#美联储利率政策 Quando vejo o presidente do Federal Reserve, Williams, dizer que o próximo passo "ainda é prematuro", já sei que o mercado vai começar a imaginar coisas novamente.
Já vi essa narrativa muitas vezes — quando há cortes de juros, dizem que os dados apoiam, e quando é hora de continuar, dizem que é preciso esperar pelos dados. O problema é que os investidores de varejo e os pequenos fundos nunca podem se apressar, e na verdade são os mais propensos a serem vítimas dessa "incerteza". Os erros que cometi ao longo dos anos vêm exatamente disso: ver uma mudança na política e entrar de cabeça, só para ser contrariado.
Ao observar cuidadosamente os sinais desta vez, eles são bastante sutis — a desaceleração do emprego e a redução da inflação apoiaram o corte de juros da semana passada, mas os efeitos das tarifas só serão sentidos no próximo ano. O que isso significa? Que há uma alta probabilidade de que as expectativas de política fiquem voláteis nos próximos meses.
Minha abordagem atual é: quando esses sinais ambíguos aparecem, sigo dois princípios. Primeiro, não entro na moda nem fico com FOMO só porque "pode haver corte de juros". Segundo, mantenho uma reserva de liquidez — você nunca sabe quando o próximo cisne negro vai aparecer, e quem mantém dinheiro em caixa tem mais controle.
Lembre-se, o mercado gosta de fazer grandes espetáculos na incerteza, e a maioria das pessoas acaba sendo a mais vulnerável nesse momento.
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#美联储利率政策 Quando vejo o presidente do Federal Reserve, Williams, dizer que o próximo passo "ainda é prematuro", já sei que o mercado vai começar a imaginar coisas novamente.
Já vi essa narrativa muitas vezes — quando há cortes de juros, dizem que os dados apoiam, e quando é hora de continuar, dizem que é preciso esperar pelos dados. O problema é que os investidores de varejo e os pequenos fundos nunca podem se apressar, e na verdade são os mais propensos a serem vítimas dessa "incerteza". Os erros que cometi ao longo dos anos vêm exatamente disso: ver uma mudança na política e entrar de cabeça, só para ser contrariado.
Ao observar cuidadosamente os sinais desta vez, eles são bastante sutis — a desaceleração do emprego e a redução da inflação apoiaram o corte de juros da semana passada, mas os efeitos das tarifas só serão sentidos no próximo ano. O que isso significa? Que há uma alta probabilidade de que as expectativas de política fiquem voláteis nos próximos meses.
Minha abordagem atual é: quando esses sinais ambíguos aparecem, sigo dois princípios. Primeiro, não entro na moda nem fico com FOMO só porque "pode haver corte de juros". Segundo, mantenho uma reserva de liquidez — você nunca sabe quando o próximo cisne negro vai aparecer, e quem mantém dinheiro em caixa tem mais controle.
Lembre-se, o mercado gosta de fazer grandes espetáculos na incerteza, e a maioria das pessoas acaba sendo a mais vulnerável nesse momento.