Dados recentes mostram que a SUI está atualmente cotada a $1.44, com um aumento de +0.47% nas últimas 24 horas, e um valor de mercado total de $5.39B. E neste momento, uma ação estratégica crucial está a remodelar o panorama institucional do ecossistema SUI.
A ponte para as finanças tradicionais
A empresa cotada SUI Group estabeleceu uma parceria estratégica com a Bluefin, o que não é apenas uma ligação de capital, mas uma ponte formal do mercado financeiro tradicional para o mercado na cadeia. O presidente do SUI Group afirmou que o objetivo principal é claro — permitir que fundos de hedge, gestoras de ativos e market makers acessem diretamente as negociações na cadeia.
A vantagem deste modelo é que: o SUI Group, através desta colaboração, cria um fluxo de receita sustentável, e os detentores também podem partilhar os lucros do crescimento do ecossistema. É um design de três vias — as instituições obtêm canais de negociação, os projetos ganham liquidez, e os investidores beneficiam de uma valorização de valor.
Crescimento do ecossistema por trás dos números
A Bluefin, como uma das principais DEX na cadeia SUI, tem apresentado um desempenho notável recentemente:
O volume de negociações cresceu de cerca de 1 bilhão de dólares em setembro de 2024 para mais de 4,2 bilhões de dólares em agosto de 2025
O volume total de negociações atingiu 82 bilhões de dólares, com taxas cobradas de 34 milhões
Abrange 2,3 milhões de contas de utilizador
Mais importante ainda, a explosão do mercado de empréstimos e financiamentos — desde o lançamento em maio de 2025, o TVL (Total Value Locked) já se aproxima de 150 milhões de dólares. O mais recente produto Vaults ultrapassou 90 milhões de dólares em depósitos, oferecendo soluções integradas para produtos estruturados e ativos tokenizados.
Sinalizações dos termos da parceria
Os detalhes da colaboração não são complexos, mas são bastante interessantes: o SUI Group investiu 2 milhões de SUI como suporte de liquidez, em troca de uma partilha de 5% dos lucros da Bluefin (pagos em SUI). Isso é significativamente mais alto do que os rendimentos tradicionais de staking.
O que isso significa? Capital de nível institucional está a entrar na ecologia de forma mais inteligente. Não apenas mantendo tokens, mas obtendo uma melhor estrutura econômica através de parcerias estratégicas.
Por que agora
A arquitetura de alta velocidade e escalável do SUI tem sido vista como uma infraestrutura de alta qualidade para aplicações em grande escala. Com a entrada de capital institucional, o aprimoramento da infraestrutura das exchanges, e uma política mais favorável atualmente, a janela de oportunidade para que as finanças na cadeia saiam da periferia e se tornem mainstream está aberta.
A equipe de investidores por trás da Bluefin também demonstra isso — Polychain, Brevan Howard Digital, Susquehanna, entre outros, estão apostando nesta direção.
Todo o cenário está evoluindo de uma fase de “exploração por investidores de varejo” para uma fase de “estratégia institucional”.
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
De Wall Street ao On-Chain: O Sinal de Entrada do Corpo Institucional do Ecossistema SUI
Dados recentes mostram que a SUI está atualmente cotada a $1.44, com um aumento de +0.47% nas últimas 24 horas, e um valor de mercado total de $5.39B. E neste momento, uma ação estratégica crucial está a remodelar o panorama institucional do ecossistema SUI.
A ponte para as finanças tradicionais
A empresa cotada SUI Group estabeleceu uma parceria estratégica com a Bluefin, o que não é apenas uma ligação de capital, mas uma ponte formal do mercado financeiro tradicional para o mercado na cadeia. O presidente do SUI Group afirmou que o objetivo principal é claro — permitir que fundos de hedge, gestoras de ativos e market makers acessem diretamente as negociações na cadeia.
A vantagem deste modelo é que: o SUI Group, através desta colaboração, cria um fluxo de receita sustentável, e os detentores também podem partilhar os lucros do crescimento do ecossistema. É um design de três vias — as instituições obtêm canais de negociação, os projetos ganham liquidez, e os investidores beneficiam de uma valorização de valor.
Crescimento do ecossistema por trás dos números
A Bluefin, como uma das principais DEX na cadeia SUI, tem apresentado um desempenho notável recentemente:
Mais importante ainda, a explosão do mercado de empréstimos e financiamentos — desde o lançamento em maio de 2025, o TVL (Total Value Locked) já se aproxima de 150 milhões de dólares. O mais recente produto Vaults ultrapassou 90 milhões de dólares em depósitos, oferecendo soluções integradas para produtos estruturados e ativos tokenizados.
Sinalizações dos termos da parceria
Os detalhes da colaboração não são complexos, mas são bastante interessantes: o SUI Group investiu 2 milhões de SUI como suporte de liquidez, em troca de uma partilha de 5% dos lucros da Bluefin (pagos em SUI). Isso é significativamente mais alto do que os rendimentos tradicionais de staking.
O que isso significa? Capital de nível institucional está a entrar na ecologia de forma mais inteligente. Não apenas mantendo tokens, mas obtendo uma melhor estrutura econômica através de parcerias estratégicas.
Por que agora
A arquitetura de alta velocidade e escalável do SUI tem sido vista como uma infraestrutura de alta qualidade para aplicações em grande escala. Com a entrada de capital institucional, o aprimoramento da infraestrutura das exchanges, e uma política mais favorável atualmente, a janela de oportunidade para que as finanças na cadeia saiam da periferia e se tornem mainstream está aberta.
A equipe de investidores por trás da Bluefin também demonstra isso — Polychain, Brevan Howard Digital, Susquehanna, entre outros, estão apostando nesta direção.
Todo o cenário está evoluindo de uma fase de “exploração por investidores de varejo” para uma fase de “estratégia institucional”.