A União Europeia propõe a proibição total de todas as transações de criptomoedas com a Rússia, para evitar a evasão de sanções.
A UE anunciou, por volta de 6 de fevereiro de 2026, a 20ª rodada de sanções contra a Rússia, que expandiu as medidas financeiras anteriores. De acordo com documentos oficiais e relatos da UE, essas medidas baseiam-se em ações anteriores de julho de 2025, estendendo a proibição do SWIFT para uma proibição total de transações com certos bancos russos e operadores de países terceiros, incluindo provedores de ativos digitais envolvidos na evasão de sanções. Os principais pontos incluem a proibição de operadores da UE de negociarem com bancos russos listados, instituições financeiras e entidades de países terceiros relacionadas (como Quirguistão, Emirados Árabes Unidos ou Hong Kong). Proibição total de transações com o rublo digital russo e provedores de serviços de ativos criptográficos russos, além do limite anterior de saldo de carteira, passando a bloquear diretamente as transações. Ampliação das restrições, proibindo plataformas e empresas de fornecer carteiras de criptomoedas, contas ou serviços de custódia a indivíduos ou entidades russas, incluindo a proibição de russos possuírem ou controlarem esses provedores de serviços. Medidas contra plataformas e empresas suspeitas de ajudar a Rússia a evitar sanções por meio de pagamentos digitais, além de novas exigências de reporte para transferências de grandes valores. @ VIP, taxas mais baixas, benefícios mais agressivos
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A União Europeia propõe a proibição total de todas as transações de criptomoedas com a Rússia, para evitar a evasão de sanções.
A UE anunciou, por volta de 6 de fevereiro de 2026, a 20ª rodada de sanções contra a Rússia, que expandiu as medidas financeiras anteriores.
De acordo com documentos oficiais e relatos da UE, essas medidas baseiam-se em ações anteriores de julho de 2025, estendendo a proibição do SWIFT para uma proibição total de transações com certos bancos russos e operadores de países terceiros, incluindo provedores de ativos digitais envolvidos na evasão de sanções.
Os principais pontos incluem a proibição de operadores da UE de negociarem com bancos russos listados, instituições financeiras e entidades de países terceiros relacionadas (como Quirguistão, Emirados Árabes Unidos ou Hong Kong).
Proibição total de transações com o rublo digital russo e provedores de serviços de ativos criptográficos russos, além do limite anterior de saldo de carteira, passando a bloquear diretamente as transações.
Ampliação das restrições, proibindo plataformas e empresas de fornecer carteiras de criptomoedas, contas ou serviços de custódia a indivíduos ou entidades russas, incluindo a proibição de russos possuírem ou controlarem esses provedores de serviços.
Medidas contra plataformas e empresas suspeitas de ajudar a Rússia a evitar sanções por meio de pagamentos digitais, além de novas exigências de reporte para transferências de grandes valores.
@ VIP, taxas mais baixas, benefícios mais agressivos