O Banco Central da Nigéria lançou um conjunto abrangente de diretrizes regulatórias destinadas a promover a adoção de pagamentos sem contato em todo o ecossistema financeiro do país. Esta iniciativa estratégica reflete o impulso global em direção a soluções de pagamento por proximidade, onde os consumidores podem concluir transações simplesmente tocando ou acenando com os seus dispositivos habilitados para pagamento junto de terminais de comerciante, eliminando a necessidade de inserir PIN tradicional e reduzindo atritos na experiência de pagamento.
Como Funciona a Tecnologia de Pagamento Sem Contato
O pagamento sem contato baseia-se em duas tecnologias complementares: identificação por radiofrequência (RFID) e comunicação por campo próximo (NFC). Estes protocolos wireless permitem a autorização segura e instantânea de transações sem necessidade de confirmação explícita do consumidor no ponto de venda. Quando um dispositivo compatível — seja um smartphone, cartão de pagamento ou wearable — chega à proximidade de um terminal POS, os dados encriptados são trocados para concluir a transação. Esta abordagem prioriza tanto a velocidade quanto a segurança, capacitando os utilizadores a realizarem transações financeiras de forma fluida, mantendo medidas de prevenção contra fraudes.
A tecnologia em si é um padrão da indústria, desenvolvida através de colaboração global. A EMVCo, organização de padrões fundada pelos gigantes de pagamento Europay, Mastercard e Visa, tem sido fundamental na definição das especificações técnicas para cartões inteligentes e infraestrutura de terminais compatíveis utilizados mundialmente.
Limites de Transação e Teto Diário Sob as Novas Regulamentações
As diretrizes do CBN estabelecem limites claros para o uso de pagamentos sem contato, equilibrando conveniência e proteção ao consumidor. As transações são limitadas a ₦15.000 (aproximadamente $19,65 USD) por transação individual, com um limite diário acumulado de ₦50.000 (aproximadamente $65,50 USD). Esses limites aplicam-se a todas as transações sem contato realizadas através de contas bancárias ou carteiras digitais registradas na Nigéria.
Para acessar a funcionalidade de pagamento sem contato, os utilizadores devem possuir um Número de Verificação Bancária (BVN), identificador bancário único na Nigéria. Para transações que excedam os limites estabelecidos, métodos adicionais de autenticação — incluindo códigos PIN, códigos de verificação móvel ou identificação biométrica — permanecem obrigatórios. Essa abordagem escalonada garante que transações de maior valor mantenham protocolos de segurança rigorosos.
Estrutura de Responsabilidade por Fraudes e Requisitos de Segurança
A responsabilidade por transações fraudulentas é explicitamente distribuída entre três partes na cadeia de pagamento. Os adquirentes (instituições financeiras dos comerciantes), emissores (bancos dos clientes) e os próprios comerciantes são considerados solidariamente responsáveis por transações não autorizadas resultantes de negligência, conluio ou medidas de segurança inadequadas. Essa alocação de responsabilidade incentiva todas as partes a implementarem controles robustos de prevenção de fraudes e manterem vigilância operacional.
O quadro regulatório reflete lições aprendidas com padrões de adoção globais. Dados pós-pandemia da Mastercard indicam que as transações sem contato representam atualmente cerca de 75% de todos os pagamentos com cartão na Europa, enquanto a Visa relata que métodos sem contato correspondem a aproximadamente 80% das transações presenciais no Reino Unido. Essas tendências reforçam como o pagamento sem contato evoluiu de uma funcionalidade de conveniência para um método de pagamento mainstream, e a iniciativa regulatória da Nigéria posiciona o país para aproveitar benefícios semelhantes, mantendo uma supervisão rigorosa.
Ao estabelecer diretrizes claras para a implementação de pagamentos sem contato, o banco central da Nigéria demonstra um compromisso com a modernização da infraestrutura de pagamento, protegendo os consumidores e mantendo a integridade do sistema financeiro.
