As operações de mineração de Bitcoin acabaram de receber um choque de realidade. A Core Scientific encerrou agosto com uma forte demonstração de hardware—implantando mais de 25.000 novos servidores ASIC e ultrapassando a marca de 21 EH/s, consolidando a sua posição como a mineradora listada mais poderosa do continente.
Os Números Contam a História
Até ao final do mês, a rede extensa da Core Scientific atingiu 225.451 servidores ASIC em todas as instalações, traduzindo-se numa potência de hashing combinada de 21,54 EH/s. Isso não é apenas impressionante—é a maior taxa de hash operacional entre qualquer empresa cotada em bolsa que opera na América do Norte.
A divisão de auto-mineração foi igualmente produtiva. Agosto viu a empresa produzir 1.334 bitcoins, com a sua frota de auto-mineração agora composta por 127.716 servidores e 12,69 EH/s. O CEO não foi tímido quanto à conquista, apontando a implantação de cerca de 17.000 novos servidores durante o mês como um fator-chave. No entanto, atividades de restrição em várias instalações limitaram algum do potencial de crescimento.
Força de Infraestrutura: Onde a Energia Está
O centro de dados da Core Scientific em Marble, NC, fica ao lado de instalações na Geórgia, Kentucky, Dakota do Norte e Texas—todas operando a plena capacidade. A empresa está a expandir as operações no Texas enquanto se prepara para lançar em Oklahoma nos próximos trimestres. Esta diversidade geográfica não é apenas uma redundância inteligente; é a espinha dorsal de operações de mineração confiáveis e em grande escala.
O Jogo da Colocação
Para além da sua própria mineração, a Core Scientific forneceu serviços de hospedagem para mais de 97.000 servidores ASIC de clientes, representando 41% do hashrate total. A procura dos clientes continua a superar a infraestrutura disponível, sugerindo que os serviços de colocação da empresa podem ser uma alavanca de receita significativa no futuro.
Mantendo-se Lucrativa Enquanto Hodla
A empresa movimentou 1.125 bitcoins em agosto a uma média de $23.014 por moeda, totalizando aproximadamente $25,9 milhões. Até ao final do mês, a Core Scientific detinha 1.409 bitcoins e cerca de $47,2 milhões em dinheiro, proporcionando uma liquidez razoável para a expansão contínua.
A Realidade da Rede
As operações de mineração não acontecem num vácuo. Durante agosto, a Core Scientific desligou Texas e outras instalações várias vezes para apoiar a estabilidade da rede elétrica, cortando um total de 11.057 megawatt-horas da rede. É um tipo de movimento que sinaliza maturidade numa indústria que ainda está a descobrir a sua relação com a infraestrutura de energia.
A verdadeira história aqui? A Core Scientific não está apenas a minerar—está a construir uma infraestrutura de escala industrial que importa tanto para os mercados de criptomoedas quanto para os energéticos tradicionais.
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A Core Scientific aumenta a sua capacidade de hashpower: mais de 21 EH/s solidifica o domínio da América do Norte
As operações de mineração de Bitcoin acabaram de receber um choque de realidade. A Core Scientific encerrou agosto com uma forte demonstração de hardware—implantando mais de 25.000 novos servidores ASIC e ultrapassando a marca de 21 EH/s, consolidando a sua posição como a mineradora listada mais poderosa do continente.
Os Números Contam a História
Até ao final do mês, a rede extensa da Core Scientific atingiu 225.451 servidores ASIC em todas as instalações, traduzindo-se numa potência de hashing combinada de 21,54 EH/s. Isso não é apenas impressionante—é a maior taxa de hash operacional entre qualquer empresa cotada em bolsa que opera na América do Norte.
A divisão de auto-mineração foi igualmente produtiva. Agosto viu a empresa produzir 1.334 bitcoins, com a sua frota de auto-mineração agora composta por 127.716 servidores e 12,69 EH/s. O CEO não foi tímido quanto à conquista, apontando a implantação de cerca de 17.000 novos servidores durante o mês como um fator-chave. No entanto, atividades de restrição em várias instalações limitaram algum do potencial de crescimento.
Força de Infraestrutura: Onde a Energia Está
O centro de dados da Core Scientific em Marble, NC, fica ao lado de instalações na Geórgia, Kentucky, Dakota do Norte e Texas—todas operando a plena capacidade. A empresa está a expandir as operações no Texas enquanto se prepara para lançar em Oklahoma nos próximos trimestres. Esta diversidade geográfica não é apenas uma redundância inteligente; é a espinha dorsal de operações de mineração confiáveis e em grande escala.
O Jogo da Colocação
Para além da sua própria mineração, a Core Scientific forneceu serviços de hospedagem para mais de 97.000 servidores ASIC de clientes, representando 41% do hashrate total. A procura dos clientes continua a superar a infraestrutura disponível, sugerindo que os serviços de colocação da empresa podem ser uma alavanca de receita significativa no futuro.
Mantendo-se Lucrativa Enquanto Hodla
A empresa movimentou 1.125 bitcoins em agosto a uma média de $23.014 por moeda, totalizando aproximadamente $25,9 milhões. Até ao final do mês, a Core Scientific detinha 1.409 bitcoins e cerca de $47,2 milhões em dinheiro, proporcionando uma liquidez razoável para a expansão contínua.
A Realidade da Rede
As operações de mineração não acontecem num vácuo. Durante agosto, a Core Scientific desligou Texas e outras instalações várias vezes para apoiar a estabilidade da rede elétrica, cortando um total de 11.057 megawatt-horas da rede. É um tipo de movimento que sinaliza maturidade numa indústria que ainda está a descobrir a sua relação com a infraestrutura de energia.
A verdadeira história aqui? A Core Scientific não está apenas a minerar—está a construir uma infraestrutura de escala industrial que importa tanto para os mercados de criptomoedas quanto para os energéticos tradicionais.