Em abril de 2025, o maior enigma do mundo das criptomoedas volta a estar no centro das atenções — se o desaparecido Satoshi Nakamoto ainda está vivo, ele agora deveria ter 50 anos. Mas este criador do Bitcoin já desapareceu na escuridão da internet, deixando uma fortuna avaliada entre 63 e 93,5 mil milhões de dólares sem ninguém reclamar.
Um nome quase esquecido, mas que mudou o mundo financeiro
Satoshi Nakamoto chocou o mundo da criptografia em 31 de outubro de 2008 com um white paper de 9 páginas, que de forma concisa e poderosa apresentou uma ideia audaciosa: sem bancos, governos ou intermediários, um sistema de dinheiro eletrônico ponto a ponto pode operar de forma independente. Poucos mais de dois meses depois, em 3 de janeiro de 2009, Nakamoto criou o bloco génesis do Bitcoin, inserindo nele uma manchete do The Times: “The Times 03/Jan/2009 Chancellor on brink of second bailout for banks” — isto não é apenas uma marca temporal, mas uma declaração: quero criar um sistema financeiro que não dependa de resgates bancários.
Uma identidade impossível de verificar, mas com riqueza de classe mundial
De acordo com análises da blockchain, Nakamoto minerou entre 750 mil e 1,1 milhão de bitcoins no primeiro ano de existência da moeda. Com o valor atual de cerca de 85.000 dólares, isso equivale a uma fortuna de entre 63 e 93,5 mil milhões de dólares — suficiente para estar entre os 20 mais ricos do mundo.
Mas aí está o aspecto mais estranho: essas enormes quantidades de riqueza nunca foram movimentadas desde 2011. Ninguém sabe se Nakamoto já faleceu, se perdeu a chave privada, ou se intencionalmente deixou essa fortuna para toda a comunidade do Bitcoin. Pesquisadores de segurança descobriram um padrão — o “Patooshi Pattern” — que consegue identificar blocos possivelmente minerados por Nakamoto. Essa descoberta confirma seu controle sobre a escala de mineração, ao mesmo tempo que indica uma intenção de reduzir gradualmente sua participação, deixando espaço para outros participarem.
Sua verdadeira identidade, o maior mistério da comunidade de criptografia
Nakamoto afirma em documentos oficiais ser um japonês de 37 anos, mas analistas de linguagem detectaram uma falha — seu inglês é extremamente fluente, com ortografia britânica (colour, optimise), detalhes que sugerem que ele provavelmente é nativo do mundo anglófono. Sua linha do tempo de comunicação indica que provavelmente atua nos EUA ou no Reino Unido.
Sobre sua verdadeira identidade, pelo menos cinco candidatos fortes entraram no radar público:
Hal Finney (1956-2014) foi uma lenda do movimento cypherpunk, e a primeira pessoa a receber uma transação de Bitcoin de Nakamoto. Finney possuía conhecimentos avançados de criptografia, e morava perto de Nakamoto. Análises de estilo de escrita mostram semelhanças com Nakamoto. Contudo, Finney sempre negou ser Nakamoto até falecer de esclerose lateral amiotrófica em 2014.
Nick Szabo é um cientista da computação que, em 1998, propôs o conceito de “Bit Gold”, considerado o proto-ideia do Bitcoin. Comparando seus textos, pesquisadores encontraram surpreendentes semelhanças. Szabo tem uma compreensão profunda de teoria monetária, criptografia e contratos inteligentes, alinhando-se perfeitamente com o design do Bitcoin, mas ele nega ser Nakamoto.
Adam Back criou o sistema de prova de trabalho Hashcash, que foi diretamente citado no white paper do Bitcoin. Back foi uma das primeiras pessoas a trabalhar com Nakamoto na criação da moeda, possuindo todo o conhecimento necessário de criptografia.
