📢A aprovação do projeto de lei "CLARITY Act" nos EUA está cada vez mais difícil, além dos "juros de stablecoins", surge um segundo impasse — a questão da "legalidade" da emissão de moeda pelo presidente. Em relação à recente proposta dos deputados democratas de incluir cláusulas de "limitação anti-corrupção/ética" que proíbem o presidente, altos funcionários do governo e seus familiares diretos de lucrar com criptomoedas, o conselheiro de ativos digitais da Casa Branca, @patrickjwitt, afirmou na entrevista de ontem ao CoinDesk que essas propostas são absurdas e direcionadas, e que é fundamental defender a linha vermelha de que o presidente não deve ser infringido. Legalmente, Trump tem a capacidade de impedir a aprovação do projeto, pois requer consenso bipartidário, aprovação nas duas câmaras do Congresso e assinatura do presidente, mas isso teria um impacto fatal na proposta "clara". Senadores democratas como Elizabeth Warren, Cory Booker, entre outros, consideram as cláusulas anti-corrupção uma "linha vermelha", e a Casa Branca/Partido Republicano adotam uma postura de tolerância zero, preferindo deixar o projeto morrer do que fazer concessões. Atualmente, o projeto perdeu a janela de janeiro, com uma probabilidade muito baixa de aprovação na primeira metade do ano. As eleições de meio de mandato em novembro não são favoráveis ao Partido Republicano, e talvez o assunto seja adiado até a próxima legislatura! Vídeo da entrevista:
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📢A aprovação do projeto de lei "CLARITY Act" nos EUA está cada vez mais difícil, além dos "juros de stablecoins", surge um segundo impasse — a questão da "legalidade" da emissão de moeda pelo presidente. Em relação à recente proposta dos deputados democratas de incluir cláusulas de "limitação anti-corrupção/ética" que proíbem o presidente, altos funcionários do governo e seus familiares diretos de lucrar com criptomoedas, o conselheiro de ativos digitais da Casa Branca, @patrickjwitt, afirmou na entrevista de ontem ao CoinDesk que essas propostas são absurdas e direcionadas, e que é fundamental defender a linha vermelha de que o presidente não deve ser infringido. Legalmente, Trump tem a capacidade de impedir a aprovação do projeto, pois requer consenso bipartidário, aprovação nas duas câmaras do Congresso e assinatura do presidente, mas isso teria um impacto fatal na proposta "clara". Senadores democratas como Elizabeth Warren, Cory Booker, entre outros, consideram as cláusulas anti-corrupção uma "linha vermelha", e a Casa Branca/Partido Republicano adotam uma postura de tolerância zero, preferindo deixar o projeto morrer do que fazer concessões. Atualmente, o projeto perdeu a janela de janeiro, com uma probabilidade muito baixa de aprovação na primeira metade do ano. As eleições de meio de mandato em novembro não são favoráveis ao Partido Republicano, e talvez o assunto seja adiado até a próxima legislatura! Vídeo da entrevista: