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A atitude dos Estados Unidos em relação aos ativos criptográficos, realmente deu uma volta de 180 graus. De uma repressão severa na época a uma estratégia de layout atual, isso não é apenas uma oscilação de políticas, mas uma jogada maior por trás.
Revendo a história: em 2013, os EUA qualificaram as exchanges de criptomoedas como empresas de serviços monetários, em 2014 definiram o Bitcoin como propriedade, até 2022, durante o mercado baixista de criptomoedas, as autoridades reguladoras agiram frequentemente contra os projetos, e em 2025, promoveram a criação de uma reserva estratégica de Bitcoin, culminando na confirmação oficial e implementação — esse processo de evolução ao longo de uma década é, na verdade, uma transição completa de "cerco" para "integração no sistema". A lógica por trás é simples: ao invés de expulsar esses ativos para o exterior, é melhor integrá-los ao próprio sistema financeiro, assim controlando-os e usando-os para consolidar a influência do dólar no mundo.
Atualmente, o cenário regulatório global de criptomoedas já apresenta uma divisão clara. O primeiro é o "abraço ativo", representado pelos EUA, que através da criação de reservas, lançamento de ETFs de commodities, aprimoramento do framework de stablecoins, entre outras medidas, conecta estreitamente os ativos criptográficos ao sistema financeiro doméstico — eles querem fazer das stablecoins uma "ferramenta digital" do dólar, estendendo o domínio do dólar do sistema financeiro tradicional para o mundo cripto. O segundo é o "estabelecimento de regras", seguido pela União Europeia, que adota essa abordagem, regulando por camadas através do regulamento MiCA, diferenciando os tipos de ativos criptográficos e criando um framework de regulamentação baseado em riscos.