Futuros de milho encerraram a última semana de negociação de janeiro em modo de retração, com contratos de março caindo 2 1/4 centavos e os preços do mercado mais amplo deslizando de 2 a 4 centavos desde as máximas de meio-dia. A média nacional de caixa da CmdtyView fechou em $3,93 1/4 por bushel, refletindo uma queda de 2 centavos. Essa retração não foi impulsionada apenas por fatores domésticos — o fortalecimento do índice do dólar, que subiu para $0,893, exerceu pressão de baixa sobre os preços das commodities em geral, tornando as exportações menos competitivas internacionalmente.
Compreendendo a Mudança no Sentimento dos Traders
Os dados de Compromisso dos Traders da CFTC revelaram um reposicionamento importante entre os participantes de fundos geridos em futuros e opções de milho. Durante a semana que terminou em 27 de janeiro, esse grupo reduziu sua posição líquida curta em 9.274 contratos, principalmente por meio de acumulação de novas posições longas. A posição líquida curta ainda permanece em um substancial 72.050 contratos, mostrando um sentimento de baixa persistente apesar da atividade de compra recente. Operadores comerciais, por sua vez, reduziram suas posições longas, com sua posição líquida curta se expandindo em 17.381 contratos para atingir 187.342 contratos. Essa divergência entre especuladores comprando e comerciais vendendo sugere uma postura cautelosa antes de relatórios de demanda importantes.
Impulso de Exportação e Dinâmica de Oferta
O panorama de exportação apresenta uma narrativa mais otimista para os fundamentos do milho. Os compromissos de vendas atuais atingiram 57,694 milhões de toneladas métricas — um aumento convincente de 33% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse ritmo representa 71% da projeção de exportação do USDA para o ano completo, avançando além da velocidade média de vendas de 67%. Tal impulso pode sustentar os preços se for mantido durante a temporada de marketing da primavera.
No lado da oferta, as condições de produção de milho na Argentina merecem atenção cuidadosa. A avaliação da Bolsa de Cereais de Buenos Aires mostra que 46% da safra está em condições boas a excelentes — uma queda semana a semana de 52%, mas notavelmente melhor do que a classificação de 31% do ano anterior. Essa deterioração gradual nos rendimentos sul-americanos pode equilibrar as preocupações globais de oferta e potencialmente sustentar os valores do milho nas próximas semanas.
Visão Geral do Contrato
A estrutura geral dos contratos mostrou fraqueza consistente ao longo do calendário. O milho de março de 26 fechou a $4,28 1/4 (queda de 2 1/2 centavos), maio de 26 terminou a $4,35 3/4 (queda de 3 1/4 centavos) e julho de 26 fechou a $4,42 (queda de 3 3/4 centavos). Essas quedas em vários meses de contrato indicam uma fraqueza geral do mercado, e não uma fraqueza isolada nos meses mais próximos. Para traders e produtores que acompanham os comentários de grãos do Barchart, compreender a interação entre forças cambiais externas e dinâmicas fundamentais de oferta e demanda continua sendo essencial para estratégias de posicionamento nas próximas semanas.
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Análise de Grãos do Barchart: Futuros de Milho Encerram em Janeiro com Tom mais fraco
Futuros de milho encerraram a última semana de negociação de janeiro em modo de retração, com contratos de março caindo 2 1/4 centavos e os preços do mercado mais amplo deslizando de 2 a 4 centavos desde as máximas de meio-dia. A média nacional de caixa da CmdtyView fechou em $3,93 1/4 por bushel, refletindo uma queda de 2 centavos. Essa retração não foi impulsionada apenas por fatores domésticos — o fortalecimento do índice do dólar, que subiu para $0,893, exerceu pressão de baixa sobre os preços das commodities em geral, tornando as exportações menos competitivas internacionalmente.
Compreendendo a Mudança no Sentimento dos Traders
Os dados de Compromisso dos Traders da CFTC revelaram um reposicionamento importante entre os participantes de fundos geridos em futuros e opções de milho. Durante a semana que terminou em 27 de janeiro, esse grupo reduziu sua posição líquida curta em 9.274 contratos, principalmente por meio de acumulação de novas posições longas. A posição líquida curta ainda permanece em um substancial 72.050 contratos, mostrando um sentimento de baixa persistente apesar da atividade de compra recente. Operadores comerciais, por sua vez, reduziram suas posições longas, com sua posição líquida curta se expandindo em 17.381 contratos para atingir 187.342 contratos. Essa divergência entre especuladores comprando e comerciais vendendo sugere uma postura cautelosa antes de relatórios de demanda importantes.
Impulso de Exportação e Dinâmica de Oferta
O panorama de exportação apresenta uma narrativa mais otimista para os fundamentos do milho. Os compromissos de vendas atuais atingiram 57,694 milhões de toneladas métricas — um aumento convincente de 33% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse ritmo representa 71% da projeção de exportação do USDA para o ano completo, avançando além da velocidade média de vendas de 67%. Tal impulso pode sustentar os preços se for mantido durante a temporada de marketing da primavera.
No lado da oferta, as condições de produção de milho na Argentina merecem atenção cuidadosa. A avaliação da Bolsa de Cereais de Buenos Aires mostra que 46% da safra está em condições boas a excelentes — uma queda semana a semana de 52%, mas notavelmente melhor do que a classificação de 31% do ano anterior. Essa deterioração gradual nos rendimentos sul-americanos pode equilibrar as preocupações globais de oferta e potencialmente sustentar os valores do milho nas próximas semanas.
Visão Geral do Contrato
A estrutura geral dos contratos mostrou fraqueza consistente ao longo do calendário. O milho de março de 26 fechou a $4,28 1/4 (queda de 2 1/2 centavos), maio de 26 terminou a $4,35 3/4 (queda de 3 1/4 centavos) e julho de 26 fechou a $4,42 (queda de 3 3/4 centavos). Essas quedas em vários meses de contrato indicam uma fraqueza geral do mercado, e não uma fraqueza isolada nos meses mais próximos. Para traders e produtores que acompanham os comentários de grãos do Barchart, compreender a interação entre forças cambiais externas e dinâmicas fundamentais de oferta e demanda continua sendo essencial para estratégias de posicionamento nas próximas semanas.