No blockchain foi registada uma grande fuga de ativos através de manipulação do histórico de transações. Como escreve a equipa do Web3 Antivirus, um investidor enviou 386 300 $USDT para um endereço que visualmente quase não se distinguia do original.


Os criminosos já começaram a distribuir o que foi roubado através de protocolos descentralizados e anónimizadores.
A mecânica do «envenenamento»
A vítima tornou-se alvo de um ataque conhecido como «envenenamento» do endereço.
«A essência do método é simples: o fraudador insere na história da carteira do utilizador um endereço que tem os mesmos primeiros e últimos símbolos que o contacto real da vítima.
Os utilizadores muitas vezes verificam apenas o início e o fim da linha, copiando os detalhes do histórico das últimas operações», explicaram os especialistas.
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