Quando as empresas precisam de capital para expansão, equipamentos ou pesquisa, geralmente optam entre emprestar de instituições financeiras ou emitir ações ao público. As ações ordinárias representam participações de propriedade numa empresa. Ao contrário dos detentores de ações preferenciais, os acionistas ordinários possuem direitos de voto que lhes permitem influenciar decisões e políticas corporativas. Este poder de voto vem acompanhado de outro benefício: a potencialidade de receber dividendos—distribuições dos lucros da empresa aos acionistas.
O Papel dos Lucros Retidos
Lucros retidos representam a porção do lucro líquido de uma empresa que a gestão decide não distribuir aos acionistas como dividendos. Em vez disso, esses fundos são reinvestidos na empresa. No balanço de uma empresa, os lucros retidos aparecem sob o patrimônio líquido dos acionistas e podem ser alocados para desenvolvimento tecnológico, atualizações de software, redução de dívidas ou aquisições.
O cálculo é simples: Lucros retidos iniciais + Lucro líquido - Dividendos pagos = Lucros retidos finais. Por exemplo, se uma empresa começa com $1 milhões em lucros retidos, gera $1 milhões em lucro líquido e distribui $200.000 em dividendos, seus lucros retidos totalizariam $1,8 milhões.
Como as Ações Ordinárias Influenciam os Lucros Retidos
A relação entre ações ordinárias mais lucros retidos revela uma distinção importante: emitir ações ordinárias não reduz diretamente os lucros retidos. Quando uma empresa vende ações ordinárias, o capital arrecadado aumenta o patrimônio dos acionistas sem afetar o saldo de lucros retidos.
No entanto, a conexão torna-se crítica quando entram os dividendos. Cada pagamento de dividendos aos acionistas ordinários deve ser deduzido dos lucros retidos, fazendo com que esse saldo diminua proporcionalmente. Uma empresa que distribui $500.000 em dividendos anuais verá seus lucros retidos diminuir na mesma quantia.
Implicações na Estratégia de Capital
Empresas em crescimento frequentemente priorizam reinvestir os lucros ao invés de pagar dividendos para acelerar o desenvolvimento. Ao manter lucros retidos mais elevados, elas alimentam a inovação e expansão sem precisar emitir ações adicionais. Por outro lado, empresas maduras frequentemente equilibram distribuições de dividendos com lucros retidos para recompensar os acionistas enquanto mantêm flexibilidade financeira.
Compreender como ações ordinárias mais lucros retidos interagem ajuda os investidores a avaliar se uma empresa prioriza crescimento ou retorno aos acionistas—um indicador chave da filosofia de gestão e estratégia de longo prazo.
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Compreender a Relação Entre Ações Ordinárias Mais Lucros Acumulados
O que é Ações Ordinárias?
Quando as empresas precisam de capital para expansão, equipamentos ou pesquisa, geralmente optam entre emprestar de instituições financeiras ou emitir ações ao público. As ações ordinárias representam participações de propriedade numa empresa. Ao contrário dos detentores de ações preferenciais, os acionistas ordinários possuem direitos de voto que lhes permitem influenciar decisões e políticas corporativas. Este poder de voto vem acompanhado de outro benefício: a potencialidade de receber dividendos—distribuições dos lucros da empresa aos acionistas.
O Papel dos Lucros Retidos
Lucros retidos representam a porção do lucro líquido de uma empresa que a gestão decide não distribuir aos acionistas como dividendos. Em vez disso, esses fundos são reinvestidos na empresa. No balanço de uma empresa, os lucros retidos aparecem sob o patrimônio líquido dos acionistas e podem ser alocados para desenvolvimento tecnológico, atualizações de software, redução de dívidas ou aquisições.
O cálculo é simples: Lucros retidos iniciais + Lucro líquido - Dividendos pagos = Lucros retidos finais. Por exemplo, se uma empresa começa com $1 milhões em lucros retidos, gera $1 milhões em lucro líquido e distribui $200.000 em dividendos, seus lucros retidos totalizariam $1,8 milhões.
Como as Ações Ordinárias Influenciam os Lucros Retidos
A relação entre ações ordinárias mais lucros retidos revela uma distinção importante: emitir ações ordinárias não reduz diretamente os lucros retidos. Quando uma empresa vende ações ordinárias, o capital arrecadado aumenta o patrimônio dos acionistas sem afetar o saldo de lucros retidos.
No entanto, a conexão torna-se crítica quando entram os dividendos. Cada pagamento de dividendos aos acionistas ordinários deve ser deduzido dos lucros retidos, fazendo com que esse saldo diminua proporcionalmente. Uma empresa que distribui $500.000 em dividendos anuais verá seus lucros retidos diminuir na mesma quantia.
Implicações na Estratégia de Capital
Empresas em crescimento frequentemente priorizam reinvestir os lucros ao invés de pagar dividendos para acelerar o desenvolvimento. Ao manter lucros retidos mais elevados, elas alimentam a inovação e expansão sem precisar emitir ações adicionais. Por outro lado, empresas maduras frequentemente equilibram distribuições de dividendos com lucros retidos para recompensar os acionistas enquanto mantêm flexibilidade financeira.
Compreender como ações ordinárias mais lucros retidos interagem ajuda os investidores a avaliar se uma empresa prioriza crescimento ou retorno aos acionistas—um indicador chave da filosofia de gestão e estratégia de longo prazo.