco anos de 53. O que é particularmente notável é que estes dois medicamentos já representam mais da metade da receita da empresa, uma concentração que introduz vulnerabilidade caso a dinâmica competitiva mude.
Uma Perspetiva Contrária sobre Melhor Ação Farmacêutica para Comprar
Para investidores à procura de oportunidades de melhor ação farmacêutica para comprar fora do foco principal, Bristol Myers Squibb (NYSE: BMY) e Merck (NYSE: MRK) merecem consideração séria. Estes titãs farmacêuticos mantêm modelos de negócio e perfis de avaliação fundamentalmente diferentes.
A Merck concentra o seu pipeline em condições cardiovasculares, oncologia e tratamentos de doenças infecciosas. A Bristol Myers Squibb constrói igualmente o seu portfólio em torno de cardiologia, terapias contra o câncer e imunologia. Nenhuma das empresas persegue agressivamente a designação de melhor ação farmacêutica para comprar através da competição de GLP-1. Consequentemente, a atenção dos investidores desviou-se para outros setores, criando ineficiências de preço significativas.
Análise Comparativa de Avaliação
O caso numérico torna-se convincente ao examinar métricas lado a lado:
Perfil de avaliação da Merck:
Métricas da Bristol Myers Squibb:
Eli Lilly, para referência:
Esta divergência é bastante relevante. A política conservadora de pagamento de dividendos da Merck atrai investidores focados em rendimento e sustentabilidade, enquanto a Bristol Myers Squibb oferece um rendimento substancialmente mais alto para aqueles que aceitam níveis elevados de pagamento. Ambas as posições representam descontos consideráveis em relação ao líder de GLP-1.
O Fator Cliff das Patentes
Uma consideração crítica no investimento farmacêutico envolve compreender a dinâmica de proteção de patentes. Quando os medicamentos perdem a exclusividade, os lucros anteriormente elevados diminuem substancialmente—um fenómeno conhecido como o cliff das patentes. Esta realidade garante que todas as empresas farmacêuticas busquem continuamente novos tratamentos. Embora a Eli Lilly domine atualmente as manchetes, o precedente histórico demonstra que as posições de liderança podem mudar. A Novo Nordisk anteriormente liderava a corrida de GLP-1 antes de a Eli Lilly a superar, reforçando que o domínio de mercado permanece condicional.
Vantagens Competitivas Duradouras
Bristol Myers Squibb e Merck representam veteranos da indústria farmacêutica com resiliência demonstrada a longo prazo. Os seus portfólios terapêuticos diversificados—abrangendo múltiplas áreas de doença, em vez de depender fortemente de um único ativo—proporcionam vantagens estruturais durante rotações de mercado. Estas organizações possuem capacidades de I&D, expertise regulatória e infraestrutura global necessárias para competir eficazmente em cenários terapêuticos em mudança.
Para investidores desconfortáveis com os múltiplos de avaliação atualmente dominantes no sentimento de mercado para melhor ação farmacêutica para comprar, estes players estabelecidos oferecem alternativas convincentes, fundamentadas na excelência operacional demonstrada e numa renda de dividendos acessível.