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Nigéria Adota Inovação em Pagamentos sem Contacto com Novo Quadro do CBN
O Banco Central da Nigéria lançou um conjunto abrangente de diretrizes regulatórias destinadas a promover a adoção de pagamentos sem contato em todo o ecossistema financeiro do país. Esta iniciativa estratégica reflete o impulso global em direção a soluções de pagamento por proximidade, onde os consumidores podem concluir transações simplesmente tocando ou acenando com os seus dispositivos habilitados para pagamento junto de terminais de comerciante, eliminando a necessidade de inserir PIN tradicional e reduzindo atritos na experiência de pagamento.
Como Funciona a Tecnologia de Pagamento Sem Contato
O pagamento sem contato baseia-se em duas tecnologias complementares: identificação por radiofrequência (RFID) e comunicação por campo próximo (NFC). Estes protocolos wireless permitem a autorização segura e instantânea de transações sem necessidade de confirmação explícita do consumidor no ponto de venda. Quando um dispositivo compatível — seja um smartphone, cartão de pagamento ou wearable — chega à proximidade de um terminal POS, os dados encriptados são trocados para concluir a transação. Esta abordagem prioriza tanto a velocidade quanto a segurança, capacitando os utilizadores a realizarem transações financeiras de forma fluida, mantendo medidas de prevenção contra fraudes.
A tecnologia em si é um padrão da indústria, desenvolvida através de colaboração global. A EMVCo, organização de padrões fundada pelos gigantes de pagamento Europay, Mastercard e Visa, tem sido fundamental na definição das especificações técnicas para cartões inteligentes e infraestrutura de terminais compatíveis utilizados mundialmente.
Limites de Transação e Teto Diário Sob as Novas Regulamentações
As diretrizes do CBN estabelecem limites claros para o uso de pagamentos sem contato, equilibrando conveniência e proteção ao consumidor. As transações são limitadas a ₦15.000 (aproximadamente $19,65 USD) por transação individual, com um limite diário acumulado de ₦50.000 (aproximadamente $65,50 USD). Esses limites aplicam-se a todas as transações sem contato realizadas através de contas bancárias ou carteiras digitais registradas na Nigéria.
Para acessar a funcionalidade de pagamento sem contato, os utilizadores devem possuir um Número de Verificação Bancária (BVN), identificador bancário único na Nigéria. Para transações que excedam os limites estabelecidos, métodos adicionais de autenticação — incluindo códigos PIN, códigos de verificação móvel ou identificação biométrica — permanecem obrigatórios. Essa abordagem escalonada garante que transações de maior valor mantenham protocolos de segurança rigorosos.
Estrutura de Responsabilidade por Fraudes e Requisitos de Segurança
A responsabilidade por transações fraudulentas é explicitamente distribuída entre três partes na cadeia de pagamento. Os adquirentes (instituições financeiras dos comerciantes), emissores (bancos dos clientes) e os próprios comerciantes são considerados solidariamente responsáveis por transações não autorizadas resultantes de negligência, conluio ou medidas de segurança inadequadas. Essa alocação de responsabilidade incentiva todas as partes a implementarem controles robustos de prevenção de fraudes e manterem vigilância operacional.
O quadro regulatório reflete lições aprendidas com padrões de adoção globais. Dados pós-pandemia da Mastercard indicam que as transações sem contato representam atualmente cerca de 75% de todos os pagamentos com cartão na Europa, enquanto a Visa relata que métodos sem contato correspondem a aproximadamente 80% das transações presenciais no Reino Unido. Essas tendências reforçam como o pagamento sem contato evoluiu de uma funcionalidade de conveniência para um método de pagamento mainstream, e a iniciativa regulatória da Nigéria posiciona o país para aproveitar benefícios semelhantes, mantendo uma supervisão rigorosa.
Ao estabelecer diretrizes claras para a implementação de pagamentos sem contato, o banco central da Nigéria demonstra um compromisso com a modernização da infraestrutura de pagamento, protegendo os consumidores e mantendo a integridade do sistema financeiro.