Agentes autónomos estão a transformar o Web3, mas aqui está o verdadeiro desafio: quando inúmeros agentes operam simultaneamente em diferentes protocolos e plataformas, a coordenação torna-se o principal obstáculo.
É aqui que a inovação arquitetónica faz a diferença. A abordagem combina três componentes principais: uma camada de inteligência que lida com a tomada de decisão e raciocínio, um quadro descentralizado de identidade e coordenação que garante uma interação fluida entre agentes, e uma infraestrutura operacional que suporta teleoperações além de pagamentos máquina-a-máquina.
Neste momento, isto parece uma especulação. Mas extrapolando uma década à frente—quando as redes de agentes se tornarem tão ubiquas quanto as APIs de hoje—esta infraestrutura não será apenas útil. Será fundamental.
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TradingNightmare
· 01-02 09:54
Uma pilha de agentes a correr juntos realmente vai ficar confusa, problemas de coordenação são realmente um verdadeiro problema... Mas, para ser honesto, esta teoria ainda é um pouco vaga, depende de realmente funcionar ou não.
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StrawberryIce
· 01-02 09:52
Os problemas de coordenação realmente são obstáculos difíceis de superar, mas, para ser honesto, parece mais uma discussão teórica do que uma solução prática.
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NonFungibleDegen
· 01-02 09:46
ngl esta questão do gargalo de coordenação é exatamente a razão pela qual ainda não estou a investir em tokens de agentes... toda a gente está a fazer hype à tecnologia, mas ninguém realmente resolveu a infraestrutura, ser. provavelmente nada, no entanto 🤷
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DeFiCaffeinator
· 01-02 09:40
Questões de coordenação são bem colocadas, mas o verdadeiro problema está na camada de execução... Agora até mesmo agentes individuais frequentemente falham.
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NFTArchaeologis
· 01-02 09:33
A camada de coordenação tem sido sempre a mais difícil, tal como os problemas de DNS na internet early — a tecnologia pode avançar primeiro, mas a sincronização do ecossistema é o verdadeiro obstáculo.
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ForkMonger
· 01-02 09:30
O gargalo de coordenação é apenas teatro de governança, na verdade. A verdadeira questão é: de quem são os agentes que vencem quando começam as guerras de forks — é aí que a margem de perturbação realmente importa.
Agentes autónomos estão a transformar o Web3, mas aqui está o verdadeiro desafio: quando inúmeros agentes operam simultaneamente em diferentes protocolos e plataformas, a coordenação torna-se o principal obstáculo.
É aqui que a inovação arquitetónica faz a diferença. A abordagem combina três componentes principais: uma camada de inteligência que lida com a tomada de decisão e raciocínio, um quadro descentralizado de identidade e coordenação que garante uma interação fluida entre agentes, e uma infraestrutura operacional que suporta teleoperações além de pagamentos máquina-a-máquina.
Neste momento, isto parece uma especulação. Mas extrapolando uma década à frente—quando as redes de agentes se tornarem tão ubiquas quanto as APIs de hoje—esta infraestrutura não será apenas útil. Será fundamental.