Quando se fala de stablecoins, é impossível não mencionar a USDT (Tether). Este token, indexado ao dólar numa proporção de 1:1, já conquistou firmemente o terceiro maior valor de mercado no universo das criptomoedas, ficando apenas atrás do BTC e do ETH. Mas será que sabes realmente como funciona?
O mecanismo central é simples
A USDT é, na essência, um dólar digital: por cada USDT emitido, a empresa Tether deposita um valor equivalente a 1 dólar em ativos numa conta bancária como garantia. Este modelo de colateralização centralizada torna a USDT um pouco mais “fiável” do que aquelas stablecoins que dependem de algoritmos para manter o seu valor.
Atualmente, a USDT já está presente em várias blockchains principais como a Ethereum, Tron e Solana, o que possibilita transferências rápidas entre cadeias e com baixas comissões — afinal, todos querem usar a rede mais barata para enviar fundos.
Bastantes polémicas, mas mantém o trono
Para ser sincero, o histórico da USDT não é totalmente limpo. A Tether inicialmente afirmava ter 100% de reservas em dinheiro, mas foi forçada a admitir que também detinha outros ativos não monetários. Isto originou uma série de disputas legais e crises de confiança.
No entanto, no início de 2024, o CEO da Cantor Fitzgerald, Howard Lutnick, veio publicamente garantir que a Tether possui mesmo os fundos (em junho de 2023, os ativos chegaram aos 86 mil milhões de dólares, cobrindo os 83 mil milhões de USDT em circulação), o que aliviou um pouco a ansiedade do mercado.
Porque continua a ser a mais popular?
Basta olhar para os dados do Brasil: 80% das transações em criptomoedas no país são liquidadas em USDT. Em DeFi, pagamentos internacionais e trocas entre criptomoedas, a USDT é quase sempre a primeira escolha.
FIM: O boom das stablecoins está só a começar, e apesar das polémicas, a USDT continua a ser a mais prática. Enquanto não houver um grande problema, dificilmente alguém lhe tirará o lugar.
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USDT: Análise da Verdade por Trás do Rei das Stablecoins
Quando se fala de stablecoins, é impossível não mencionar a USDT (Tether). Este token, indexado ao dólar numa proporção de 1:1, já conquistou firmemente o terceiro maior valor de mercado no universo das criptomoedas, ficando apenas atrás do BTC e do ETH. Mas será que sabes realmente como funciona?
O mecanismo central é simples
A USDT é, na essência, um dólar digital: por cada USDT emitido, a empresa Tether deposita um valor equivalente a 1 dólar em ativos numa conta bancária como garantia. Este modelo de colateralização centralizada torna a USDT um pouco mais “fiável” do que aquelas stablecoins que dependem de algoritmos para manter o seu valor.
Atualmente, a USDT já está presente em várias blockchains principais como a Ethereum, Tron e Solana, o que possibilita transferências rápidas entre cadeias e com baixas comissões — afinal, todos querem usar a rede mais barata para enviar fundos.
Bastantes polémicas, mas mantém o trono
Para ser sincero, o histórico da USDT não é totalmente limpo. A Tether inicialmente afirmava ter 100% de reservas em dinheiro, mas foi forçada a admitir que também detinha outros ativos não monetários. Isto originou uma série de disputas legais e crises de confiança.
No entanto, no início de 2024, o CEO da Cantor Fitzgerald, Howard Lutnick, veio publicamente garantir que a Tether possui mesmo os fundos (em junho de 2023, os ativos chegaram aos 86 mil milhões de dólares, cobrindo os 83 mil milhões de USDT em circulação), o que aliviou um pouco a ansiedade do mercado.
Porque continua a ser a mais popular?
Basta olhar para os dados do Brasil: 80% das transações em criptomoedas no país são liquidadas em USDT. Em DeFi, pagamentos internacionais e trocas entre criptomoedas, a USDT é quase sempre a primeira escolha.
FIM: O boom das stablecoins está só a começar, e apesar das polémicas, a USDT continua a ser a mais prática. Enquanto não houver um grande problema, dificilmente alguém lhe tirará o lugar.