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O que significa derivativos? Guia detalhado para negociar instrumentos financeiros derivados e obter lucros [Com exemplos reais]
Este artigo fornece uma orientação abrangente sobre: o que são derivativos, os tipos mais comuns de instrumentos financeiros derivativos, mecanismos de negociação e exemplos práticos para compreender melhor este mercado.
O que são derivativos? Conceito básico
Derivados (derivatives) são instrumentos financeiros cujo valor depende das variações de um ativo subjacente. Este ativo pode ser commodities (petróleo bruto, ouro, prata, produtos agrícolas), ativos financeiros (ações, títulos), ou índices (índices de ações, taxas de juro).
Quando o preço do ativo subjacente muda, o valor do derivado correspondente também se altera. Assim, a avaliação de derivativos é muito mais complexa do que a de instrumentos financeiros convencionais.
Embora o conceito de derivativos possa parecer familiar na era atual, na realidade, estes instrumentos existem há muito tempo. Desde o século II a.C. na Mesopotâmia, surgiram contratos futuros primitivos. No entanto, o desenvolvimento real dos derivativos começou nos anos 1970, com o desenvolvimento de modelos matemáticos de avaliação, e hoje o mercado de derivativos tornou-se uma parte indispensável do sistema financeiro global.
Principais tipos de instrumentos financeiros derivativos
Existem 4 principais instrumentos de derivativos amplamente utilizados:
- Sem intermediários
- Sem taxa
- Maior liquidez
- Margem de garantia
- Risco menor que Forward
- Valor próprio
- Valor de base definido
- Não pode ser comprado/vendido como certificados comuns
- Contrato separado
1. Contrato a Termo (Forward)
É um acordo entre duas partes de comprar/vender um ativo a um preço definido previamente, com liquidação na data de vencimento. Este tipo de contrato é flexível, mas apresenta risco para a parte contrária.
2. Contrato de Futuros (Futures)
Versão padronizada do contrato a termo, negociada em bolsa oficial. O preço é ajustado diariamente de acordo com o mercado, e as partes devem fazer margem de garantia para garantir a liquidez.
3. Opções (Options)
Ferramenta que concede ao comprador o direito (não a obrigação) de comprar ou vender um ativo a um preço determinado dentro de um período de tempo. Essas opções têm valor próprio e podem ser negociadas independentemente.
4. Swaps (Swaps)
Troca de fluxos de caixa futuros entre duas partes, de acordo com condições específicas. Geralmente negociados fora de bolsa, esses contratos não podem ser comprados ou vendidos livremente como outros certificados.
Duas formas de negociação de derivativos
1. Negociação OTC (Over-the-Counter)
Os derivativos OTC são realizados diretamente entre duas partes, sem controle de órgãos reguladores. Vantagem: custos menores por não haver intermediários, mas risco maior devido à falta de garantia de terceiros.
2. Negociação em bolsa regulada
Os derivativos listados em bolsas oficiais passam por processos de validação. Apesar de custos de transação mais altos, os direitos das partes são protegidos de forma rigorosa.
Instrumentos derivativos populares: CFD e Opções
CFD (Contrato por Diferença): É um acordo entre investidor e corretora para trocar a diferença de preço de um ativo entre o momento de abertura e fechamento da posição. É uma ferramenta OTC muito popular e confiável atualmente. CFDs não têm data de vencimento, podem ser fechados a qualquer momento, aplicam-se a mais de 3000 tipos de commodities, usam alta alavancagem, portanto requerem pouco capital, e têm custos de transação baixos.
Opções: Concedem ao trader o direito (não a obrigação) de comprar ou vender um ativo a um preço específico dentro de um período determinado. São as ferramentas mais modernas entre os derivativos listados. Têm prazo definido, podem ser fechadas antes ou na data de vencimento, são aplicadas a commodities reguladas, e possuem taxas de transação mais altas que CFDs.
Etapas para negociar derivativos
Passo 1: Abrir conta
Escolha uma bolsa ou corretora confiável para abrir uma conta de derivativos. Isso ajuda a evitar riscos de inadimplência por parte da contraparte.
Passo 2: Depositar margem
Deposite fundos na conta de acordo com a quantidade de ativos desejados e a alavancagem utilizada.
Passo 3: Realizar ordens
Após ter margem suficiente, você pode fazer ordens de compra (long) (previsão de alta) ou venda (short) (previsão de baixa) através da plataforma de negociação.
Passo 4: Gerenciar posições
Acompanhe suas posições, defina metas de lucro e limites de perda para controlar riscos.
Exemplo prático: Lucrar com a variação do preço do ouro
Suponha que o preço do ouro esteja em um nível alto ($1683/oz), e, com base na sua análise, você prevê uma forte queda do preço quando a economia se estabilizar. Você quer lucrar com essa tendência, mas não possui ouro físico, então usa um derivativo baseado em ouro (CFD ouro).
Criar posição Short
Como prevê que o preço cairá, você abre uma posição Short, ou seja, vende ouro a $1683/oz. Quando o preço cair conforme esperado, você fecha a posição comprando a um preço menor.
Usando alavancagem 1:30
Para reduzir o capital inicial, você usa uma alavancagem de 1:30, reduzindo a necessidade de capital em 30 vezes. A alavancagem aumenta a porcentagem de lucro, mas também aumenta o risco correspondente.
Comparando resultados:
Cenário 1: Usando alavancagem 1:30
Cenário 2: Sem alavancagem
Este exemplo mostra que a alavancagem pode amplificar tanto os lucros quanto as perdas.
Benefícios da negociação de derivativos
Gestão de riscos
O objetivo inicial dos derivativos é ajudar empresas a se protegerem contra a volatilidade de preços. Comprando ativos com movimentos de preço opostos, o investidor pode compensar perdas do ativo subjacente.
Avaliação de ativos
O preço à vista do contrato futuro pode servir como uma estimativa do preço justo da commodity, ajudando a equilibrar o mercado.
Aumento da eficiência de mercado
Usando derivativos para replicar fluxos de caixa de ativos, é possível criar oportunidades de arbitragem, mantendo os preços do ativo subjacente e do derivado em equilíbrio.
Acesso a ativos intangíveis
Por meio de negociações de swap de taxas de juros, empresas podem obter taxas mais favoráveis do que empréstimos diretos.
Riscos na negociação de derivativos
Alta volatilidade
Derivativos são altamente voláteis, podendo causar perdas significativas. A complexidade dos contratos torna a avaliação extremamente difícil, às vezes até impossível.
Ferramentas de especulação de alto risco
Devido à sua natureza extremamente arriscada e à grande volatilidade de preços, os preços dos derivativos são imprevisíveis. Especular de forma irracional pode levar a perdas elevadas.
Risco de contratos OTC
Contratos OTC não regulados podem representar risco de inadimplência. Se a contraparte não cumprir na data de vencimento, você pode perder tudo.
Quem deve negociar derivativos?
Empresas de commodities
Empresas de exploração de petróleo, ouro ou outras commodities podem usar contratos futuros ou swaps para fixar preços de venda, protegendo-se contra a volatilidade.
Fundos de hedge e empresas comerciais
Organizações que usam derivativos para alavancagem, proteção contra riscos ou gerenciamento de portfólio.
Traders e investidores individuais
Utilizam derivativos para especular sobre movimentos de preços e podem usar alavancagem para potencializar lucros.
Conclusão
O que são derivativos e por que são importantes são questões que todo investidor deve entender. Os derivativos são ferramentas poderosas, mas também carregam muitos riscos, exigindo que o trader tenha conhecimento sólido, planos de gerenciamento de risco e disciplina rigorosa para alcançar o sucesso.