A Fed cortará as taxas três vezes até meados de 2026? Mark Zandi, da Moody's, analisa o caso para uma flexibilização agressiva

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Odaily Planet Daily News: Segundo Mark Zandi, Economista Chefe da Moody’s Analytics, a Reserva Federal enfrenta uma pressão crescente para implementar um afrouxamento monetário rápido no início de 2026, com expectativas de três cortes consecutivos de 25 pontos base nas taxas durante a primeira metade do ano.

O Desafio do Mercado de Trabalho que Impulsiona Mudanças na Política

A análise de Zandi diverge fortemente tanto da orientação oficial da Fed quanto do consenso do mercado, que atualmente prevê uma abordagem mais moderada para as reduções nas taxas de juros. Sua visão otimista para cortes depende do agravamento das condições de emprego. “A situação do emprego continuará sendo uma restrição importante no início de 2026”, explicou Zandi. “As empresas estão segurando suas decisões de contratação enquanto navegam pela incerteza em torno de mudanças na política comercial, regras de imigração e obstáculos econômicos mais amplos. Essa cautela se traduzirá em uma criação de empregos insuficiente para estabilizar os níveis de desemprego.”

O Loop de Retroalimentação do Desemprego

A tese do economista centra-se em uma dinâmica crítica: o desemprego persistente torna-se auto-reforçador. Com um impulso de contratação insuficiente, a taxa de desemprego continua a subir, o que por sua vez deixa a Fed com poucas opções além de reduzir os custos de empréstimo para estimular a atividade econômica. “Enquanto a tendência de desemprego continuar a subir, os cortes de taxa permanecerão inevitáveis”, observou Zandi.

Previsões Contrastantes: Por que Zandi se Destaca

A previsão de Mark Zandi representa uma postura notavelmente mais dovish em comparação com as expectativas predominantes. As comunicações atuais da Fed e a precificação do mercado sugerem uma redução gradual e conservadora nas taxas ao longo de 2026. No entanto, Zandi argumenta que a pressão política combinada com a fraqueza do mercado de trabalho e preocupações persistentes com a inflação acabarão forçando a mão do banco central em direção a ações mais enérgicas na primeira metade do ano.

A divergência entre a perspectiva de Zandi e as previsões convencionais sugere um debate significativo pela frente sobre o caminho real da política da Fed—uma questão que terá implicações importantes para os preços dos ativos, custos de empréstimos e trajetórias de crescimento econômico.

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