## Mercado após romper os 93K de Bitcoin: impacto geopolítico desencadeia liquidações, capital busca ativos de alto Beta
**Bitcoin (BTC)** iniciou 2026 com ritmo forte, atualmente cotado a **$93.28K**, com uma valorização semanal de **4.76%**, demonstrando resiliência e força de recuperação diante de eventos imprevistos. Nas últimas 24 horas, embora tenha recuado ligeiramente 0.67%, a partir de uma queda inicial de 0.5% até US$89.300, o mercado rapidamente dissipou o pessimismo e se recuperou em poucas horas. Essa rápida recuperação reflete a estabilidade na absorção de capitais institucionais e o emocional de compra por parte de investidores de varejo.
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**Risco geopolítico liberado, onda de liquidações impulsiona compras**
No início desta semana, notícias de ações militares dos EUA causaram uma onda de vendas no mercado de criptomoedas. Os EUA capturaram o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, que foram processados pelo Tribunal do Distrito Sul de Nova York e removidos do país, o que elevou preocupações sobre a escalada da tensão geopolítica. Dados mostram que, nas 24 horas após o anúncio, a liquidação de futuros atingiu US$1,8 bilhão, com shorts sendo forçados a fechar por US$1,33 bilhão e longs parando perdas por US$470 milhões. Contudo, essas liquidações não prolongaram a queda, ao contrário, serviram como gatilho para recompra de posições vendidas, com alavancados de compra aproveitando a oportunidade para aumentar posições, transformando o pânico de curto prazo em combustível para alta.
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**Memes em alta, capital realoca-se para ativos de maior risco**
Com o Bitcoin sustentando o suporte, o fluxo de capital migra para ativos de maior risco. Dogecoin (DOGE) subiu **17.96%** na semana, cotado a **$0.15**, com uma cruz dourada no gráfico de uma hora (média móvel de 9 acima de 26), volume de negociação 40% maior que a média de 30 dias; PEPE, após alta de curto prazo, recuou **-6.03%** nas últimas 24 horas; Shiba Inu, Bonk, Floki e outros memes também avançaram, com o índice de memes do CoinGecko atingindo US$33,8 bilhões em valor de mercado e US$5,9 bilhões em volume de 24h. O desempenho coletivo desses ativos de alto Beta indica que, em momentos de consolidação relativa do Bitcoin, investidores buscam riscos de baixa, direcionando parte do capital para projetos com potencial de retorno mais elevado.
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**Ethereum e principais altcoins sobem junto, início de estratégia institucional**
Ethereum (ETH) atualmente cotado a **$3.26K**, com alta de **9.24%** na semana, superando o desempenho semanal do Bitcoin, refletindo uma reavaliação positiva do mercado quanto às aplicações na sua ecologia. XRP também se destacou, cotado a **$2.33**, com alta de quase **23.59%** na semana, atingindo novo pico recente. Solana (SOL), Cardano e outras principais altcoins também reagiram, formando um movimento de alta generalizado.
Por trás dessa alta ampla, há sinais iniciais de entrada de capital institucional. Segundo as últimas projeções de gigantes como Grayscale e Bitwise, 2026 marcará o início de uma era de alocação institucional, com previsão de que o intervalo de preço mediano do Bitcoin seja entre **$120.000 e $170.000**, e, em cenário otimista, até US$189.000. Entre as dez principais previsões do Bitwise, a quebra do ciclo de quatro anos e a criação de novas máximas é a principal expectativa, impulsionada pela absorção de demanda de ETFs de Bitcoin à vista (prevendo-se mais de 100% de compra de novas ofertas de mineração).
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**Entrada institucional estruturada, cortes de juros pelo Fed e políticas regulatórias amigáveis aceleram o movimento**
Em 2025, o ETF de Bitcoin à vista já recebeu US$21,4 bilhões em entradas líquidas, com gigantes como BlackRock continuando a comprar, com expectativa de aceleração em 2026. O Fed projeta pelo menos mais uma redução de juros ao longo do ano (com precificação de duas), o dólar permanece fraco (queda de 9.4% em 2025), e o ambiente de juros baixos reduz significativamente o custo de manutenção de ativos cripto. A postura amigável do novo governo de Trump em relação ao setor (potencial relaxamento regulatório, avanço de projetos de lei de estrutura de mercado), além de sinais de que o banco central está direcionando suas compras para ativos digitais, atrairão mais fundos soberanos e empresas listadas. Além disso, o crescimento de stablecoins e a tokenização de ativos reais (RWA) ampliarão ainda mais o papel do Bitcoin como reserva de valor.
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**Aspectos técnicos e gestão de risco**
No curto prazo, US$90.000 é um nível de suporte crucial; se for perdido, pode-se testar US$85.000. A resistência principal está na barreira psicológica de US$100.000. Investidores devem monitorar de perto os dados de liquidação, a evolução da situação na Venezuela e sinais de política do Fed, além de gerenciar adequadamente o uso de alavancagem para lidar com a volatilidade.
No longo prazo, a adoção institucional e a melhora do ambiente regulatório continuarão a impulsionar o espaço de criptoativos, especialmente o Bitcoin, tornando as oscilações de curto prazo oportunidades de entrada.
