Acabei de perceber algo interessante sobre a corrida pela fabricação de chips. Parece que a capacidade de produção de 2nm da TSMC já está completamente reservada pelos principais players, e isso é um sinal bastante revelador sobre para onde a indústria está a caminhar.



Pelo que estou a ver, a AMD está a preparar-se para iniciar a produção de CPUs de 2nm em algum momento de 2026, o que significa que provavelmente veremos avanços de desempenho significativos nos seus processadores de próxima geração. Depois, temos a Google e a AWS, ambas de olho no mesmo nó de processo, mas a avançar para 2027, com a Google a apontar para o terceiro trimestre e a AWS para o quarto trimestre. Essa linha do tempo escalonada faz sentido quando se pensa nas limitações de capacidade.

Mas aqui está o que realmente chamou a minha atenção: a Nvidia aparentemente planeia lançar a sua GPU de IA Feynman em 2028, e está a usar o processo A16 da TSMC. O que é particularmente interessante é que o A16 deve apresentar um design de entrega de energia por trás, o que é uma mudança arquitetural bastante significativa. Essa abordagem de entrega de energia por trás pode ser um divisor de águas para a eficiência energética em GPUs de alta gama, especialmente para cargas de trabalho de IA.

O fato de a capacidade de 2nm da TSMC já estar totalmente reservada mostra o quão competitiva a situação está. Não são pedidos pequenos — estamos a falar de AMD, Google, AWS e Nvidia a lutarem por capacidade. Isso praticamente confirma que os próximos anos serão cruciais para a infraestrutura de IA e o desempenho dos data centers. As empresas que garantirem capacidade em nós avançados cedo terão uma vantagem significativa.
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