A Federal Reserve começa o ano com "brigas"! Redução de taxas superior a 100 pontos? Divergências colocadas na mesa
A Federal Reserve começou o ano com grandes divergências! O diretor Milan afirmou que este ano deve haver uma redução de mais de 100 pontos base, enquanto os hawks insistem que a redução deve esperar até o segundo semestre.
A atual taxa de fundos federais está presa na faixa de 3,5%-3,75%, tornando-se uma "preocupação" para o mercado. Milan foi claro: a política atual claramente suprime a vitalidade econômica, apenas uma redução significativa de taxas pode liberar espaço para crescimento. Essa postura radical contrasta fortemente com a cautela da maioria dos funcionários — o gráfico de pontos de dezembro mostra uma expectativa predominante de apenas uma redução de 25 pontos base ao longo do ano.
As divergências já estão à vista:
- O membro do comitê Kashkari acredita que as taxas já estão próximas do neutro, e que é preciso monitorar de perto os dados de inflação e emprego antes de agir - O presidente do Fed de Filadélfia, Posen, traçou uma linha vermelha, enfatizando que a redução de taxas deve atender a múltiplas condições, como a desaceleração da inflação e a estabilidade do emprego
O mercado também está dividido: os dados do CME indicam uma probabilidade de 85,1% de manter as taxas inalteradas em janeiro, mas a alta de 64% no mercado de 2025, com uma valorização do ouro, faz os investidores manterem expectativas de uma política mais frouxa.
O núcleo dessa disputa é, essencialmente, uma ponderação entre resiliência econômica e riscos de desaceleração. De um lado, a economia dos EUA mostra resistência além do esperado; do outro, há preocupações com a taxa de desemprego atingindo 4,6% e o PMI manufatureiro enfraquecido. O rumo final da política dependerá, em última análise, dos dados de inflação, bem como das variáveis trazidas pelas mudanças na equipe do Federal Reserve.
Ativos globais estão em uma encruzilhada, e cada declaração de um funcionário pode desencadear uma reação em cadeia. Os próximos movimentos merecem atenção especial.
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A Federal Reserve começa o ano com "brigas"! Redução de taxas superior a 100 pontos? Divergências colocadas na mesa
A Federal Reserve começou o ano com grandes divergências! O diretor Milan afirmou que este ano deve haver uma redução de mais de 100 pontos base, enquanto os hawks insistem que a redução deve esperar até o segundo semestre.
A atual taxa de fundos federais está presa na faixa de 3,5%-3,75%, tornando-se uma "preocupação" para o mercado. Milan foi claro: a política atual claramente suprime a vitalidade econômica, apenas uma redução significativa de taxas pode liberar espaço para crescimento. Essa postura radical contrasta fortemente com a cautela da maioria dos funcionários — o gráfico de pontos de dezembro mostra uma expectativa predominante de apenas uma redução de 25 pontos base ao longo do ano.
As divergências já estão à vista:
- O membro do comitê Kashkari acredita que as taxas já estão próximas do neutro, e que é preciso monitorar de perto os dados de inflação e emprego antes de agir
- O presidente do Fed de Filadélfia, Posen, traçou uma linha vermelha, enfatizando que a redução de taxas deve atender a múltiplas condições, como a desaceleração da inflação e a estabilidade do emprego
O mercado também está dividido: os dados do CME indicam uma probabilidade de 85,1% de manter as taxas inalteradas em janeiro, mas a alta de 64% no mercado de 2025, com uma valorização do ouro, faz os investidores manterem expectativas de uma política mais frouxa.
O núcleo dessa disputa é, essencialmente, uma ponderação entre resiliência econômica e riscos de desaceleração. De um lado, a economia dos EUA mostra resistência além do esperado; do outro, há preocupações com a taxa de desemprego atingindo 4,6% e o PMI manufatureiro enfraquecido. O rumo final da política dependerá, em última análise, dos dados de inflação, bem como das variáveis trazidas pelas mudanças na equipe do Federal Reserve.
Ativos globais estão em uma encruzilhada, e cada declaração de um funcionário pode desencadear uma reação em cadeia. Os próximos movimentos merecem atenção especial.