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Larry Ellison, 81 anos, marido de Jolin: como o eterno rapaz conquistou o trono do homem mais rico
No dia de setembro de 2025, Larry Ellison atingiu um marco que poucos homens alcançam: o de homem mais rico do planeta. Segundo o índice da Bloomberg, sua fortuna disparou mais de 100 mil milhões de dólares em um único dia, destituindo Elon Musk de um trono que ocupava há muito tempo. Mas o que torna essa ascensão ainda mais notável é o que a precede: um filho sem raízes, que se tornou o arquiteto de um império tecnológico global. E hoje, aos 81 anos, este magnata de múltiplos casamentos encarna uma vida que poucos ousam imaginar.
Um casamento surpresa que muda tudo: Larry Ellison e sua quarta esposa Jolin Zhu
O ano de 2024 marcou uma mudança na vida pessoal de Larry Ellison. Discretamente, o empresário casou-se com Jolin Zhu, uma mulher originária de Shenyang, na China, formada pela Universidade de Michigan. A notícia, revelada em um documento de doação universitária mencionando «Larry Ellison e sua esposa Jolin», rapidamente circulou nas redes. Com uma diferença de idade de 47 anos, esse quarto casamento exemplifica perfeitamente a filosofia de vida de Ellison: a ousadia sem limites.
Essa esposa representa muito mais do que um casamento. Ela simboliza a capacidade de Ellison de permanecer livre de convenções, aos 81 anos como no primeiro dia. Seus três casamentos anteriores não duraram, e essa nova esposa parece refletir um homem que nunca desiste, nem no amor nem nos negócios.
Do órfão ao império Oracle: 50 anos de visão e audácia
Nascido em 1944 no Bronx, Larry Ellison entrou na vida sem pais. Foi confiado a uma tia em Chicago com apenas nove meses, crescendo em meio à instabilidade econômica. Quando sua mãe adotiva faleceu, abandonou os estudos na Universidade de Illinois. Sem se deixar abater, prosseguiu na Universidade de Chicago antes de partir em busca de aventura pelo continente americano.
Foi em Berkeley, na Califórnia, que algo mudou. Em 1972, Ellison ingressou na Ampex Corporation, uma pioneira em armazenamento de dados. Lá, participou de um projeto secreto para a CIA: criar um sistema sofisticado de gestão de bancos de dados relacionais. Este projeto ficou conhecido pelo nome que se tornaria lendário: Oracle.
Em 1977, aos 32 anos, Ellison cofundou a Software Development Laboratories (SDL), investindo 1200 dólares ao lado de Bob Miner e Ed Oates. A decisão estratégica que mudou tudo: transformar o sistema da CIA em um produto comercial universal. Cinco anos depois, a Oracle já era uma gigante em crescimento. Em 1986, a empresa abriu capital na NASDAQ, entrando no colossal mercado de softwares empresariais.
Por mais de quarenta anos, Ellison liderou a Oracle como um general lidera um exército. Presidente e depois CEO, resistiu a múltiplas renúncias, recusando-se a abrir mão de sua criação. Mesmo o quase naufrágio de 1992, após um acidente de surfe, não o dissuadiu; ele voltou mais faminto do que nunca. Em 2014, formalmente, deixou a presidência, mas permaneceu como diretor técnico do conselho até hoje. A Oracle enfrentou crises, pareceu desacelerar diante do cloud da Amazon e Microsoft, mas nunca perdeu sua posição central na infraestrutura global de dados.
O ouro líquido da IA: como a Oracle se reposicionou como gigante das infraestruturas
Setembro de 2025 marcou uma virada decisiva. A Oracle anunciou a obtenção de quatro contratos titânicos, incluindo uma parceria de 300 bilhões de dólares em cinco anos com a OpenAI. O mercado reagiu violentamente: o preço das ações despencou… e depois explodiu. Em um dia, a ação subiu 40%, sua maior alta desde 1992. Foi nesse dia que Larry Ellison se tornou oficialmente o homem mais rico do mundo.
Por que essa reviravolta tão espetacular? Porque a Oracle capturou a onda da IA generativa com precisão cirúrgica. No verão de 2025, a empresa anunciou reestruturações massivas, demitindo milhares de funcionários das divisões tradicionais de software. Paralelamente, acelerou furiosamente seus investimentos em centros de dados e infraestruturas de IA. A indústria saudou essa transformação: a Oracle, antes fornecedora de bancos de dados, tornou-se o “cavalo negro das infraestruturas de IA”.
A estratégia foi brilhante: quando o mundo todo exige servidores para treinar e executar modelos de IA, a Oracle possui exatamente o que ninguém pode recusar. Domina bancos de dados, conhece clientes empresariais, entende a arquitetura do cloud. Aos 81 anos, Larry Ellison não dorme sobre os louros; ele se reposiciona no campo de jogo mais lucrativo da era.
Riqueza, casamento e paixões: o estilo de vida extravagante de um homem que recusa envelhecer
Como um homem que conquistou a indústria tecnológica duas vezes (primeiro os bancos de dados, depois as infraestruturas de IA) mantém energia para dominar? A resposta está numa disciplina obsessiva aliada a uma sede de aventura.
