Representantes da indústria petrolífera realizaram uma reunião com altos funcionários do Departamento de Estado na quarta-feira de manhã, onde levantaram preocupações-chave. Entre os principais argumentos estão o aumento dos custos por cada fornecimento para até 2,5 milhões de dólares devido a taxas de trânsito e tarifas de seguro elevadas. Essas despesas inevitavelmente serão repassadas aos consumidores finais de combustível. Além disso, ceder o controle do estreito ao Irã pode criar um precedente perigoso. Países como Singapura e Turquia terão motivos para exigir pagamento pelo trânsito pelo Estreito de Malaca e pelo Estreito de Bósforo — rotas comerciais essenciais. O pagamento de taxas de trânsito ao Irã também pode colocar as empresas em situação de violar as sanções americanas contra oficiais iranianos, criando riscos jurídicos sérios.O consultor observou que a reação da administração ainda não parece uma rejeição completa ao diálogo: «Mais como um “sim, tudo bem, vamos levar em consideração”». Ao mesmo tempo, as empresas estão mais cautelosas ao se comunicar com o próprio presidente Trump, considerando sua sensibilidade à avaliação do sucesso das negociações com o Irã.

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