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Recentemente, ao assistir a algumas votações de governança de protocolos, quanto mais vejo, mais parece que “voto por delegação = pacote de conveniência”, no final acaba sendo uma turma de agentes fixos… Em suma, quem realmente governa os tokens de governança? Na maioria das vezes, é quem evita clicar algumas vezes por preguiça, ou quem tem vantagem de tempo por ser um grande detentor. Você delega seu voto, aparentemente participando, na prática também entrega o poder de definir a pauta, e a concentração de poder se torna algo natural.
Minha mãe perguntou outro dia: “Vocês votam um por um, não é? Como é que sempre são aquelas mesmas pessoas que decidem?” Só pude responder a ela: a cadeia é pública, mas a atenção e as informações não são… No final, tudo se resume a quem consegue escrever propostas, quem consegue organizar, quem consegue atrair delegações, quem fica mais parecido com um “governo”.
Aliás, a discussão sobre os limites de conformidade de moedas de privacidade/mescladores é acirrada, mas na verdade também é bem parecida: discutem valores na boca, mas na hora do voto, todo mundo prefere delegar o voto a “quem parece entender”, e quando a direção muda, a responsabilidade também se concentra. Meu pequeno hábito é um só: delegar é permitido, mas retirar periodicamente e votar por conta própria algumas vezes, pelo menos para não se transformar numa votação silenciosa eterna. É isso por enquanto, vou tomar um gole de chá.