Numa consolidação significativa do seu compromisso com o setor de ingredientes à base de plantas, a KPS Capital Partners anunciou planos para adquirir a propriedade total da Primient, um dos produtores mais estabelecidos de ingredientes alimentares e industriais derivados de milho na América do Norte. O acordo, esperado para ser concluído até ao final de julho de 2024, marca o segundo grande investimento da KPS na empresa—apenas dois anos após adquirir uma participação de controlo na então parte das operações da Tate & Lyle.
O que Está a Impulsionar Esta Decisão?
A verdadeira história aqui não é apenas a mudança de propriedade—é o ambicioso compromisso de capital de $700 milhões nos próximos cinco anos. A Primient aposta forte na modernização da sua infraestrutura de produção e na sua posição como o principal ator no crescente setor da bioeconomia. Este nível de investimento indica a confiança da KPS na trajetória da empresa e na sua capacidade de captar oportunidades emergentes na biotecnologia industrial.
“A sua confiança em nós tem sido fundamental,” afirmou Jim Stutelberg, CEO da Primient, sublinhando como a experiência operacional e o apoio financeiro da firma de private equity transformaram a empresa desde 2022.
A Escala da Operação
A Primient opera com aproximadamente 1.800 funcionários em seis instalações de produção nos Estados Unidos e no Brasil. O portefólio de produtos da empresa—desde adoçantes e amidos até aplicações industriais—serve marcas globais de grande consumo. Com mais de um século de história que remonta à A.E. Staley Manufacturing, as fontes de receita da Primient agora refletem um modelo de fornecimento diversificado que atende aos setores de bebidas, confeitaria, embalagens e nutrição animal.
Por que a KPS vê Valor a Longo Prazo
Michael Psaros, cofundador e co-gerente da KPS, destacou que o desempenho da Primient “superou as expectativas.” A firma gere aproximadamente $21,4 mil milhões em ativos globalmente e opera um portefólio diversificado de 222 instalações de produção em 26 países, com cerca de 48.000 funcionários. Para a KPS, a Primient representa um posicionamento estratégico na indústria de moagem úmida de milho e uma jogada mais ampla na bioeconomia—onde os inputs à base de plantas são cada vez mais vistos como a infraestrutura para a produção sustentável de amanhã.
A Oportunidade na Bioeconomia
A decisão de assumir a propriedade total sugere que a KPS está a apostar forte na convicção de que empresas posicionadas na interseção da produção tradicional de commodities e das aplicações emergentes de biotecnologia irão captar valor significativo. A transição para a propriedade total da Primient cria a flexibilidade operacional e o horizonte de capital de longo prazo necessários para executar esta transformação sem a pressão de resultados trimestrais.
Este movimento reflete uma tendência mais ampla: produtores de ingredientes industriais com escala, fiabilidade e credenciais de sustentabilidade estão a tornar-se cada vez mais valiosos numa cadeia de abastecimento global em mudança.
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KPS Capital Partners' $700M Aposta na Primient: Uma Jogada Importante em Ingredientes à Base de Plantas
O Sinal de Investimento que Importa
Numa consolidação significativa do seu compromisso com o setor de ingredientes à base de plantas, a KPS Capital Partners anunciou planos para adquirir a propriedade total da Primient, um dos produtores mais estabelecidos de ingredientes alimentares e industriais derivados de milho na América do Norte. O acordo, esperado para ser concluído até ao final de julho de 2024, marca o segundo grande investimento da KPS na empresa—apenas dois anos após adquirir uma participação de controlo na então parte das operações da Tate & Lyle.
O que Está a Impulsionar Esta Decisão?
A verdadeira história aqui não é apenas a mudança de propriedade—é o ambicioso compromisso de capital de $700 milhões nos próximos cinco anos. A Primient aposta forte na modernização da sua infraestrutura de produção e na sua posição como o principal ator no crescente setor da bioeconomia. Este nível de investimento indica a confiança da KPS na trajetória da empresa e na sua capacidade de captar oportunidades emergentes na biotecnologia industrial.
“A sua confiança em nós tem sido fundamental,” afirmou Jim Stutelberg, CEO da Primient, sublinhando como a experiência operacional e o apoio financeiro da firma de private equity transformaram a empresa desde 2022.
A Escala da Operação
A Primient opera com aproximadamente 1.800 funcionários em seis instalações de produção nos Estados Unidos e no Brasil. O portefólio de produtos da empresa—desde adoçantes e amidos até aplicações industriais—serve marcas globais de grande consumo. Com mais de um século de história que remonta à A.E. Staley Manufacturing, as fontes de receita da Primient agora refletem um modelo de fornecimento diversificado que atende aos setores de bebidas, confeitaria, embalagens e nutrição animal.
Por que a KPS vê Valor a Longo Prazo
Michael Psaros, cofundador e co-gerente da KPS, destacou que o desempenho da Primient “superou as expectativas.” A firma gere aproximadamente $21,4 mil milhões em ativos globalmente e opera um portefólio diversificado de 222 instalações de produção em 26 países, com cerca de 48.000 funcionários. Para a KPS, a Primient representa um posicionamento estratégico na indústria de moagem úmida de milho e uma jogada mais ampla na bioeconomia—onde os inputs à base de plantas são cada vez mais vistos como a infraestrutura para a produção sustentável de amanhã.
A Oportunidade na Bioeconomia
A decisão de assumir a propriedade total sugere que a KPS está a apostar forte na convicção de que empresas posicionadas na interseção da produção tradicional de commodities e das aplicações emergentes de biotecnologia irão captar valor significativo. A transição para a propriedade total da Primient cria a flexibilidade operacional e o horizonte de capital de longo prazo necessários para executar esta transformação sem a pressão de resultados trimestrais.
Este movimento reflete uma tendência mais ampla: produtores de ingredientes industriais com escala, fiabilidade e credenciais de sustentabilidade estão a tornar-se cada vez mais valiosos numa cadeia de abastecimento global em mudança.