Peter Todd foi apontado como possível Nakamoto na série documental da HBO de 2024. Essa teoria baseia-se em conversas e no uso de inglês canadense, mas Todd rejeitou a ideia como “absurda” e uma “falácia de espantalho”.
Dorian Nakamoto é um engenheiro nippo-americano que, em 2014, foi erroneamente identificado pela revista Newsweek como o criador do Bitcoin. Quando questionado, ele respondeu de forma ambígua: “Não participo mais disso”, mas depois esclareceu que foi um mal-entendido relacionado ao seu trabalho com contratantes militares. Após a reportagem, uma conta inativa de longa data na P2P Foundation publicou uma mensagem: “Eu não sou Dorian Nakamoto.”
Craig Wright afirma continuamente ser Nakamoto, chegando a registrar os direitos autorais do white paper do Bitcoin nos EUA. Mas, em março de 2024, um juiz do Tribunal Superior do Reino Unido, James Mero, decidiu que “Dr. Wright não é o autor do white paper nem uma pessoa que atue sob o nome de Nakamoto”, e que as provas apresentadas por Wright eram falsificadas.
Outros candidatos incluem o criptógrafo Ron Sassman (cuja homenagem foi codificada na blockchain do Bitcoin) e Paul LeRoux, mas nenhum deles consegue resistir a uma análise rigorosa. Pesquisadores até sugeriram que Nakamoto poderia ser uma equipe, e não uma pessoa só, embora sem provas concretas.
Por que uma pessoa com 90 mil milhões de dólares escolheu desaparecer?
A última aparição pública de Nakamoto foi em abril de 2011, quando enviou um e-mail ao desenvolvedor Gavin Andresen: “Lamento que vocês tenham me retratado como uma figura misteriosa, a mídia só transformou isso na história do pirata.” Depois, entregou o controle do código do Bitcoin a Andresen e desapareceu completamente do radar público.
Esse desaparecimento pode ter sido uma estratégia deliberada. Se Nakamoto permanecesse uma figura pública, ele se tornaria um ponto de risco central para o Bitcoin. Governos poderiam pressioná-lo, ameaçá-lo ou até prendê-lo. Forças concorrentes poderiam tentar comprá-lo ou forçá-lo. Qualquer declaração sua poderia causar volatilidade no mercado. Ele também poderia ser alvo de extorsão ou violência — alguém com centenas de bilhões de dólares nas mãos, como poderia caminhar livremente sob os olhos do mundo?
Mais profundamente, há uma razão filosófica: Nakamoto provavelmente entende que um sistema verdadeiramente descentralizado não pode girar em torno de uma única pessoa. Ao desaparecer, ele transformou o Bitcoin em um projeto comunitário puro, sem que ninguém detenha influência excessiva. Essa é a essência do movimento cypherpunk — construir sistemas que não dependam de uma autoridade única.
O núcleo ético do Bitcoin é “confie na matemática, não em pessoas ou instituições”. Em um sistema projetado para eliminar a dependência de terceiros confiáveis, um criador anônimo representa a personificação perfeita desse princípio.
De uma estátua de bronze em Budapeste a tênis Vans, Nakamoto virou símbolo cultural
Apesar de Nakamoto estar desaparecido, sua influência só cresce. Em 2021, uma estátua de bronze de meio corpo foi erguida em Budapeste, com o rosto feito de material refletivo, permitindo que quem olhasse visse seu próprio reflexo — simbolizando “Somos todos Nakamoto”. Em Lugano, na Suíça, também há uma estátua comemorativa.
Em março de 2025, o presidente dos EUA assinou uma ordem executiva criando uma reserva estratégica de Bitcoin, reconhecendo oficialmente a moeda como uma ferramenta de armazenamento de valor pelo governo. Anos atrás, muitos cypherpunks achavam impossível isso acontecer, mas agora é uma realidade.
