Como chegámos aqui? A conversa sobre sustentabilidade começou com uma missão clara: transição da civilização para fontes de energia limpas. Faz sentido—sem essa mudança, enfrentamos problemas sérios a longo prazo.
Mas em algum momento, a narrativa mudou de direção. O que começou como 'construir infraestrutura renovável' transformou-se em políticas restritivas direcionadas à agricultura e à pecuária. O foco diminuiu de escalar soluções para limitar a produção.
Há uma diferença significativa entre promover a adoção de energia sustentável e impor restrições aos sistemas alimentares. Uma acelera a transição tecnológica; a outra cria atrito com atividades econômicas fundamentais.
O princípio central—afastar-se de energia intensiva em carbono—permanece válido. A abordagem de execução, porém, parece ter se desviado de habilitar alternativas para restringir indústrias existentes.
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Como chegámos aqui? A conversa sobre sustentabilidade começou com uma missão clara: transição da civilização para fontes de energia limpas. Faz sentido—sem essa mudança, enfrentamos problemas sérios a longo prazo.
Mas em algum momento, a narrativa mudou de direção. O que começou como 'construir infraestrutura renovável' transformou-se em políticas restritivas direcionadas à agricultura e à pecuária. O foco diminuiu de escalar soluções para limitar a produção.
Há uma diferença significativa entre promover a adoção de energia sustentável e impor restrições aos sistemas alimentares. Uma acelera a transição tecnológica; a outra cria atrito com atividades econômicas fundamentais.
O princípio central—afastar-se de energia intensiva em carbono—permanece válido. A abordagem de execução, porém, parece ter se desviado de habilitar alternativas para restringir indústrias existentes.