Ellison possui 98% das terras da ilha de Lanai, no Havaí, vários castelos na Califórnia e iates de classe mundial. Mas a riqueza não é desculpa para desacelerar; é uma ferramenta para viver com mais intensidade. Em 1992, quase morreu surfando. Em vez de desistir, intensificou. A vela virou seu novo lar apaixonado.
Em 2013, a equipe Oracle Team USA que ele apoia fez uma recuperação épica na Copa América, conquistando o troféu contra todas as probabilidades. Essa vitória não foi apenas entretenimento; foi a prova de que Ellison aplica sua filosofia empresarial a cada aspecto da vida: a ousadia e a perseverança vencem. Em 2018, criou a SailGP, uma liga internacional de catamarãs ultrarrápidos que atrai investidores de prestígio: a atriz Anne Hathaway, o astro do futebol Mbappé.
O tênis é sua segunda paixão. Ele revitalizou o torneio de Indian Wells, na Califórnia, promovendo-o como o “quinto Grand Slam”. Um ex-colega que trabalhou sob suas ordens relata ao Quora que Ellison dedicava várias horas diárias ao exercício entre 1990 e 2000. Seu regime: apenas água e chá verde, alimentação rigorosamente controlada. Resultado: um homem de 81 anos descrito como tendo “20 anos a menos que seus contemporâneos”.
Essa vitalidade juvenil explica, em parte, sua quarta esposa, Jolin Zhu. Para alguns, é extravagância. Para Ellison, é simplesmente permanecer fiel a si mesmo: sempre surfar na crista da onda, sempre buscar o que faz o coração bater, sempre ultrapassar limites.
O império Ellison se expande: do silício a Hollywood, das redes de dados aos oceanos
A riqueza de Ellison nunca ficou confinada ao seu escritório. Ela se estende a um universo que abraça tecnologia e cultura popular. Seu filho, David Ellison, adquiriu em 2023 a Paramount Global, a holding da CBS e MTV, por 8 bilhões de dólares. Cerca de 6 bilhões vêm do apoio familiar de Ellison.
Não se trata de uma simples transação comercial; é uma estratégia dinástica. Enquanto o pai reina no Vale do Silício, o filho se instala em Hollywood. Juntos, constroem um império que vai do código de computador às telas de cinema, do hardware às mídias. É o retrato de uma família que entende que a verdadeira riqueza não é mais apenas tecnológica, mas midiática e cultural.
Na política, Ellison também é uma figura influente. Partidário do Partido Republicano há muito tempo, financia generosamente campanhas presidenciais. Em 2015, apoiou Marco Rubio. Em 2022, doou 15 milhões de dólares ao super PAC do senador Tim Scott. Em janeiro de 2025, apareceu na Casa Branca ao lado de Masayoshi Son (SoftBank) e Sam Altman (OpenAI) para anunciar uma rede de centros de dados de IA de 500 bilhões de dólares. Muito mais do que uma parceria comercial; uma demonstração de poder político e tecnológico convergentes.
Filantropia à sua maneira: como Ellison redefine a doação de sua fortuna
Em 2010, Larry Ellison assinou o «Giving Pledge», comprometendo-se publicamente a doar pelo menos 95% de sua fortuna à caridade. Essa promessa coloca Ellison ao lado de Bill Gates e Warren Buffett. Contudo, sua filantropia diverge profundamente da deles.
Ao contrário de Gates ou Buffett, Ellison rejeita estruturas coletivas. Evita painéis de filantropia, reuniões de consenso. Em entrevista ao New York Times, declarou valorizar «sua solidão» e não desejar ser influenciado por ideias externas. Sua filantropia é à sua imagem: solitária, voluntária, puramente guiada por sua visão pessoal.
Em 2016, doou 200 milhões de dólares à Universidade do Sul da Califórnia para um centro de pesquisa sobre câncer. Recentemente, fundou o Ellison Institute of Technology em parceria com a Universidade de Oxford para estudar questões médicas, agrícolas e climáticas. Nas redes sociais, escreveu: «Precisamos criar uma nova geração de medicamentos, construir sistemas agrícolas de baixo custo, desenvolver energias limpas e eficientes.»
Essa filantropia reflete a essência de Ellison: não seguir, mas traçar seu próprio caminho. Recusa-se a ficar ao lado de seus pares «bem-pensantes». Prefere inventar seu futuro, suas prioridades, sua visão de mundo que deixará.
Conclusão: o homem que nunca aceitou envelhecer
Aos 81 anos, Larry Ellison não desistiu de nenhum combate. Das ruas do Bronx aos picos do Vale do Silício, do código à governança política, de sua terceira esposa à quarta, Ellison representa uma constante: a recusa à resignação.
Ele se tornou o homem mais rico do mundo, não apesar de sua idade, mas talvez por causa dela. Suas três décadas de experiência ensinaram-lhe a ver antes dos outros, a reposicionar um império vacilante na próxima onda, a permanecer faminto enquanto outros se aposentam.
O trono do mais rico muda de mãos com frequência. Amanhã, um rival pode derrubá-lo. Mas o que Ellison provou ao longo de toda sua vida é que não é o destino que importa, mas a recusa em desistir. E, numa era em que a IA redefine o mundo, a lenda de um velho gigante da tecnologia, casado com uma mulher 47 anos mais jovem, permanece mais viva do que nunca.