Tenho pensado nisso há algum tempo—e se a AGI não surgir da construção de um modelo massivo, mas de algo mais distribuído?
Imagine inúmeros agentes a trabalhar em paralelo, a aprender na ponta, a otimizar através de operações de frotas de robôs. Cada um a melhorar de forma independente, mas coordenando como um sistema. Isso é fundamentalmente diferente da corrida aos LLMs centralizados que estamos a ver.
Mas aqui está a verdadeira questão que me mantém acordado: Quem realmente controla isto?
Se a inteligência surge da coordenação descentralizada, a potência também se desloca? Ou será que quem orquestra a rede possui tudo? É a mesma tensão que vemos em Web3—a descentralização técnica não significa automaticamente uma distribuição de poder. A arquitetura importa. Os incentivos importam. Quem define as regras?
O futuro da governação da AGI pode parecer muito com o futuro das redes blockchain. O mesmo desafio fundamental: evitar que sistemas distribuídos reconcentrem o poder.
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DegenWhisperer
· 19h atrás
Descentralização parece uma boa ideia, mas, no fundo, tudo depende de quem detém o poder de decisão... A arquitetura técnica não consegue mudar a essência do jogo de poder.
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LightningSentry
· 01-11 12:45
A descentralização é uma ilusão, no final das contas quem manda são os que têm mais dinheiro
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BagHolderTillRetire
· 01-11 12:36
Ainda é preciso estar atento à descentralização, senão no final acabam por monopolizar os gigantes
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ShitcoinConnoisseur
· 01-11 12:31
Concordo plenamente, essa conversa sobre descentralização já ouvimos demais no mundo das criptomoedas... No final das contas, quem manda são os grandes investidores e fundos
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AirdropDreamer
· 01-11 12:30
A narrativa da descentralização também é uma ilusão, no final das contas quem controla os nós é que manda
Tenho pensado nisso há algum tempo—e se a AGI não surgir da construção de um modelo massivo, mas de algo mais distribuído?
Imagine inúmeros agentes a trabalhar em paralelo, a aprender na ponta, a otimizar através de operações de frotas de robôs. Cada um a melhorar de forma independente, mas coordenando como um sistema. Isso é fundamentalmente diferente da corrida aos LLMs centralizados que estamos a ver.
Mas aqui está a verdadeira questão que me mantém acordado: Quem realmente controla isto?
Se a inteligência surge da coordenação descentralizada, a potência também se desloca? Ou será que quem orquestra a rede possui tudo? É a mesma tensão que vemos em Web3—a descentralização técnica não significa automaticamente uma distribuição de poder. A arquitetura importa. Os incentivos importam. Quem define as regras?
O futuro da governação da AGI pode parecer muito com o futuro das redes blockchain. O mesmo desafio fundamental: evitar que sistemas distribuídos reconcentrem o poder.