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## Mercado após romper os 93K de Bitcoin: impacto geopolítico desencadeia liquidações, capital busca ativos de alto Beta
**Bitcoin (BTC)** iniciou 2026 com ritmo forte, atualmente cotado a **$93.28K**, com uma valorização semanal de **4.76%**, demonstrando resiliência e força de recuperação diante de eventos imprevistos. Nas últimas 24 horas, embora tenha recuado ligeiramente 0.67%, a partir de uma queda inicial de 0.5% até US$89.300, o mercado rapidamente dissipou o pessimismo e se recuperou em poucas horas. Essa rápida recuperação reflete a estabilidade na absorção de capitais institucionais e o emocional de compra por parte de investidores de varejo.
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**Risco geopolítico liberado, onda de liquidações impulsiona compras**
No início desta semana, notícias de ações militares dos EUA causaram uma onda de vendas no mercado de criptomoedas. Os EUA capturaram o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, que foram processados pelo Tribunal do Distrito Sul de Nova York e removidos do país, o que elevou preocupações sobre a escalada da tensão geopolítica. Dados mostram que, nas 24 horas após o anúncio, a liquidação de futuros atingiu US$1,8 bilhão, com shorts sendo forçados a fechar por US$1,33 bilhão e longs parando perdas por US$470 milhões. Contudo, essas liquidações não prolongaram a queda, ao contrário, serviram como gatilho para recompra de posições vendidas, com alavancados de compra aproveitando a oportunidade para aumentar posições, transformando o pânico de curto prazo em combustível para alta.
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**Memes em alta, capital realoca-se para ativos de maior risco**
Com o Bitcoin sustentando o suporte, o fluxo de capital migra para ativos de maior risco. Dogecoin (DOGE) subiu **17.96%** na semana, cotado a **$0.15**, com uma cruz dourada no gráfico de uma hora (média móvel de 9 acima de 26), volume de negociação 40% maior que a média de 30 dias; PEPE, após alta de curto prazo, recuou **-6.03%** nas últimas 24 horas; Shiba Inu, Bonk, Floki e outros memes também avançaram, com o índice de memes do CoinGecko atingindo US$33,8 bilhões em valor de mercado e US$5,9 bilhões em volume de 24h. O desempenho coletivo desses ativos de alto Beta indica que, em momentos de consolidação relativa do Bitcoin, investidores buscam riscos de baixa, direcionando parte do capital para projetos com potencial de retorno mais elevado.
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**Ethereum e principais altcoins sobem junto, início de estratégia institucional**
Ethereum (ETH) atualmente cotado a **$3.26K**, com alta de **9.24%** na semana, superando o desempenho semanal do Bitcoin, refletindo uma reavaliação positiva do mercado quanto às aplicações na sua ecologia. XRP também se destacou, cotado a **$2.33**, com alta de quase **23.59%** na semana, atingindo novo pico recente. Solana (SOL), Cardano e outras principais altcoins também reagiram, formando um movimento de alta generalizado.
Por trás dessa alta ampla, há sinais iniciais de entrada de capital institucional. Segundo as últimas projeções de gigantes como Grayscale e Bitwise, 2026 marcará o início de uma era de alocação institucional, com previsão de que o intervalo de preço mediano do Bitcoin seja entre **$120.000 e $170.000**, e, em cenário otimista, até US$189.000. Entre as dez principais previsões do Bitwise, a quebra do ciclo de quatro anos e a criação de novas máximas é a principal expectativa, impulsionada pela absorção de demanda de ETFs de Bitcoin à vista (prevendo-se mais de 100% de compra de novas ofertas de mineração).
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**Entrada institucional estruturada, cortes de juros pelo Fed e políticas regulatórias amigáveis aceleram o movimento**
Em 2025, o ETF de Bitcoin à vista já recebeu US$21,4 bilhões em entradas líquidas, com gigantes como BlackRock continuando a comprar, com expectativa de aceleração em 2026. O Fed projeta pelo menos mais uma redução de juros ao longo do ano (com precificação de duas), o dólar permanece fraco (queda de 9.4% em 2025), e o ambiente de juros baixos reduz significativamente o custo de manutenção de ativos cripto. A postura amigável do novo governo de Trump em relação ao setor (potencial relaxamento regulatório, avanço de projetos de lei de estrutura de mercado), além de sinais de que o banco central está direcionando suas compras para ativos digitais, atrairão mais fundos soberanos e empresas listadas. Além disso, o crescimento de stablecoins e a tokenização de ativos reais (RWA) ampliarão ainda mais o papel do Bitcoin como reserva de valor.
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**Aspectos técnicos e gestão de risco**
No curto prazo, US$90.000 é um nível de suporte crucial; se for perdido, pode-se testar US$85.000. A resistência principal está na barreira psicológica de US$100.000. Investidores devem monitorar de perto os dados de liquidação, a evolução da situação na Venezuela e sinais de política do Fed, além de gerenciar adequadamente o uso de alavancagem para lidar com a volatilidade.
No longo prazo, a adoção institucional e a melhora do ambiente regulatório continuarão a impulsionar o espaço de criptoativos, especialmente o Bitcoin, tornando as oscilações de curto prazo oportunidades de entrada.