#稳定币生态 Uma perspetiva recente mudou completamente a minha perceção sobre as stablecoins — elas não estão aqui para "matar os bancos", mas sim para forçar a evolução do setor bancário.
Nestes últimos dias, vi duas notícias bastante interessantes. De um lado, especialistas e académicos chineses sugerem testar um plano de stablecoins na zona de livre comércio; do outro, uma pesquisa académica rompeu com a maldição da "fuga em massa de depósitos". Os dados da Universidade de Cornell são bastante reveladores: apesar do crescimento explosivo do valor de mercado das stablecoins, a perda de depósitos bancários quase não aconteceu.
A razão é bastante simples — ainda há atrito. A maior parte do dinheiro das pessoas não fica nos bancos porque as contas à ordem são melhores, mas porque os empréstimos hipotecários, cartões de crédito e salários diretos estão todos ligados, tornando a transferência demasiado cara. As stablecoins não conseguem mudar essa realidade.
Mas aí está a genialidade! A existência das stablecoins funciona como uma espada pendurada sobre a cabeça dos bancos, forçando-os a deixar de ficar deitados. Quando há uma alternativa confiável, os bancos são obrigados a aumentar as taxas de juros dos depósitos e a otimizar a eficiência operacional — essa é a verdadeira força da concorrência.
O que é ainda mais empolgante é o benefício tecnológico subjacente. A "liquidação atómica" na blockchain significa que os pagamentos transfronteiriços podem passar de dias para segundos, e o dinheiro não fica mais preso no trânsito. Isso tem um impacto profundo na modernização da infraestrutura financeira global. A lei GENIUS nos EUA, ao estabelecer requisitos claros de reserva, está a transformar a zona cinzenta offshore em uma infraestrutura financeira transparente e sólida.
A experiência piloto na zona de livre comércio da China segue a mesma lógica — cautelosa, mas aberta; estabelecendo um sistema de listas brancas, inovando com o yuan offshore e fortalecendo a infraestrutura. Este é o novo campo de competição financeira entre grandes países.
As stablecoins não vão "matar" os bancos, pelo contrário, vão ajudar o sistema financeiro a durar mais e a funcionar melhor. As instituições dispostas a abraçar a mudança estão a encontrar a maior vantagem competitiva.
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#稳定币生态 Uma perspetiva recente mudou completamente a minha perceção sobre as stablecoins — elas não estão aqui para "matar os bancos", mas sim para forçar a evolução do setor bancário.
Nestes últimos dias, vi duas notícias bastante interessantes. De um lado, especialistas e académicos chineses sugerem testar um plano de stablecoins na zona de livre comércio; do outro, uma pesquisa académica rompeu com a maldição da "fuga em massa de depósitos". Os dados da Universidade de Cornell são bastante reveladores: apesar do crescimento explosivo do valor de mercado das stablecoins, a perda de depósitos bancários quase não aconteceu.
A razão é bastante simples — ainda há atrito. A maior parte do dinheiro das pessoas não fica nos bancos porque as contas à ordem são melhores, mas porque os empréstimos hipotecários, cartões de crédito e salários diretos estão todos ligados, tornando a transferência demasiado cara. As stablecoins não conseguem mudar essa realidade.
Mas aí está a genialidade! A existência das stablecoins funciona como uma espada pendurada sobre a cabeça dos bancos, forçando-os a deixar de ficar deitados. Quando há uma alternativa confiável, os bancos são obrigados a aumentar as taxas de juros dos depósitos e a otimizar a eficiência operacional — essa é a verdadeira força da concorrência.
O que é ainda mais empolgante é o benefício tecnológico subjacente. A "liquidação atómica" na blockchain significa que os pagamentos transfronteiriços podem passar de dias para segundos, e o dinheiro não fica mais preso no trânsito. Isso tem um impacto profundo na modernização da infraestrutura financeira global. A lei GENIUS nos EUA, ao estabelecer requisitos claros de reserva, está a transformar a zona cinzenta offshore em uma infraestrutura financeira transparente e sólida.
A experiência piloto na zona de livre comércio da China segue a mesma lógica — cautelosa, mas aberta; estabelecendo um sistema de listas brancas, inovando com o yuan offshore e fortalecendo a infraestrutura. Este é o novo campo de competição financeira entre grandes países.
As stablecoins não vão "matar" os bancos, pelo contrário, vão ajudar o sistema financeiro a durar mais e a funcionar melhor. As instituições dispostas a abraçar a mudança estão a encontrar a maior vantagem competitiva.