Do ponto de vista da lei de falências, esta questão é na verdade bastante clara: não se pode simplesmente atribuir dezenas de bilhões de dólares em dívida prioritária a uma entidade financeiramente sólida e com fluxo de caixa positivo, e depois usar isso para cobrir buracos de outros credores — confiar apenas no que se chama de «julgamento comercial» não é suficiente. A menos que se possa provar que essa dívida é necessária ou realmente benéfica para o próprio devedor, isso viola as disposições claras do artigo 364 e do artigo 6003 da lei de falências dos EUA. Essa é a linha de fundo legal escrita em preto no branco.
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Do ponto de vista da lei de falências, esta questão é na verdade bastante clara: não se pode simplesmente atribuir dezenas de bilhões de dólares em dívida prioritária a uma entidade financeiramente sólida e com fluxo de caixa positivo, e depois usar isso para cobrir buracos de outros credores — confiar apenas no que se chama de «julgamento comercial» não é suficiente. A menos que se possa provar que essa dívida é necessária ou realmente benéfica para o próprio devedor, isso viola as disposições claras do artigo 364 e do artigo 6003 da lei de falências dos EUA. Essa é a linha de fundo legal escrita em preto no branco.