As citações de Nakamoto tornaram-se dogmas na comunidade de criptografia. Frases como “O problema fundamental do dinheiro tradicional é que ele precisa de confiança para funcionar” e “Se você não acredita em mim, nem me entende, não tenho tempo para convencê-lo” são repetidas, explicando a missão do Bitcoin.
No plano cultural, Nakamoto já transcendeu sua identidade de pioneiro técnico. Camisetas, bonés e marcas de roupas usam seu nome. Em 2022, uma famosa marca de streetwear lançou uma edição limitada de produtos com tema Nakamoto. Um programador misterioso evoluiu para um ícone da revolução digital.
A inovação de Nakamoto, a tecnologia blockchain, deu origem a toda uma indústria descentralizada — de plataformas de contratos inteligentes como Ethereum, a aplicações DeFi, até moedas digitais desenvolvidas por bancos centrais ao redor do mundo. Embora bancos centrais globais também adotem princípios de blockchain, eles criam versões centralizadas, bem diferentes da visão de Nakamoto.
Uma pessoa, uma ideia, que mudou o futuro das finanças
Quando Satoshi Nakamoto celebra seu “50º aniversário” à sua maneira, sua verdadeira identidade permanece um mistério. Seja um gênio individual ou uma equipe secreta, ele já provou sua visão: criar um sistema financeiro verdadeiramente independente de qualquer autoridade.
Hoje, cerca de 500 milhões de usuários de criptomoedas no mundo, e o Bitcoin evoluiu de uma experiência de geeks para um competidor financeiro global. Nakamoto escolheu o anonimato, deixando sua criação evoluir e se aprimorar por conta própria. Talvez essa seja a decisão mais inteligente de um criador — construir um sistema que não precise dele.
A história do Bitcoin ainda está sendo escrita, e a de Nakamoto já virou lenda. Ele deixou não apenas um ativo digital, mas uma nova forma de pensar, uma compreensão renovada de dinheiro e poder. Seja ele vivo ou não, ele já mudou o mundo para sempre.
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O misterioso pai do Bitcoin: o segredo de bilhões de dólares de Satoshi Nakamoto após 15 anos desaparecido
Em abril de 2025, o maior enigma do mundo das criptomoedas volta a estar no centro das atenções — se o desaparecido Satoshi Nakamoto ainda está vivo, ele agora deveria ter 50 anos. Mas este criador do Bitcoin já desapareceu na escuridão da internet, deixando uma fortuna avaliada entre 63 e 93,5 mil milhões de dólares sem ninguém reclamar.
Um nome quase esquecido, mas que mudou o mundo financeiro
Satoshi Nakamoto chocou o mundo da criptografia em 31 de outubro de 2008 com um white paper de 9 páginas, que de forma concisa e poderosa apresentou uma ideia audaciosa: sem bancos, governos ou intermediários, um sistema de dinheiro eletrônico ponto a ponto pode operar de forma independente. Poucos mais de dois meses depois, em 3 de janeiro de 2009, Nakamoto criou o bloco génesis do Bitcoin, inserindo nele uma manchete do The Times: “The Times 03/Jan/2009 Chancellor on brink of second bailout for banks” — isto não é apenas uma marca temporal, mas uma declaração: quero criar um sistema financeiro que não dependa de resgates bancários.
Uma identidade impossível de verificar, mas com riqueza de classe mundial
De acordo com análises da blockchain, Nakamoto minerou entre 750 mil e 1,1 milhão de bitcoins no primeiro ano de existência da moeda. Com o valor atual de cerca de 85.000 dólares, isso equivale a uma fortuna de entre 63 e 93,5 mil milhões de dólares — suficiente para estar entre os 20 mais ricos do mundo.
Mas aí está o aspecto mais estranho: essas enormes quantidades de riqueza nunca foram movimentadas desde 2011. Ninguém sabe se Nakamoto já faleceu, se perdeu a chave privada, ou se intencionalmente deixou essa fortuna para toda a comunidade do Bitcoin. Pesquisadores de segurança descobriram um padrão — o “Patooshi Pattern” — que consegue identificar blocos possivelmente minerados por Nakamoto. Essa descoberta confirma seu controle sobre a escala de mineração, ao mesmo tempo que indica uma intenção de reduzir gradualmente sua participação, deixando espaço para outros participarem.
Sua verdadeira identidade, o maior mistério da comunidade de criptografia
Nakamoto afirma em documentos oficiais ser um japonês de 37 anos, mas analistas de linguagem detectaram uma falha — seu inglês é extremamente fluente, com ortografia britânica (colour, optimise), detalhes que sugerem que ele provavelmente é nativo do mundo anglófono. Sua linha do tempo de comunicação indica que provavelmente atua nos EUA ou no Reino Unido.
Sobre sua verdadeira identidade, pelo menos cinco candidatos fortes entraram no radar público:
Hal Finney (1956-2014) foi uma lenda do movimento cypherpunk, e a primeira pessoa a receber uma transação de Bitcoin de Nakamoto. Finney possuía conhecimentos avançados de criptografia, e morava perto de Nakamoto. Análises de estilo de escrita mostram semelhanças com Nakamoto. Contudo, Finney sempre negou ser Nakamoto até falecer de esclerose lateral amiotrófica em 2014.
Nick Szabo é um cientista da computação que, em 1998, propôs o conceito de “Bit Gold”, considerado o proto-ideia do Bitcoin. Comparando seus textos, pesquisadores encontraram surpreendentes semelhanças. Szabo tem uma compreensão profunda de teoria monetária, criptografia e contratos inteligentes, alinhando-se perfeitamente com o design do Bitcoin, mas ele nega ser Nakamoto.
Adam Back criou o sistema de prova de trabalho Hashcash, que foi diretamente citado no white paper do Bitcoin. Back foi uma das primeiras pessoas a trabalhar com Nakamoto na criação da moeda, possuindo todo o conhecimento necessário de criptografia.
Peter Todd foi apontado como possível Nakamoto na série documental da HBO de 2024. Essa teoria baseia-se em conversas e no uso de inglês canadense, mas Todd rejeitou a ideia como “absurda” e uma “falácia de espantalho”.
Dorian Nakamoto é um engenheiro nippo-americano que, em 2014, foi erroneamente identificado pela revista Newsweek como o criador do Bitcoin. Quando questionado, ele respondeu de forma ambígua: “Não participo mais disso”, mas depois esclareceu que foi um mal-entendido relacionado ao seu trabalho com contratantes militares. Após a reportagem, uma conta inativa de longa data na P2P Foundation publicou uma mensagem: “Eu não sou Dorian Nakamoto.”
Craig Wright afirma continuamente ser Nakamoto, chegando a registrar os direitos autorais do white paper do Bitcoin nos EUA. Mas, em março de 2024, um juiz do Tribunal Superior do Reino Unido, James Mero, decidiu que “Dr. Wright não é o autor do white paper nem uma pessoa que atue sob o nome de Nakamoto”, e que as provas apresentadas por Wright eram falsificadas.
Outros candidatos incluem o criptógrafo Ron Sassman (cuja homenagem foi codificada na blockchain do Bitcoin) e Paul LeRoux, mas nenhum deles consegue resistir a uma análise rigorosa. Pesquisadores até sugeriram que Nakamoto poderia ser uma equipe, e não uma pessoa só, embora sem provas concretas.
Por que uma pessoa com 90 mil milhões de dólares escolheu desaparecer?
A última aparição pública de Nakamoto foi em abril de 2011, quando enviou um e-mail ao desenvolvedor Gavin Andresen: “Lamento que vocês tenham me retratado como uma figura misteriosa, a mídia só transformou isso na história do pirata.” Depois, entregou o controle do código do Bitcoin a Andresen e desapareceu completamente do radar público.
