A mineração de Bitcoin está a fazer outro grande movimento. A Bitfarms acabou de finalizar um acordo de venda de ativos para empacotar e vender uma mina de 70MW em Paso Pe, Paraguai, à Sympatheia Power Fund, uma subsidiária da Hawksburn Capital em Singapura, por até 30 milhões de dólares. A transação está prevista para ser concluída no prazo de 60 dias. Qual é a implicação por trás deste acordo? As Bitfarms vão sair completamente de todo o mercado latino-americano, e o portefólio de ativos energéticos vai passar a focar-se 100% noutras regiões. Por outras palavras, é uma contração estratégica no layout global da mineração da empresa – desde a dispersão geográfica até um modelo operacional mais centralizado. À medida que a indústria de mineração de Bitcoin continua a otimizar a alocação de energia e a procurar maior eficiência, estas transferências de ativos tornam-se cada vez mais comuns. Quem controlar a reclassificação do território mineiro terá o direito de falar na próxima fase.
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APY_Chaser
· 3h atrás
Venda em massa de minas na América Latina, este ritmo está um pouco rápido... Será que todos estão a correr para a Ásia?
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TommyTeacher
· 3h atrás
A liquidação de minas na América Latina, é para concentrar esforços ou realmente não conseguem mais aguentar? Parece que todas as grandes empresas estão fazendo a mesma coisa
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FOMOSapien
· 3h atrás
As minas na América Latina foram vendidas, a Bitfarms está a fazer uma reorganização... Parece que a centralização é o caminho, dispersar-se acaba por diminuir a eficiência
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0xSoulless
· 3h atrás
A mina na América Latina foi mais uma vez cortada, dizendo que é uma retração estratégica, mas na verdade é só porque não estão lucrando e querem fugir.
Quando grandes fundos fazem uma troca, nós, os investidores pequenos, vamos ficar na poeira.
30 milhões de dólares, parece muito, mas na prática?
Falam em controlar a narrativa, acorda, o que precisa ser cortado ainda será cortado.
Essa operação foi absurda, venda em pacote, uma ação típica de cortar os investidores pequenos.
A mineração de Bitcoin está a fazer outro grande movimento. A Bitfarms acabou de finalizar um acordo de venda de ativos para empacotar e vender uma mina de 70MW em Paso Pe, Paraguai, à Sympatheia Power Fund, uma subsidiária da Hawksburn Capital em Singapura, por até 30 milhões de dólares. A transação está prevista para ser concluída no prazo de 60 dias. Qual é a implicação por trás deste acordo? As Bitfarms vão sair completamente de todo o mercado latino-americano, e o portefólio de ativos energéticos vai passar a focar-se 100% noutras regiões. Por outras palavras, é uma contração estratégica no layout global da mineração da empresa – desde a dispersão geográfica até um modelo operacional mais centralizado. À medida que a indústria de mineração de Bitcoin continua a otimizar a alocação de energia e a procurar maior eficiência, estas transferências de ativos tornam-se cada vez mais comuns. Quem controlar a reclassificação do território mineiro terá o direito de falar na próxima fase.