Esse desaparecimento pode ter sido uma estratégia deliberada. Se Nakamoto permanecesse uma figura pública, ele se tornaria um ponto de risco central para o Bitcoin. Governos poderiam pressioná-lo, ameaçá-lo ou até prendê-lo. Forças concorrentes poderiam tentar comprá-lo ou forçá-lo. Qualquer declaração sua poderia causar volatilidade no mercado. Ele também poderia ser alvo de extorsão ou violência — alguém com centenas de bilhões de dólares nas mãos, como poderia caminhar livremente sob os olhos do mundo?
Mais profundamente, há uma razão filosófica: Nakamoto provavelmente entende que um sistema verdadeiramente descentralizado não pode girar em torno de uma única pessoa. Ao desaparecer, ele transformou o Bitcoin em um projeto comunitário puro, sem que ninguém detenha influência excessiva. Essa é a essência do movimento cypherpunk — construir sistemas que não dependam de uma autoridade única.
O núcleo ético do Bitcoin é “confie na matemática, não em pessoas ou instituições”. Em um sistema projetado para eliminar a dependência de terceiros confiáveis, um criador anônimo representa a personificação perfeita desse princípio.
De uma estátua de bronze em Budapeste a tênis Vans, Nakamoto virou símbolo cultural
Apesar de Nakamoto estar desaparecido, sua influência só cresce. Em 2021, uma estátua de bronze de meio corpo foi erguida em Budapeste, com o rosto feito de material refletivo, permitindo que quem olhasse visse seu próprio reflexo — simbolizando “Somos todos Nakamoto”. Em Lugano, na Suíça, também há uma estátua comemorativa.
Em março de 2025, o presidente dos EUA assinou uma ordem executiva criando uma reserva estratégica de Bitcoin, reconhecendo oficialmente a moeda como uma ferramenta de armazenamento de valor pelo governo. Anos atrás, muitos cypherpunks achavam impossível isso acontecer, mas agora é uma realidade.
As citações de Nakamoto tornaram-se dogmas na comunidade de criptografia. Frases como “O problema fundamental do dinheiro tradicional é que ele precisa de confiança para funcionar” e “Se você não acredita em mim, nem me entende, não tenho tempo para convencê-lo” são repetidas, explicando a missão do Bitcoin.
No plano cultural, Nakamoto já transcendeu sua identidade de pioneiro técnico. Camisetas, bonés e marcas de roupas usam seu nome. Em 2022, uma famosa marca de streetwear lançou uma edição limitada de produtos com tema Nakamoto. Um programador misterioso evoluiu para um ícone da revolução digital.
A inovação de Nakamoto, a tecnologia blockchain, deu origem a toda uma indústria descentralizada — de plataformas de contratos inteligentes como Ethereum, a aplicações DeFi, até moedas digitais desenvolvidas por bancos centrais ao redor do mundo. Embora bancos centrais globais também adotem princípios de blockchain, eles criam versões centralizadas, bem diferentes da visão de Nakamoto.
Uma pessoa, uma ideia, que mudou o futuro das finanças
Quando Satoshi Nakamoto celebra seu “50º aniversário” à sua maneira, sua verdadeira identidade permanece um mistério. Seja um gênio individual ou uma equipe secreta, ele já provou sua visão: criar um sistema financeiro verdadeiramente independente de qualquer autoridade.
Hoje, cerca de 500 milhões de usuários de criptomoedas no mundo, e o Bitcoin evoluiu de uma experiência de geeks para um competidor financeiro global. Nakamoto escolheu o anonimato, deixando sua criação evoluir e se aprimorar por conta própria. Talvez essa seja a decisão mais inteligente de um criador — construir um sistema que não precise dele.
A história do Bitcoin ainda está sendo escrita, e a de Nakamoto já virou lenda. Ele deixou não apenas um ativo digital, mas uma nova forma de pensar, uma compreensão renovada de dinheiro e poder. Seja ele vivo ou não, ele já mudou o mundo para sempre.